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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Miguel da Silva: Do “embuste” da OMS com a gripe A à “vergonha” das cesarianas em Portugal via PT Jornal on 12/13/12



O presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, Miguel Oliveira da Silva, participava numa conferência sobre o acesso aos medicamentos, mas optou por revelar que a gripe A foi “um embuste” criado pela OMS e que o número de cesarianas em Portugal é “uma vergonha”.
Um dos subscritores da polémica afirmação sobre o “racionamento dos medicamentos”, Miguel Oliveira da Silva, foi um dos convidados pelo Diário Económico para uma conferência sobre o Serviço Nacional de Saúde. O presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida estava a comentar os aspectos éticos no acesso aos fármacos quando derivou para outros temas ‘quentes’ do sector.
Aproveitando o tema dos medicamentos, Miguel Oliveira da Silva afirmou que a gripe A, cujo medo de uma pandemia dominou as atenções há poucos anos, foi “uma mentira, um embuste criado pela Organização Mundial de Saúde”, um organismo que, disse, é “completamente dominado pelas farmacêuticas”.
Quanto à saúde em Portugal, o presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida criticou o “comércio” existente nos partos, quando confrontado com o elevado número de cesarianas realizadas no país, que chegam a corresponder a 65,7 por cento dos partos no sector privado: “é uma vergonha. A isto chama-se comércio, chama-se desonestidade”.

sábado, 31 de março de 2012

Alergias? É melhor é Saber. A Degradação do meio ambiente, poluição, as definições de poluição,

Não passe metade de sua vida fazendo vacinas desnecessárias, eu fiz e foi inútil, cada dia fiquei pior, saiba o porque  se sente cada dia pior e saiba que não é o único, metade da população corre para os médicos procurando respostas em vão, apenas fica enchendo os bolsos de que vende seja o que for nesse mercado que é a doença causada pelo meio ambiente...deve saber o porquê e procure defender-se da maneira que conseguir.

A Degradação do meio ambiente, poluição, as definições de poluição, A revolução industrial e a poluição, poluição da águas, poluição atmosférica, os problemas ambientais dos grandes centros.

POLUIÇÃO

1- O que é poluição

Dá-se o nome de poluição a qualquer degradação (deterioração, estrago) das condições ambientais, do habitat de uma colectividade humana. É uma perda, mesmo que relativa, da qualidade de vida em decorrência de mudanças ambientais. São chamados de poluentes os agentes que provocam a poluição, como um ruído excessivo, um gás nocivo na atmosfera, detritos que sujam os rios ou praias ou ainda um cartaz publicitário que degrada o aspecto visual de uma paisagem. Seria possível relacionar centenas de poluentes e os tipos de poluição que ocasionam, mas vamos citar apenas mais dois exemplos.

Um deles são os agro-tóxicos (DDT, insecticidas, pesticidas), muito utilizados para combater certos microorganismos e pragas, em especial na agricultura. Ocorre que o acumulo desses produtos acaba por contaminar os alimentos com substâncias nocivas à saúde humana, às vezes até cancerígenas. Outro exemplo é o das chuvas ácidas, isto é, precipitações de água atmosférica carregada de ácido sulfúrico e de ácido nítrico. Esses ácidos, que corroem rapidamente a chapa dos automóveis, os metais de pontes e outras construções, além de afectarem as plantas e ocasionarem doenças respiratórias e da pele nas pessoas, são formados pela emissão de dióxido de enxofre e óxidos de nitrogénio por parte de certas indústrias. Esses gases, em contacto com a água da atmosfera, desencadeiam reacções químicas que originam aqueles ácidos. Muitas vezes essas chuvas ácidas vão ocorrer em locais distantes da região poluidora, inclusive em países vizinhos, devido aos ventos que carregam esses gases de uma área para outra.

O problema da poluição, portanto, diz respeito à qualidade de vida das aglomerações humanas. A degradação do meio ambiente do homem provoca uma deterioração dessa qualidade, pois as condições ambientais são imprescindíveis para a vida, tanto no sentido biológico como no social.

2- A revolução industrial e a poluição.

Foi a partir da revolução industrial que a poluição passou a constituir um problema para a humanidade. É lógico que já existiam exemplos de poluição anteriormente, em alguns casos até famosos (no Império Romano, por exemplo). Mas o grau de poluição aumentou muito com a industrialização e urbanização, e a sua escala deixou de ser local para se tornar planetária. Isso não apenas porque a indústria é a principal responsável pelo lançamento de poluentes no meio ambiente, mas também porque a Revolução Industrial representou a consolidação e a mundialização do capitalismo, sistema sócio-económica dominante hoje no espaço mundial. E o capitalismo, que tem na indústria a sua actividade económica de vanguarda, acarreta urbanização, com grandes concentrações humanas em algumas cidades. A própria aglomeração urbana já é por si só uma fonte de poluição, pois implica numerosos problemas ambientais, como o acumulo de lixo, o enorme volume de esgotos, os congestionamentos de tráfego etc.

Mas o importante realmente é que o capitalismo é um sistema económico voltado para a produção e acumulação constante de riquezas. E tais riquezas nada mais são do que mercadorias, isto é, bens e serviços produzidos - geralmente em grande escala - para a troca, para o comércio. Praticamente tudo que existe, e tudo o que é produzido, passa a ser mercadoria com o desenvolvimento do capitalismo. Sociedades, indivíduos, natureza, espaço, mares, florestas, subsolo: tudo tem de ser útil economicamente, tudo deve ser utilizado no processo produtivo. O importante nesse processo não é o que é bom ou justo e sim o que trará maiores lucros a curto prazo. Assim derrubam-se matas sem se importar com as consequências a longo prazo; acaba-se com as sociedades preconceituosamente rotuladas de “primitivas”, porque elas são vistas como empecilhos para essa forma de “progresso”, entendido como acumulação constante de riquezas, que se concentram sempre nas mãos de alguns.

A partir da Revolução Industrial, com o desenvolvimento do capitalismo, a natureza vai pouco a pouco deixando de existir para dar lugar a um meio ambiente transformado, modificado, produzido pela sociedade moderna. O homem deixa de viver em harmonia com a natureza e passa a dominá-la, dando origem ao que se chama de segunda natureza: a natureza modificada ou produzida pelo homem - como meio urbano, por exemplo, com seus rios canalizados, solos cobertos por asfalto, vegetação nativa completamente devastada, assim como a fauna original da área, etc. - , que é muito diferente da primeira natureza, a paisagem natural sem intervenção humana.

Contudo, esse domínio da tecnologia moderna sobre o meio natural traz consequências negativas para a qualidade da vida humana em seu ambiente. O homem, afinal, também é parte da natureza, depende dela para viver, e acaba sendo prejudicado por muitas dessas transformações, que degradam sua qualidade de vida.

3. A POLUIÇÃO DAS ÁGUAS

Desde os tempos mais remotos o homem costuma lançar seus detritos nos cursos de água. Até a Revolução Industrial, porém, esse procedimento não causava problemas, já que os rios, lagos e oceanos têm considerável poder de auto-limpeza, de purificação. Com a industrialização, a situação começou a sofrer profundas alterações. O volume de detritos despejados nas águas tornou-se cada vez maior, superando a capacidade de purificação dos rios e oceanos, que é limitada. Além disso, passou a ser despejada na água uma grande quantidade de elementos que não são bio-degradáveis, ou seja, não são decompostos pela natureza. Tais elementos - por exemplo, os plásticos, a maioria dos detergentes e os pesticidas - vão se acumulando nos rios, lagos e oceanos, diminuindo a capacidade de retenção de oxigénio das águas e, consequentemente, prejudicando a vida aquática.

A água empregada para arrefecer os equipamentos nas centrais termo-eléctricas e nucleares e em alguns tipos de indústrias também causa sérios problemas de poluição. Essa água, que é lançada nos rios ainda quente, faz aumentar a temperatura da água do rio e acaba provocando a eliminação de algumas espécies de peixes, a proliferação excessiva de outras e, em alguns casos, a destruição de todas.

Um dos maiores poluentes dos oceanos é o petróleo. Com o intenso tráfego de navios petroleiros, esse tipo de poluição alcança níveis elevadíssimos. Além dos derrames causados por acidente, em que milhares de toneladas de óleo são despejados na água, os navios soltam petróleo no mar rotineiramente, por ocasião de lavagem de seus reservatórios. Esses resíduos de petróleo lançados ao mar com a água da lavagem representam cerca de 0,4 a 0,5% da carga total.

A POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA

A poluição atmosférica caracteriza-se basicamente pela presença de gases tóxicos e partículas sólidas no ar. As principais causas desse fenómeno são a eliminação de resíduos por certos tipos de indústrias (siderúrgico, petroquímicas, de cimento, etc.) e a queima de carvão e petróleo em usinas, automóveis e sistemas de aquecimento doméstico.

O ar poluído penetra nos pulmões, ocasionando o aparecimento de várias doenças, em especial do aparelho respiratório, como a bronquite crónica, a asma e até o câncer pulmonar. Esses efeitos são reforçados ainda pelo consumo de cigarros.

Nos grandes centros urbanos, tornam-se frequentes os dias em que a poluição do ar atinge níveis críticos, seja pela ausência de ventos, seja pelas inversões térmicas, que são períodos nos quais cessam as correntes ascendentes do ar, importantes para a limpeza dos poluentes acumulados nas camadas próximas à superfície.

A maioria dos países capitalistas desenvolvidos já possui uma rigorosa legislação anti-poluição, que obriga certas fábricas a terem equipamentos especiais (filtros, tratamento de resíduos, etc.) ou a usarem processos menos poluidores. Nesses países também é intenso o controle sobre o aquecimento doméstico a carvão, o escapamento dos automóveis, etc. Tais procedimentos alcançam resultados consideráveis, embora não eliminem completamente o problema da poluição do ar. Por exemplo, pesquisas realizadas há alguns anos mostraram que chapas de ferro se corroem muito mais rapidamente em São Paulo do que em Chicago, apesar de esta metrópole norte-americana possuir maior quantidade de indústrias e automóveis em circulação.

Calcula-se que a poluição do ar tenha provocado um crescimento de teor de gás carbónico na atmosfera, que teria sofrido um aumento de 14% entre 1830 e 1930. Hoje em dia esse aumento é de aproximadamente 0,3% ao ano. Os desmatamentos contribuem bastante para isso, pois a queima das florestas produz grande quantidade de gás carbónico. Como o gás carbónico tem a propriedade de absorver calor, pelo chamado “efeito estufa” , um aumento da proporção desse gás na atmosfera pode ocasionar um aquecimento da superfície terrestre. Efeito estufa: acção que certos gases exercem sobre a radiações do calor da terra, interceptando-as e transmitindo-as de volta a superfície.

Baseados nesse fato, alguns cientistas estabeleceram a seguinte hipótese: com a elevação da temperatura média na superfície terrestre, que no início do século XXI será 2ºC mais alta do que hoje, o gelo existente nas zonas polares (calotas polares) irá se derreter. Consequentemente, o nível do mar subirá cerca de 60 m, inundando a maioria das cidades litorâneas de todo o mundo. Alguns pesquisadores pensam inclusive que esse processo já começou a ocorrer a partir do final da década de 80. Os Verões da Europa e até da América têm sido a cada ano mais quente e algumas medições constataram um aumento pequeno, de centímetros, do nível médio do mar em algumas áreas litorâneas. Todavia, esse fato não é ainda admitido por grande parte dos estudiosos do assunto.

Outra importante consequência da poluição atmosférica é o surgimento e a expansão de um buraco na camada de ozónio, que se localiza na atmosfera - camada atmosférica situada entre 20 e 80 Km de altitude.

O ozónio é um gás que filtra os raios ultravioleta do Sol. Se esses raios chegassem à superfície terrestre com mais intensidade provocariam queimaduras na pele, que poderiam até causar câncer, e destruiriam as folhas das árvores. O gás CFC - clorofluorcarbono -, contido em sprays de desodorizantes ou insecticidas, parece ser o grande responsável pela destruição da camada de ozónio. Por sorte, esses danos foram causados na parte da atmosfera situada acima da Antárctida. Nos últimos anos esse buraco na camada de ozónio tem se expandido constantemente.

4. OS PROBLEMAS AMBIENTAIS DOS GRANDES CENTROS

De modo geral, os problemas ecológicos são mais intensos nas grandes cidade que nas pequenas ou no meio rural. Além da poluição atmosférica, as metrópoles apresentam outros problemas graves:

Acumulo de lixo e de esgotos. Boa parte dos detritos pode ser recuperada para a produção de gás (bio-gás) ou adubos, mas isso dificilmente acontece. Normalmente, esgotos e resíduos de indústrias são despejados nos rios. Com frequência esses rios “morrem” (isto é, ficam sem peixe) e tornam-se imundos e malcheiroso. Em algumas cidades, amontoa-se o lixo em terrenos baldios, o que provoca a multiplicação de ratos e insectos.

Congestionamentos frequentes, especialmente nas áreas em que os automóveis particulares são muito mais importantes que os transportes colectivos muitos moradores da periferia das grandes cidades dos países do Sul, em sua maioria de baixa renda, gastam três ou quatro horas por dia só no caminho para o trabalho.

Poluição sonora, provocada pelo excesso de barulho (dos veículos auto-motivos, fábricas, obras nas ruas, grande movimento de pessoas e propaganda comercial ruidosa). Isso pode ocasionar neuroses na população, além de uma progressiva diminuição da capacidade auditiva.

Carência de áreas verdes (parques, reservas florestais, áreas de lazer e recreação, etc.). Em decorrência de falta de áreas verdes agrava-se a poluição atmosférica, já que as plantas através da fotossíntese, contribuem para a renovação do oxigénio no ar. Além disso tal carência limita as oportunidades de lazer da população, o que faz com que muitas pessoas acabem passando seu tempo livre na frente da televisão, ou assistindo a jogos praticados por desportistas profissionais (ao invés de eles mesmos praticarem desportos).

Poluição visual, ocasionada pelo grande número de cartazes publicitários, pelos edifícios que escondem a paisagem natural, etc.

Na realidade, é nos grandes centros urbanos que o espaço construído pelo homem, a segunda natureza, alcança seu grau máximo. Quase tudo aí é artificial; e, quando é algo natural, sempre acaba apresentando variações, modificações provocadas pela acção humana. O próprio clima das metrópoles - o chamado clima urbano - constitui um exemplo disso. Nas grandes aglomerações urbanas normalmente faz mais calor e chove um pouco mais que nas áreas rurais vizinhas; além disso, nessas áreas são também mais comuns as enchentes após algumas chuvas.

As elevações nos índices térmicos do ar são fáceis de entender: o asfaltamento das ruas e avenidas, as imensas massas de concreto, a carência de áreas verdes, a presença de grandes quantidades de gás carbónico na atmosfera (que provoca o efeito estufa), o grande consumo de energia devido à queima de gasolina, óleo diesel querosene, carvão, etc., nas fábricas, residências e veículos são responsáveis pelo aumento de temperatura do ar. Já o aumento dos índices de pluviosidade se deve principalmente à grande quantidade de micro-partículas (poeira, fuligem) no ar, que desempenham um papel de núcleos higroscópicos que facilitam a condensação do vapor de água da atmosfera. E as enchentes decorrem da dificuldade da água das chuvas de se infiltrar no subsolo, pois há muito asfalto e obras, o que compacta o solo e aumenta sua impermeabilização.

Todos esses factores que provocam um aumento das médias térmicas nas metrópoles somados aos edifícios que barram ou dificultam a penetração dos ventos e à canalização das águas - fato que diminui o resfriamento provocado pela evaporação - conduzem à formação de uma ilha de calor nos grandes centros urbanos. De fato, uma grande cidade funciona quase como uma “ilha” térmica em relação às suas vizinhanças, onde as temperaturas são normalmente menores. Essa “ilha de calor” atinge o seu pico, o seu grau máximo, no centro da cidade.

A grande concentração de poluentes na atmosfera provoca também uma diminuição da irradiação solar que chega até a superfície. Esse fato, juntamente com a fraca intensidade dos ventos em certos períodos, dá origem às inversões térmicas.

O fenómeno da inversão térmica - comum, por exemplo, em São Paulo, sobretudo no inverno - consiste no seguinte: o ar situado próximo à superfície, que em condições normais é mais quente que o ar situado bem acima da superfície, torna-se mais frio que o das camadas atmosféricas elevadas. Como o ar frio é mais pesado que o ar quente, ele impede que o ar quente, localizado acima dele, desça. Assim, não se formam correntes de ar ascendentes na atmosfera. Os resíduos poluidores vão então se concentrando próximo da superfície, agravando os efeitos da poluição, tal como irritação nos olhos, nariz e garganta dos moradores desse local. As inversões térmicas são também provocadas pela penetração de uma frente fria, que sempre vem por baixo da frente quente. A frente pode ficar algum tempo estagnada no local, num equilíbrio momentâneo que pode durar horas ou até dias.

ÁGUA: UMA ESCASSEZ ANUNCIADA

O volume de água na Terra está estimado em 1 trilião e 386 biliões de quilómetros cúbicos (Km3), sendo a maior parte - 97,2% desse total - formada pela água salgada dos mares e oceanos. Algo como 1,8% da água total está estocada sob a forma de neve ou gelo, no topo das grandes cadeias de montanhas ou nas zonas polares. Outra porção é a água subterrânea, que abrange cerca de 0,9% desse total, restando então a água atmosférica (0,001%) e os rios e lagos de água doce, que ficam com somente 0,0092% dessa água do nosso planeta.

A cada ano, a energia do Sol faz com que um volume de aproximadamente 500.000 Km3 de água se evapore, especialmente dos oceanos, embora também de águas e rios. Essa água retorna para os continentes e ilhas, ou para os oceanos, sob a forma de precipitações: chuva ou neve. Os continentes e ilhas têm um saldo positivo nesse processo. Estima-se que eles “retirem” dos oceanos perto de 40.000 Km3 por ano. É esse saldo que alimenta as nascentes dos rios, recarrega os depósitos subterrâneos, e depois retorna aos oceanos pelo desaguar dos rios.

No entanto, o ritmo acelerado de desmatamentos das últimas décadas, e o crescimento urbano e industrial, que necessita sempre de mais água, vem alterando esse ciclo hidrológico. Estudos da ONU mostraram que o desmatamento e o pastoreio excessivo diminuem a capacidade do solo em actuar como uma grande esponja, absorvendo águas das chuvas e liberando seus conteúdos lentamente. Na ausência de coberturas vegetais, e com solos compactados, a tendência das chuvas é escorrer pela superfície e escoar rapidamente pelos cursos de água, o que traz como consequência as inundações, aceleração no processo de erosão e diminuição das estabilidade dos cursos de água, que ficam diminuídos fora do período de cheias, comprometendo assim a agricultura e a pesca.

Não faltam sinal de escassez de água doce. O nível dos lençóis freáticos baixa constantemente, muitos lagos encolhem e pântanos secam. Na agricultura, na indústria e na vida doméstica, as necessidades de água não param de aumentar, paralelamente ao crescimento demográfico e ao aumento nos padrões de vida, que multiplicam o uso da água. Nos anos 50, por exemplo, a demanda de água por pessoa era de 400 m3 por ano, em média no planeta, ao passo que hoje essa demanda já é de 800 m3 por indivíduo. Em países cada vez mais populosos, ou com carência em recursos hídricos, já se atingiu o limite de utilização de água.

Constatou-se que actualmente 26 países, a maioria situada no continente africano, totalizando 235 milhões de pessoas, sofrem de escassez de água. As outras regiões do mundo também não são poupadas. Sintomas de crises já se manifestam em países que dispõem de boas reservas. Nos locais onde o nível de bombeamento (extracção) das águas subterrâneas é mais intenso que sua renovação natural, se constata um rebaixamento do nível de lençóis freáticos, que, por esse motivo, exigem maiores investimentos para serem explorados e ao mesmo tempo vão se tornando mais salinos.

CRISE AMBIENTAL E CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA

Desde a década de 70 a humanidade vem tomando consciência de que existe uma crise ambiental planetária. Não se trata apenas de poluição de áreas isoladas, mas de uma real ameaça à sobrevivência dos seres humanos, talvez até de toda a biosfera. O notável acumulo de armamentos nucleares nas décadas de 50, 60 e 70 ocasionou um sério risco de extermínio, algo que nunca tinha sido possível anteriormente. A multiplicação de usinas nucleares levanta o problema do escape de radioactividade para o meio ambiente e coloca a questão do que fazer com o perigoso lixo atómico. O acumulo de gás carbónico também na atmosfera representa um risco de catástrofe, pois ocasiona o crescimento do efeito estufa, que eleva as médias térmicas da maior parte dos climas do planeta.

Muitos outros problemas ambientais podem ser lembrados. Um deles é a contaminação de alimentos por produtos químicos nocivos à saúde humana, como agro-tóxicos, adubos químicos, hormonas e medicamentos aplicados comummente ao gado para que ele cresça mais rapidamente ou não contraia doenças. Podemos acrescentar ainda a crescente poluição dos oceanos e mares, o avanço da desertificação, o desmantelamento acelerado das últimas grandes reservas florestais originais do planeta (Amazónia, bacia do rio Congo e Taiga), a extinção irreversível de milhares ou até milhões de espécies vegetais e animais, etc.

Podemos falar numa consciência ecológica da humanidade em geral, embora com diferente ritmos - mais avançada no Norte e mais tardia nos países subdesenvolvidos - , que se iniciou por volta da década de 70 e cresce a cada ano. Trata-se da consciência de estarmos todos numa mesma “nave espacial”, o planeta Terra, o único que conhecemos que possibilitou a existência de uma biosfera. Trata-se ainda da consciência de que é imperativo para a própria sobrevivência da humanidade modificar o nosso relacionamento com a natureza. A natureza deixa aos poucos de ser vista como mero recurso inerte e passa a ser encarada como um conjunto vivo do qual fazemos parte e com o qual temos que procurar viver em harmonia.

UM PROBLEMA MUNDIAL

Um fato que ficou claro desde os anos 70 é que o problema ambiental, embora possa apresentar diferenças nacionais e regionais, é antes de mais nada planetário, global. A longo prazo, de nada adianta, por exemplo, transferir indústrias poluidoras de uma área (ou país) para outra, pois do ponto de vista da biosfera nada se altera. Não podemos esquecer que a atmosfera é uma só, que as águas se interligam (o ciclo hidrológico), que os ventos e os climas são planetários.

Vamos imaginar que estamos numa enorme casa, com todas a janelas e portas fechadas, e há uma fogueira num quarto nobre envenenando o ar. Alguém propõe então transferir a fogueira para outro quarto, considerado menos nobre. Isso elimina o problema de ar contaminado? Claro que não. No máximo pode dar a impressão de que por algum tempo melhorou a situação dos que ocupam o quarto nobre. Todavia, depois de um certo período (horas ou dias), fica evidente que o ar da casa é um só e que a poluição num compartimento propaga-se para todo o conjunto.

A biosfera, onde se inclui o ar que respiramos, as águas e todos os ecossistemas, é uma só apesar de muito maior que essa casa hipotética. O ar, embora exista em grande quantidade, na realidade é limitado e interligado em todas as áreas. Poderíamos abrir portas e janelas daquela casa, mas isso não é possível para a biosfera, para o ar ou as águas do nosso planeta.

Outro aspecto do carácter mundial que a crise ambiental possui é que praticamente tudo o que ocorre nos demais países acaba nos afectando. Até algumas décadas atrás era comum a opinião de que ninguém tem nada a ver com os outros, cada país pode fazer o que bem entender com o seu território e com as suas paisagens naturais. Hoje isso começa a mudar. Vai ficando claro que explosões atómicas russas ou norte-americanas, mesmo realizadas no subsolo ou em áreas desérticas desses países, acabam mais cedo ou mais tarde nos contaminando pela propagação da radiação.

Também a poluição dos mares e oceanos (e até dos rios, que afinal desembocam no mar), mesmo realizada na litoral de algum país, acaba se propagando, atingindo com o tempo outros países. As enormes queimadas de florestas na África ou na América do Sul não dizem respeito unicamente aos países que as praticam; elas fazem diminuir a massa vegetal sobre o planeta ( e as plantas, pela fotossíntese, contribuem para a renovação do oxigénio do ar) e, o que é mais importante, liberam enormes quantidades de gás carbónico na atmosfera, fato que acaba por atingir a todos os seres humanos. Inúmeros outros exemplos poderiam ser mencionados. Todos eles levam à conclusão de que a questão do meio ambiente é mundial e é necessário criar formas de protecção da natureza que sejam planetárias, que não fiquem dependentes somente de interesses locais - e as vezes mesquinhos - dos governos nacionais.

POLÍTICA E MEIO AMBIENTE

A crise ambiental vem suscitando mudanças na política. Não apenas as preocupações ecológicas cresceram enormemente nos debates e nos programas de políticos e de partidos, como também novas propostas surgiram. Até mais ou menos a década de 60 era o raro partido político, em qualquer parte do mundo, que tivesse alguma preocupação com a natureza. Hoje esse tema ganha um certo destaque nos programas, nas promessas eleitorais, nos discursos e algumas vezes até na acção dos diversos partidos, em muitas partes do mundo. Multiplicaram-se os ecologistas, as organizações e os movimentos ecológicos, assim como os partidos denominados verdes que defendem uma política voltada basicamente para uma nova relação entre a sociedade e a natureza.

Como infelizmente é comum em nossa época mercantilizada, também no movimento “verde” há muito oportunismo: às vezes a defesa do meio ambiente resulta em promoção pessoal e mesmo em altos ganhos. É o caso das empresas que visam apenas ao lucro com a venda de produtos ditos naturais. Podemos lembrar ainda os constantes shows musicais cuja renda se destinaria aos indígenas ou aos seringueiros da Amazónia - que em geral até hoje nunca viram um centavo desses milhões de dólares. Apesar de tudo isso, não se pode ignorar a renovação que a problemática ambiental ocasionou nas ideias políticas.

Até alguns anos atrás falava-se em progresso ou desenvolvimento e aparentemente todo mundo entendia e concordava.

O que provocava maiores polémicas eram os meios para chegar a isso: para alguns o caminho era o capitalismo, para outros o socialismo; certas pessoas diziam que um governo democrático era melhor para se alcançar o progresso, outras afirmavam que só um regime forte e autoritário poderia colocar ordem na sociedade e promover o desenvolvimento. Mas o objectivo era basicamente o mesmo: o crescimento acelerado da economia, a construção de um número cada vez maior de estradas, hospitais, edifícios, aeroportos e escolas, a fabricação de mais e mais automóveis, a extensão sem fim dos campos de cultivo. A natureza não estava em questão. O único problema de fato era a quem esse desenvolvimento beneficiária: à maioria ou a minoria da população.

Usando uma imagem, podemos dizer que o progresso era um trem no qual toda a humanidade viajava, embora alguns estivessem na frente e outros atrás, alguns comodamente sentados e outros de pé. Para os chamados conservadores (isto é, a “direita”), isso era natural e inevitável: sempre existiriam os privilegiados e os desfavorecidos. Para os denominados progressistas ( ou seja, a “esquerda”), essa situação era intolerável e tornava necessário fazer uma reformulação para igualar a todos. Mas todas as pessoas concordavam com a idéia de que o trem deveria continuar no seu caminho, no rumo do “progresso”; havia até discussões sobre a melhor forma de fazer esse trem andar mais rapidamente.

A grande novidade da crise ambiental é que ela suscitou a seguinte pergunta: Para onde o trem está indo? E a resposta parece ser: Para um abismo, para um catástrofe. De fato, ao enaltecer o progresso durante séculos, imaginava-se que a natureza fosse infinita: poderíamos continuar usando petróleo, ferro, manganês, carvão, água, urânio, etc. à vontade, sem problemas. Sempre haveria um novo espaço a ser ocupado, um novo recurso a ser descoberto e explorado. A natureza, vista como um mero recurso para a economia, era identificada com o universo, tido como infinito.

Mas hoje sabemos que a natureza que permite a existência da vida e fornece os bens que utilizamos - a natureza para os homens, afinal - ocorre somente no planeta Terra, na superfície terrestre. E ela não é infinita; ao contrário, possui limites que, apesar de amplos, já começam a ser atingidos pela acção humana. Não há espaço, atmosfera, água, ferro, petróleo, cobre, etc. para um progresso ilimitado ou infinito. É necessário portanto repensar o modo de vida, o consumo, a produção voltada unicamente para o lucro e sem nenhuma preocupação com o futuro da biosfera. Essa é a grande mensagem que o movimento ecológico trouxe para a vida política.

A QUESTÃO AMBIENTAL DA NOVA ORDEM MUNDIAL

Durante a ordem mundial bipolar a questão ambiental era considerada secundária. Somente os movimentos ecológicos e alguns cientistas alertavam a humanidade sobre os riscos de catástrofes ambientais. Mas a grande preocupação dos governos - e em especial da grandes potências mundiais - era com a guerra fria, com a oposição entre o capitalismo e o socialismo. O único grande risco que parecia existir era o da Terceira Guerra Mundial, uma guerra atómica entre as super-potências de então. Mas o final da bipolaridade e da guerra fria veio alterar esse quadro. Nos anos 90 a questão do meio ambiente torna-se essencial nas discussões internacionais, nas preocupações dos Estados - e principalmente dos grandes centros mundiais de poder - quanto ao futuro.

Já antes do final dos anos 80 percebia-se que os problemas ecológicos começavam a preocupar as autoridades soviéticas, norte-americanas e outras, mas sem ganharem muito destaque, Houve em 1972, na Suécia, a Primeira Conferência Mundial sobre o Meio Ambiente, promovida pela ONU e com a participação de dezenas de Estados. Naquele momento, a questão ambiental começava a se tornar um problema oficial e internacional. Mas foi a Segunda Conferência Mundial sobre o Meio Ambiente, a ECO-92 ou RIO-92, realizada no Brasil vinte anos depois da primeira, que contou com maior número de participantes (quase cem Estados-nações) e os governos enviaram não mais técnicos sem poder de decisão, como anteriormente, e sim políticos e cientistas de alta expressão em seus países.

Isso porque essa segunda conferência foi realizada depois do final da guerra fria e o desaparecimento da “ameaça comunista” veio colocar a questão ambiental como um dos mais importantes riscos à estabilidade mundial na nova ordem. Além disso, os governos perceberam que as ameaças de catástrofes ecológicas são sérias e precisam ser enfrentadas, e que preservar um meio ambiente sadio é condição indispensável para garantir um futuro tranquilo para as novas gerações.

Mas a problemática ambiental suscita várias controvérsias e oposições. Os países ricos voltam suas atenções para queimadas e os desmandamentos nas florestas tropicais, particularmente na floresta Amazónica, a maior de todas. Já os países pobres, e em particular os que têm grandes reservas florestais, acham natural gastar seus recursos com o objectivo de se desenvolverem.

“Se os países desenvolvidos depredaram suas matas no século passado, por que nós não podemos fazer o mesmo agora?”, argumentam. Alguns chegam até afirmar que essa preocupação com a destruição das florestas tropicais ou com outras formas de poluição nos países subdesenvolvidos ( dos rios, dos grandes centros urbanos, perda de solos agrícolas por uso inadequado, avanço da desertificação, etc.) nada mais seria que uma tentativa do Norte de impedir o desenvolvimento do Sul; a poluição e a destruição das florestas, nessa interpretação, seriam fatos absolutamente naturais e até necessários para se combater a pobreza. Outros ainda - inclusive países ricos, como o Japão, a Suécia ou a Noruega - argumentam que é uma incoerência os Estados Unidos pretenderem liderar a cruzada mundial contra a poluição quando são justamente eles, os norte-americanos, que mais utilizam os recursos naturais do planeta.

Todos esses pontos de vista têm uma certeza razão, e todos eles são igualmente limitados ou parciais. Os actuais países desenvolvidos, de fato, em sua maioria depredaram suas paisagens naturais no século passado ou na primeira metade deste, e isso foi essencial para o tipo de desenvolvimento que adoptaram: o da Primeira ou da Segunda Revolução Industrial, das indústrias automobilísticas e petroquímicas. Parece lógico então acusar de farsante um país rico preocupado com a poluição actual nos países subdesenvolvidos. Mas existe um complicador aí: é que até há pouco tempo, até por volta dos anos 70, a humanidade não sabia que a biosfera podia ser irremediavelmente afectada pelas acções humanas e existiam muito mais florestas ou paisagens nativas no século passado do que hoje.

Nas últimas décadas parece que o mundo ficou menor e a população mundial cresceu de forma vertiginosa, advindo daí um maior desgaste nos recursos naturais e, ao mesmo tempo, uma consciência de que a natureza não é infinita ou ilimitada. Assim, o grande problema que se coloca nos dias actuais é o de se pensar num novo tipo de desenvolvimento, diferente daquela que ocorreu até os anos 80, que foi baseado numa intensa utilização - e até desperdício - de recursos naturais não renováveis. E esse problema não é meramente nacional ou local e sim mundial ou planetário. A humanidade vai percebendo que é uma só e que mais cedo ou mais tarde terá que estabelecer regras civilizadas de convivência - pois o que prevaleceu até agora foi a “lei da selva” ou a do mais forte - , inclusive com uma espécie de “Constituição” ou carta de gestão do planeta , o nosso espaço de vivência em comum. É apenas uma questão de tempo para se chegar a isso, o que provavelmente ocorrerá no século XXI.

A BIODIVERSIDADE

Um elemento que ganha crescente destaque dentro da questão ambiental é a biodiversidade, ou diversidade biológica ( de espécies animais e vegetais, de fungos e microrganismos). Preservar a biodiversidade é condição básica para manter um meio ambiente sadio no planeta: todos os seres vivos são interdependentes, participam de cadeias alimentares ou reprodutivos, e sabiamente os ecossistemas mais complexos, com maior diversidade de espécies, são aqueles mais duráveis e com maior capacidade de adaptação às mudanças ambientais. Além disso, a biodiversidade é fundamental para a biotecnologia que, como já vimos, é uma das indústrias mais promissoras na Terceira Revolução Industrial que se desenvolve actualmente.

A humanidade já catalogou e definiu quase 1,5 bilião de organismos, mas isso é muito pouco: calcula-se que o número total deles na Terra chegue a no mínimo 10 biliões e talvez até a 100 biliões! E a cada ano milhares de espécies são exterminadas para sempre, numa proporção que pode atingir 30% das espécies totais dentro de três décadas, se o actual ritmo de queimada e desmandamentos nas florestas tropicais ( as mais ricas em biodiversidade), de poluição nas águas, etc. continuar acelerado. Isso é catastrófico, pois essas espécies foram o resultado de milhões de anos de evolução no planeta, e com essa perda a biosfera vai ficando mais empobrecida em diversidade biológica, o que e perigoso para o sistema de vida como um todo.

Não podemos esquecer a importância económica e até medicinal de cada espécie. Por exemplo: as flores que cultivamos em jardins e os frutos e hortaliças que comemos são todos derivados de espécies selvagens. O processo de criar novas variedades, com cruzamentos ou com manipulação genética, produz plantas híbridas mais frágeis que as nativas, mais susceptíveis a doenças ou ao ataque de predadores, que necessitam portanto de mais protecção para sobreviverem e, de tempos em tempos, precisam de um novo material genético para serem corrigidas e continuarem produzindo colheitas. Por isso, precisamos ter a maior diversidade possível, principalmente das plantas selvagens ou nativas, pois são elas que irão fornecer esse novo material genético.

Os organismos constituem a fonte original dos princípios activos* dos remédios, mesmo que estes posteriormente sejam produzidos artificialmente em laboratórios. Os antibióticos, por exemplo, foram descobertos a partir do bolor ( fungos que vivem em matéria orgânica por eles decomposta); e a aspirina veio originalmente do chá de uma casca de árvore da Inglaterra. É por isso que há tanto interesse actualmente em pesquisas de florestas tropicais ou dos oceanos, em mapeamento genético de organismos. A grande esperança de um novo tipo de desenvolvimento, menos poluidor que o actual, está principalmente na biotecnologia: produzir fontes de energia ou plásticas a partir de bactérias, alimentos em massa a partir de algas marinhas, remédios eficazes contra doenças que matam milhões a cada ano originados de novos princípios activos de microrganismos ou plantas, etc.

A biodiversidade, assim, é também uma fonte potencial de imensas riquezas e o grande problema que se coloca é saber quem vai lucrar com isso: se os países ricos, que detêm a tecnologia essencial para descobrir novos princípios activos e fabricá-los , ou se os países detentores das grandes reservas de biodiversidade, das florestas tropicais em especial. O mais provável é um acordo para compartilhar por igual as descobertas e os lucros, mas ainda estamos longe disso. Os países desenvolvidos, como sempre, têm um trunfo na mão, a tecnologia; mas alguns países subdesenvolvidos, os que têm grandes reservas de biodiversidade, têm agora outro trunfo, uma nova forma de matéria-prima que não está em processo de desvalorização, como as demais ( os minérios e os produtos agrícolas).

OS MOVIMENTOS ECOLÓGICOS

Nos países desenvolvidos, que se constituem como “sociedade de consumo”, a poluição tende a alcançar graus elevados. A publicidade intensa voltada para os lucros das empresas, convida as pessoas a consumirem cada vez mais. As embalagens de plástico, lata ou papel tornam-se mais importantes que o próprio produto. A moda se altera rapidamente para que novos produtos possam ser fabricados e lançados no mercado. A cada ano que passa as mercadorias são feitas para durarem cada vez menos, para não diminuir nunca o ritmo de crescimento: um automóvel hoje é fabricado para durar no máximo quinze anos; as habitações construídas actualmente têm duração muito menor que as do passado e o mesmo se pode dizer das roupas, além de vários outros produtos.

Mas é justamente nesses países desenvolvidos que os movimentos ecológicos, as reivindicações populares por um ambiente melhor estão mais avançados. Isso porque a tradição democrática nessas nações é mais antiga e mais forte. Uma das principais formas de se avançar com a democracia, hoje, consiste em lutar por uma melhor qualidade de vida, o que já vem ocorrendo com as associações de consumidores, que lutam por seus direitos, com as organizações de moradores, que reivindicam certas melhorias em seus bairros ou lutam contra a instalação de alguma indústria poluidora, etc.

Além disso, os cidadãos de certos países exigindo - e, em boa parte, conseguindo - a aprovação de leis que combatam a poluição e facilitem os processos judiciais contra empresas que poluem o ambiente. Tudo isso leva os governos desses países desenvolvidos - que, normalmente, têm uma certa preocupação com eleições e votos - a se voltarem para a questão do meio ambiente, com planos de reurbanização de certas cidades, com a intensificação da fiscalização sobre as empresas poluidoras e com alguns tímidos projectos de reflorestamento ou preservação das poucas matas originais que restam.

A CONSERVAÇÃO DA NATUREZA

1. RECURSOS NATURAIS E CONSERVADORISMO

Constituem recursos naturais todos os bens da natureza que o homem utiliza, como o ar, a água e o solo. Costuma-se classificar os recursos naturais em dois tipos principais: renováveis e não renováveis.

Os recursos naturais renováveis são aqueles que, uma vez utilizados pelo homem, podem ser repostos. Por exemplo: a vegetação (com o reflorestamento), as águas em geral (com excesso dos lençóis fósseis ou artesianos), o ar e o solo (que pode ser recuperado através do pousio, da protecção contra erosão, da adubação correta, da irrigação, etc.)

Os recursos naturais não renováveis são aqueles que se esgotam, ou seja, que não podem ser repostos. Exemplos: o petróleo, o carvão, o ferro, o manganês, o urânio, a bauxita (minério de alumínio), o estanho, etc. Uma vez utilizado o petróleo, por exemplo, através da produção - e da queima - da gasolina, do óleo diesel, do querosene, etc., é evidente que não será possível repor ou reciclar os restos.

Essa separação entre recursos renováveis e não renováveis é apenas relativa.

O fato de um recurso ser renovável, ou reciclável, não significa que ele não possa ser depredado ou inutilizado: se houver mau uso ou descuido com a conservação, o recurso poderá se perder. Por exemplo, degradação ou destruição irreversível de solos, desaparecimento de uma vegetação rica e complexa, que e substituída por outra pobre e simples, etc. E mesmo o ar e a água, que são extremamente abundantes, existem em quantidades limitadas no planeta: a capacidade deles de suportar ou absorver poluição, sem afectar a existência da vida, evidentemente não é infinita. Dessa forma, mesmo os recursos ditos renováveis só podem ser utilizados a longo prazo por meio de métodos racionais, com uma preocupação conservacionista, isto é, que evite os desperdícios e os abusos.

Conservadorismo ou conservação dos recursos naturais é o nome que se dá à moderna preocupação em utilizar adequadamente os aspectos da natureza que o homem transforma ou consome. Conservar, nessa caso, não significa guardar e sim utilizar racionalmente. A natureza deve ser consumida ou utilizada para atender às necessidades do presente dos seres humanos, mas levando em conta o futuro, as novas gerações que ainda não nasceram, mas para as quais temos a obrigação de deixar um maio ambiente sadio.

Foi somente a partir da degradação do meio ambiente pelo homem - e da extinção de inúmeras espécies animais e vegetais - que surgiu essa preocupação conservacionista. O intenso uso da natureza pela sociedade moderna colocou, especialmente no nosso século, uma série de interrogações quanto ao futuro do meio ambiente: Quando se esgotarão alguns recursos básicos, como o petróleo ou o carvão? Como evitar a destruição das reservas florestais que ainda restam em nosso planeta e ao mesmo tempo garantir alimentos e recursos para crescente população mundial? O que fazer para que não ocorra a extinção total de certas espécies ameaçadas, como as baleias? Como os países subdesenvolvidos poderão resolver seus problemas de pobreza, fome e subnutrição sem depredar a natureza? O conservadorismo procura responder a essas e outras questões semelhantes conciliando o desenvolvimento económico com a defesa do meio ambiente, por meio da utilização adequado dos bens fornecidos pela natureza.

2. O PATRIMÓNIO CULTURAL - ECOLÓGICO

Somente a utilização racional dos recursos naturais não basta. O conservadurismo é uma atitude necessária mas insuficiente. Além do uso racional da natureza, isto é, pelo maior tempo possível e beneficiando o maior números de pessoas, é necessário também preservá-la, resguardá-la tal como ela ainda existe em certas áreas. Daí ter surgido a ideia de património cultural e ecológico da humanidade. Trata-se de paisagens culturais ou obras de cultura que possui um valor inestimável; por exemplo, um rico ecossistema, uma cidade ou um monumento que retratem ou simbolizem uma época ou uma civilização. São exemplos de património ecológico: o Pantanal Mato-Grossense (que possui a fauna mais rica e variada do continente americano), a Amazónia, a floresta do Congo na África, a Antárctida. Como patrimónios culturais podemos citar a Grande Muralha da China, as pirâmides do Egipto as cidades de Meca e Jerusalém.

Por que surgiu a necessidade de preservar ou resguardar certas áreas ou obras, tanto culturais como naturais? E por que se fala em património cultural-ecológico?

Coma industrialização e a chamada vida moderna, tudo se transforma, tudo é constantemente modificado em nome do “progresso”. As memórias do passado e a diversidade criada pela natureza são destruídas a cada dia. Não se respeita nem a História - as tradições e obras das gerações anteriores - nem a natureza (os ecossistema em diversidade).

Para que as futuras gerações tenham uma ideia da riqueza do que foi produzido no planeta, para que sobrevivam amostras de todos os valores produzidos pela natureza ou pela História, é necessário definir esses patrimónios, que são áreas consideras intocáveis, protegidas, resguardadas contra a ambição do lucro do comércio. O estabelecimento de áreas tombadas ou protegidas pelo poder público um avanço na defesa da natureza e das obras artísticas, arquitectónicas ou urbanísticas importantes do passado. Sem essa protecção, tais obras estariam condenadas à destruição para dar lucro a alguns.

Por Equipe MonografiasBrasil.com

segunda-feira, 26 de março de 2012

Estado Espirito Negro

Estado de espírito negro oscilando entre a alegria e a raiva, esse sentimento que me tem feito viver!
Cedo sai de casa, fui mãe, estive em coma de parto por incompetência médica de um senhor doutor muito conhecido em Faro (e que mais tarde entrou em litígio com um outro médico do hospital de Faro, porque os dois  eram Ginecologista/ Obstetras e iam fazer os partos de suas clientes privadas no dito hospital o que gerou confusão), este senhor veio abrir depois uma clínica em Lisboa e que não quero citar o nome, porque o senhor já está velho e  já não pode dar a volta ao que se passou. A verdade é que eu tinha uma criança de 4, 750 kg dentro de mim que não tinha dado a volta no fim da gravidez.

 Ele jamais me advertiu para os ricos ou teve o cuidado de me fazer entrar a tempo no hospital para praticar uma cesariana. Nunca me disse o tempo de gravidez certo ou uma data para o parto.
Jovem sem experiência limitei-me a achar que tudo corria seu curso normal, eu estudava e trabalhava na época. Quando comecei a ter dores de parto estava nas aulas de um professor meu  e conhecido advogado na época que me dava aulas de Direito Comercial, o Dr Novais. Nas cadeiras duras da aula eu sentava-me da esquerda para a direita mudando de posição o que lhe chamou a atenção e me convidou a sair da aula e ir ao hospital...na verdade eu andava com aquelas dores fazia alguns dias, mas não tão acentuadas, porém a gravidez sempre me deu dores e eu ficava à espera do momento...não tinha uma data nem um aviso de que correria riscos. Foi meu professor que me advertiu para ir ao hospital, e lá fui.

 Já não me deixaram sair...eram 9h horas da noite e disseram-me que o parto poderia acontecer até ás 10 30h da noite, mas as dores ficaram por ali...tal como já vinha a acontecer, nem mais nem menos, mas para o eu nunca tinha sido advertida. Puseram-me a soro para provocar a dilatação para além da que eu já tinha quando entrei no hospital e nada mais acontecia. Aí comecei não com mais contracções e sim com umas dores de cabeça mortais.

Tiraram-me do soro e fizeram-me uns testes, e lá estava albumina na hora do parto, sem mais dilatações, três cruzes, dores dores dores de cabeça. Fui levada para o bloco operatório, comecei com ataques e espasmos. Nem sei como é possível tanta incompetência, eram 4,750 kg de uma criança que não tinha dado a volta numa jovem de dezassete  anos sem dilatação. Lá foi chamado, o senhor doutor "meu médico" que  me assistira na gravidez. Mas como eu não era uma doente de Clínica Privada me tinha deixado ao "Deus dará". Ataques, espasmos, tenho  lembrança de ser atada a uma cama com uma mordaça qualquer para não morder a língua, e daí não lembro mais nada entrei em coma...a família foi avisada de eu não ia sobreviver...o caso foi comentado, Faro não era uma grande cidade e eu era conhecida, jovem, e bonita...
Foram quinze dias de coma...uma lembrança triste e ligeira do que aconteceu e que mudaria toda a minha vida.

Passaram anos, sobrevivi, eu estou aqui mas graças a um grande senhor da nossa medicina pois depois do coma vieram mais uns anos de sofrimento, operações e internamentos, foi o Professor Carlos Alves Pereira, o meu segundo pai, esse grande medico que me salvou.  Errar é humano mas não por negligência! Pouco mudou na mentalidade médica...acho mesmo que piorou. Cada dia mais a falta de  consciência existe. Procuram a medicina como uma forma de enriquecer, cada dia mais temos, médicos que procuram especialidades que funcionem como uma fabrica de fazer dinheiro onde a saúde e a vida é pouco importante.Sorrisos bonitos, lipós, implantes,vacinas, tudo dinheiro fácil, fábricas de fazer dinheiro. Conheço vários grandes e bons profissionais de saúde que de facto escolheram a profissão certa e agem como médicos...até podem errar, mas não por não tentar salvar ou ajudar, a esses o MEU BEM HAJA e que trabalhem no sentido de melhorar este sistema anti-vida.

 Para se ser bom médico tem de haver mais do que ter boas notas, vontade de tirar um curso para ganhar dinheiro, ter um canudo. Tem de se ser sensível e humano, o que de facto é difícil de encontrar. Já médicos a contar o dinheiro que lhes deixamos lá todos os meses, e a contabilizar se estamos de facto a ser um bom investimento do tempo deles (€), são a maioria.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Importante a todos os doentes Crónicos que por aqui passam! Leia com ATENÇÃO

Meus amigos doentes e alérgicos que passam no meu blogue  e são muitos. Se por acaso descrevem o vosso caso na Net ou o expuserem publicamente na intenção de ajudar outros doentes NÃO O FAÇAM! Porquê? Ora bem , façam muita atenção:
- Ontem foi me negado assistência Médica e expulsa do consultório da Dra Margarida Medina em Paço de Arcos, porque ela alegou que fazia 8 meses eu não aparecia para me tratar, e que eu tinha a mania que sabia tudo, e que ela estava no seu direito de escolher os seus doentes. Ora eu nunca fiz mais nada do que fazer perguntas do meu estado educadamente tal como ela me devia responder, e esclarecer no mesmo tom. Apresentei-me a ela com uma crise de sinusite (ou qualquer outra coisa, já que eu nunca sei o que tenho) mas tenho estado mal, mas que é normal de há muito, não de agora e que eu sempre procurei  ajuda e me tratei á risca e todos sabem! Ultimamente tive muitos outros problemas e parei a vacina, alguns meses, mas  ela não me deixou explicar começando a me BERRAR aos ouvidos como antigamente os professores faziam aos alunos no tempo da ditadura, numa prova de desrespeito por mim como pessoa e nem se fala como doente. Ora isto acontece-me pela 2ª vez, uma pelo Prof. Palma Carlos, outra pela sua formanda pois estudou com ele e trabalha com ele e ambos têm o mesmo tipo de atitude altruísta onde o doente parece um boneco e não pode se expressar na iminência de ser enxovalhado. A situação deixou-me outra vez de boca aberta pois jamais me deparei com tamanho desrespeito pela minha pessoa, mulher adulta e mãe de filhos, em ambas as vezes e mais na qualidade de doente crónico. Logo eu, que como sabem a tantas pessoas os recomendei.
Meus amigos! Toda esta atitude está claramente relacionada com o que eu escrevo AQUI neste blogue. Escrevo me o que vai na alma e tenho passado percorrido e estudado. Que é a minha verdade e experiência e a minha longa história, uma enciclopédia infelizmente mas também muita sabedoria. O que escrevo e relato não é dirigido a todos e não faço referência a nomes a não ser hoje, certo? FALAR SOBRE A MINHA SITUAÇÃO é um direito que me assiste e muitos são os que me agradeceram pois andavam perdidos e encontraram aqui a sua luz.
Mas a questão aqui é comer calada e não abrir boca ou seja tipo ditadura! Pensei que essa mentalidade médica já tinha passado. Quem me conhece sabe que eu não admito faltas de respeito para com a minha pessoa, pois também não o faço a não ser que me faltem primeiro a mim. Venho por isso aqui pedir-vos desculpa a todos os que para lá encaminhei,  pois desconhecia que  se por acaso tivéssemos uma dúvida, ou achássemos que nos estávamos a dar mal e parássemos para ver se era do tratamento (o que julguei ser um direito meu como doente que estava a cada dia pior e queria saber se era da vacina) e no meu "blogue" o colocasse, (está entre aspas porque nunca fui muito directa no assunto) desse à doutora, que eu nunca jamais, pensei abandonar,  me negasse tratar e mais,  se desse ao direito de se dirigir a mim aos BERROS. Deixando-me sair de lá sem assistência sabendo ela, ser eu uma doente de risco. Fica aqui o esclarecimento, para saberem o que vos espera se colocarem dúvidas sobre o tratamento ou tornarem público o que se passa convosco na esperança de ajudar outros. O que pode incomodar  "alguns" profissionais de saúde, que nos tentam tirar o direito da expressão. Quero aqui referir, como já o fiz algumas vezes, que em muitas situações já me dei mal com médicos, no sentido "do tratamento" nunca desta maneira desrespeitadora para comigo, assim como já me dei bem com muitos também. Na saúde nunca poderei  prescindir dos conhecimentos médicos por isso os procuro, mas tenho  o direito dever e obrigação, depois de muito já ter sofrido e gasto como doente e pessoa de ver o que é melhor para mim. O dever de um médico é assistir o  doente, saber ouvi-lo e esclarecê-lo, e tratá-lo (ao que ela me respondeu que eu não iria entender os termos médicos. Passei a minha vida no meio deles), não de me saltar aos berros em cima, dizendo que eu estava pior por ter parado e me tratamento e que agora vinha falar mal do mesmo (na verdade não falei nem bem nem mal) pois ela estava morta por me cair em cima e disparou. Começou a berrar comigo e claro eu respondi no mesmo tom, dizendo que baixasse o tom pois eu não lhe admitia, não faltaria eu ficar calada como uma criança que é repreendida pela mãe. Haja DEUS este mundo está perdido.

ATENÇÃO:  Eu não estou pior por ter parado a vacina (para todos aqueles que me perguntavam e eu não respondia) eu apenas continuo a fazer crises que já fazia antes e sempre fiz.  E que de dois anos para cá, passei a ter problemas que nunca jamais havia tido antes da vacina e que eventualmente poderiam ser uma reacção da vacina, já que nem todos os corpos reagem da mesma maneira e eu faço a vacina faz anos e meu estado agravou com a dose elevada da vacina (quando atingiu 35). E que os problemas a que me refiro são de pele e olhos que eu não fazia antes da vacina, ao que a Doutora não me deu oportunidade de esclarecer. Assim, cada um  que tome atitude que achar  melhor, já que eu também nunca mais me vou referir a estes assuntos mas vou tomar as medidas que acho necessárias sobre elas. Quanto à vacina conheci pessoas que se deram bem e melhoraram, como também conheço quem piorou tal como eu ficaram com outras reacções. Eu apenas quis saber se parando uns tempos me sentia melhor, pois quase ceguei com a infecção nos olhos e só parando o saberia. Ninguém é dono da Verdade e ouvir as queixas do doente é importante. Mas ali ninguém ouve e se reclamar é insultado. Não comigo, por isso passem bem eu vou procurar Médicos com M grande muito embora, eu tenha meus médicos (de outras especialidades) que jamais me deixaram e jamais me deixarão, médicos com nível e educação que nunca agiram nem agirão assim. Se é doente crónico já sabe... CUIDE-SE,  pois poderá ter de levar sua vida a ter que tolerar a má ou boa educação, ordens e disposição dele ou dela que pode ser porreiro e educado ou NÃO. Fique atento às características de seu médico tal como quando escolhe o seu/ sua Companheiro/a que vai acompanhar sua vida. Pode ser uma boa ou má escolha.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Cientistas confirmam ligação entre vacina da gripe A e narcolepsia em crianças


Bem que eu não queria dá-la e dois dias depois de a dar não me conseguia mexer tive de dar entrada no hospital, daí para a frente nunca mais fui a mesma...


Agência Europeia do Medicamento admite associação


01.09.2011 - 15:26 Por PÚBLICO, Lusa

Vacina Pandemrix é administrada em Portugal desde 2009 no combate à Gripe A Vacina Pandemrix é administrada em Portugal desde 2009 no combate à Gripe A (Christian Charisius)
Investigadores finlandeses confirmaram uma ligação entre a vacina Pandemrix contra o vírus da gripe A (H1N1) e o aumento do número de casos em crianças e adolescentes de narcolepsia, uma deficiência que se caracteriza pela dificuldade da pessoa se manter acordada.

“Os grupos de trabalhos nacionais sobre a narcolepsia confirmaram que a vacina Pandemrix, distribuída no Inverno de 2009-2010, contribuiu para o aumento de casos na população entre os quatro e os 19 anos”, anunciou hoje, quinta-feira, em comunicado o Instituto Nacional para a Saúde e o Bem-Estar finlandês, citado pela AFP.

Naquela faixa etária, os doentes a quem foi injectado a Pandemrix registaram 12,7 vezes mais casos de narcolepsia do que os que não receberam a vacina, sublinha o estudo, que, contudo, revela que quem desenvolveu a doença tinha uma predisposição genética para ela.

O laboratório encontrou, pela primeira vez, anticorpos ligados a um dos componentes da substância adjuvante da vacina, o AS03, em cerca de um quarto dos indivíduos que desenvolveram narcolepsia depois de terem sido vacinados. O adjuvante potencia o efeito da vacina no sistema imunitário. Os investigadores vão continuar a observar esta reacção imunitária inédita.

Os investigadores apuraram ainda que, devido à vacina, não se registaram casos de narcolepsia em crianças com menos de quatro anos nem em jovens com mais de 19.

A Agência Europeia do Medicamento já tinha concluído haver uma associação entre a vacina contra a gripe A e os casos de narcolepsia em crianças e adolescentes, conforme anunciou em Julho a autoridade que regula os medicamentos em Portugal, o Infarmed.

O Comité de Medicamentos de Uso Humano da agência europeia recomendou que se evite administrar a vacina Pandemrix, usada em Portugal, a pessoas com menos de 20 anos.

Contudo, a agência europeia mantém que a relação benefício-risco da vacina, mesmo em pessoas com menos de 20 anos, continua positiva.

domingo, 22 de novembro de 2009

Dores Musculares após vacina

Na noite de 20/11 para 21/11 fui acometida de dores musculares localizadas na parte superior do lado direito do meu tronco que me dificultavam a respiração.

Fiquei assustada, por ser uma dor estranha e por me encontrar sozinha em casa. Não consegui jantar e tive de ficar deitada e imobilizada. Apliquei um saco de gel quente na parte lateral das costas junto com um anti-inflamatório, assim como tomei um comprimido para as dores e ali fiquei toda a noite sem dormir. No geral minhas defesas caíram e sem duvida alguma que se deve á vacina h1n1.

As dores musculares localizadas, espero que nada tenham a ver...mas estou receando, se voltar a sentir vou directa para o médico.

Meu marido que também deu a vacina h1n1, para além do abatimento normal que a vacina dá, ficou visivelmente mais frágil de saúde, pois tem estado com uma crise enorme de renite e sinusite assim como com alguma falta de ar.

Sem duvida alguma esta vacina nos primeiros dias deixa-nos muito fragilizados, especialmente quem já tem problemas de saúde...espero que tudo isto seja apenas passageiro.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Manhã seguinte após dar a vacina da gripe H1N1

Manhã seguinte após dar a vacina da gripe H1N1:

Braço ligeiramente inchado, alguma indisposição, corpo dorido, vontade de ficar na cama com alguma dor no corpo em geral...nada mais até ao momento.

Sei que após esta vacinação e durante duas semanas tenho de duplicar os cuidados, porque as defesas ficam mais fracas e corro o risco de contrair a gripe (palavras médicas).

Após as duas semanas talvez esteja protegida. Ainda não se sabe se haverá 2ª dose

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Dei a vacina hoje á gripe H1N1

Dei a vacina hoje à gripe H1N1...depois de tanta informação e contra informação, senti uma angustia imensa ao dá-la.

Debati-me seriamente para o fazer. Tive de ouvir várias opiniões de médicos da minha confiança, ler e pesquisar muito e concluir que, apesar de achar que esta gripe é uma gripe intencional e provocada, o facto é que ela está por aí e quando ataca forte, não é para brincar.

Dei-a hoje ás 6 20h da tarde. Até agora (ás 24h) tudo o que senti foi uma comichão no braço onde a apliquei , mas como devem calcular é muito cedo para ter certezas de alguma coisa.

Quero aqui referir que na altura que fui dar a vacina , (eu e meu marido), estavam na fila de espera, uma médica um médico e sua bebé...todos iam vacinar, senti-me confortável com isso.

Bem voltarei amanhã se Deus quiser...

domingo, 15 de novembro de 2009

Mais informação sobre vacinas Candida Albicans e H1n1

Na sequência das minhas duvidas e pesquisas acerca da vacina H1h1, continuo cheia de dúvidas, medos e incertezas. Fui chamada para a dar pelo Serviço Nacional de Saúde, ainda nos grupos de risco.
Levei algum tempo até entregar a minha declaração médica onde a minha alergologista me declarava nos grupos de risco, porém em Lisboa o pico de gripe está a começar e até agora morreram mais pessoas da gripe do que da vacina. Certamente vou aplicá-la esta segunda feira, mesmo assim acho que vou ficar insegura até ao fim.

Têm-me enviado emails aos quais não tenho respondido porque tenho andado a evitar o computador... por isso peço imensa desculpa aos meus amigos... não vos abandonei. Porém não tenho podido estar muito por aqui.

Vou responder aqui a algumas das perguntas que me foram feitas, desta forma muitas das pessos ficam esclarecidas:

A vacina da Cândida Albicans é pedida pelo respectivo médico Alergologista/Imunologista, através de um formulário próprio, à empresa representante da marca Hal-Allergy em Portugal:

amd Passos
R. Cidade Coimbra Lt 15 - A, 1º 2775 PAREDE
Tel: 214578087
Fax: 214583528

A composição da vacina varia conforme o resultado dos testes à alergia à Candida.

Tenho conhecimento que há outras empresas que representam outros fabricantes de vacinas, no meu caso é fabricada na Holanda e distribuída pela empresa citada acima. E custa cada frasquinho 140 Euros que deverá ser aplicado no respectivo centro médico ou por um especialista.

Inicialmente o tratamento será de oito em oito dias durante, (depende) durante 2 ou mais meses, (consoante o estado da pessoa), depois passará para 15 em quinze dias, ou poderá levar anos (o meu caso), e conforme as melhoras de 3 em 3 semanas, mais tarde de mês a mês, que poderá se arrastar durante longos anos... mas essa é a solução!

As melhoras são lentas e graduais e precisará no decorrer desse tempo, de muitas outras ajudas nas crises, evitando tanto quanto possível facilitar as crises e os ataques da cândida. A questão, está em nunca desistir da vacina, mesmo quando achamos que aquilo não está fazendo nada.
É um tratamento de paciência, mas não encontrei nenhuma outra saída mais rápida, nem com todo o cuidado com a alimentação e o apoio da homeopatia.

Longe de estar curada, acredito que já estive bem pior, mas é preciso verificar se outras doenças, não estão por trás dos contínuas crises que ela provoca, aproveitando uma baixa das nossas defesas. Um coisa é ter uma candidiase pontual outra é ficar fazendo crises repetitivas (no meu caso nunca fiz candidiase vaginal por ex.) por cândida. A questão é que a cândida pode induzir a fazer todo o tipo de infecções quando as nossas defesas caem, e é preciso descobrir a causa ou a cândida toma conta de nós.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Nota da Direcção-Geral de Veterinária- Animais de Estimação e a gripe A

Proteja-se e proteja os seus animais:

Gripe A: papagaios e periquitos em risco de ser infectados
24.07.2009 - 10h21 Lusa
Animais de companhia como papagaios ou periquitos podem ser infectados pela nova estirpe do vírus da gripe A (H1N1), mas o cão e o gato não correm esse risco, informou a Direcção-Geral de Veterinária (DGV).

Numa resposta enviada hoje à Lusa, a DGV esclarece que entre os animais de companhia, especialmente se são porcos-anões ou aves (papagaios, periquitos, aves canoras), "existem alguns que são susceptíveis de serem infectados" pela Gripe A H1N1.

"O cão e gato não o são! O vírus da gripe que circula nos cães é predominantemente do subtipo H3N8", refere a DGV.

Em Portugal, os animais de companhia mais comuns são o cão e gato, mas existem muitos povos no mundo que têm porcos anões (Vietnamitas) como animais de companhia, como nos Estados Unidos.

Até ao momento, segundo a mesma fonte, não existe qualquer caso assinalado de contágio de animais de companhia pela nova estirpe de H1N1, nem qualquer registo ou notificação de casos de infecção de cães ou de gatos pelo H1N1, em qualquer ponto do globo.

Quanto ao risco de transmissão da infecção destes animais domésticos para o Homem, a DGV refere que a transmissão dos vírus da gripe A dos cães e dos gatos aos humanos "nunca foi assinalada".

Mas não existem ainda dados científicos consistentes para explicar a ausência de infecção dos cães e dos gatos por H1N1.

"Provavelmente é um facto que decorre da ausência de receptores específicos no tracto respiratório dos carnívoros domésticos que permitam a "acoplagem" deste vírus à mucosa respiratória (factor H-Hemaglutinina). Os vírus adaptados ao Homem não têm afinidade para espécies que são filogeneticamente mais distantes, como é caso dos carnívoros domésticos.", explica a DGV.

Contas da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que a gripe A (H1N1) já matou mais de 700 pessoas em todo o mundo, indiciando que o novo vírus se propaga a uma velocidade "sem precedentes" relativamente a outras epidemias.
Fonte da noticia:

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Vamos Ajudar a Associação Bianca!


Amigos sabem como eu amo os animais, e recebi este email da Bianca pedindo ajuda, e porque sei o que as instituições estão a passar com o abandono dos animais, passo a divulgá-lo,

Conceição


Amigos

Em primeiro lugar queremos informar da nossa necessidade urgente em comida para animais. Não temos ração para os nossos animais, cães e gatos. Temos 30 gatinhos...

Agora alguns novos amigos que deram entrada, apenas os mais críticos.

O Franjinhas estava com e pêlo num estado que parecia gesso nas patas, levou 3 horas a cortar á tesoura todo o pêlo que lhe fazia garrote em duas patas. As praganas espetadas no corpo fizeram-lhe várias feridas infectadas.


É um doce. Não há palavras para explicar a sua gratidão e serenidade enquanto o libertavam daquele pêlo todo.

Tem falta de dentes à frente, mas aparenta ter uns 4 anos apenas. É um ANJO!

O Franjinhas tem cruzamento de cocker, com cão de água, talvez. Certo mesmo, é a sua tranquilidade e o seu afecto pelas pessoas.

O Phill foi atropelado e o motorista não parou. O carro que vinha atrás viu, parou e foi socorrê-lo. Deixou-se apanhar de imediato.

Foi levado a um veterinário que disse que a fractura que ele tem na bacia não é recente. Quer dizer que o Phill já teve outro acidente.

Para além disso tem falta de dentes, mas não é de velhice, ele é jovem. Não sabemos do que será. Por esse motivo come paté, ração seca é difícil para ele.

Este gato é uma doçura, é um animal que já viveu em casa, ronrona, esfrega-se em nós e só pede mimos. Não sabe defender-se na rua, nem fugir de carros.

Está agora numa jaula em recuperação pois a fractura na bacia pede repouso máximo.

A Esperança foi encontrada na EN. Depois de alguns exames não tem problemas na coluna, tem sim, um problema neurológico. Tem um andar curvado e quando para treme das patas traseiras. No entanto faz a sua vida normalmente. É uma doce querida, dá-se bem com todos os animais e adora mimos. Está esterilizada. Calcula-se que tenha uns 5 a 6 anos. Deveria viver numa casinha acolhedora. Procuram-se candidatos a oferecer um doce lá à doce Esperança.

A Saramaga vivia na Lagoa de Albufeira, na rua e era alimentada por vizinhos. Tinha uma casota e vivia em liberdade. Começou a ter problemas nos olhos, está quase cega e pediram-nos ajuda. Levámo-la ao veterinário e tem uma cratoconjuntivite seca. Necessita fazer uma pomada nos olhos para o resto da vida. E não sabemos se recuperará a visão..... O teste à leshmaniose foi suspeito. Agora está na Bianca, mas precisa de uma casa e de quem lhe coloque a pomada diariamente. E de uma vida sossegada pois num abrigo com 250 animais isso será impossível. Apela-se a madrinhas/padrinhos e uma FAT ou família de adopção.

O Mambo partiu a sua pata mas foi na Bianca......são tantos animais que se atropelam....Chegámos lá uma manha a li estav ela cheio de dores...Ele precisa de uma familia. É jovem, saudavel, bonito, ......e ainda não tem dono;((

O Robin foi encontrado tambem na EN. muito fraco, quase sme forças para andar. Tem febre da carraça. Está a fazer tratamento. Apela-se a Actidox, Vibramicina e Ronaxan, temos vários animais a tomar estes antibióticos. O Robin é um podendo muito docil.

O Peter foi encontrado numa estrada a fugir dos carros, tinah sido atropelado, e andava pela berma super assustado. Agora está em observações na Clínica Veterinária. Ainda não sabemos a sua idade.

O Blondie está na Bianca há cerca de um nao. Mas está a ficar cego......É um dos animais mais dóceis e simpáticos que já se viu. É amigavel com todos os animais. O tratamento que está a fazer não o vai curar, mas vai tentar que a doença não se alastre. Isto se for possivel impedir o seu avanço....É um caso super urgente. Precisa de colocar pingos nos olhos 3 vezes ao dia e um lar confortável.

O Polo foi encontrado na rua com as orelhas numa chaga. E feridas no corpo, provavelmente de dentadas. É super meigo. Tinha uma coleira e um guizo, mas a coleira era do tempo em que ele era um gatão, pois agora cabem lá 3 pólos....

A Joana quando foi vista na rua, não aparentava ter bebes. No dia seguinte, foram encontrados 5 cachorros recém nascidos.....Estão em FAT.

Todos estes meninos precisam da sua ajuda. Pode ajudar adoptando, apadrinhando ou contribuindo para as suas despesas. Também nos pode ajudar com ração, da qual estamos carenciados, e com medicamentos. Toda a ajuda é bem vinda. O apoio de todos é a forma de nós os socorrermos.

Veja a nossa newsletter, a 1ª. Aqui damos-lhe as noticias mais positivas.

Vejam também os nossos quase 30 gatinhos lindos para adopção . Este ano os gatinhos acumulam-se em casa dos colaboradores......Precisamos de adopções urgentes.

Temos Feira de Adopção na Carrasqueira, sábado dia 4 de Julho, no jardim das traseiras do Supersol, das 11h às 17h30m.



Estamos a esterilizar várias colónias de gatos em Sesimbra. Vejam as nossas t-shirts, tapetes para rato, pins, imans e porta chaves, ajudam a vacinar, desparasitar e esterilizar os nossos animais e as colónias de gatos.

Divulguem, enviem a um amigo.

Obrigada

Ana Duarte

Sesimbra, 29 de Junho de 2009



O destino dos animais é muito mais importante para mim do que o medo de parecer ridiculo – Émile Zola"

www.bianca.pt

http://biancaassociacao.blogspot.com

Ana Duarte 964423018
Rosa Zegre 969174268

"Os cães são a nossa ligação ao paraíso. Não conhecem o mal, a inveja ou a insatisfação" Milan Kundera

"O Homem tem feito na Terra um inferno para os animais." - Arthur Schopenhauer

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Ajuda para a Associação Bianca!

Na impossibilidade de fazer muito mais, para além daquilo que já faço, pois sempre que posso ajudo a associação e outros animais de rua, assim como pessoas que recolhem animais de rua e o Jardim Zoológico, e possuidora já de sete animais, venho deixar aqui o meu pedido de ajuda para esta associação. A Bianca ENVIOU-ME HOJE ESTE MAIL:

 

Amigos
Numa semana recolhemos  3 animais acidentados, para além dos vários abandonados.
O Blacky não teve sorte e morreu. Os vizinhos pensaram que ele tinha sido envenenado e deram-lhe azeite. MORREU!
Nuxa foi atropelada em cima de uma passadeira e o condutor não se dignou a parar. É normal !!!! Partiu-lhe a bacia em dois lados e ela está prenha. Já foi operada, em breve será tambem esterilizada.
O Mickey foi encontrado na berma de uma estrada com fractura numa pata. Já foi tambem operado e tem fixadores externos.
Recolhemos ontem 8 cachorros de porte grande, com 2 meses e meio. Viviam na berma da EN. Foram ontem vacinados, desparasitados e chipados. São de adopção MUITO URGENTE!!!!
Quatro cahorros, de porte médio, cuja mãe foi encontrada morta, atropelada,  foram tambem encontrados no mato, com 3 semanas, tinham comido terra e pedra, pensa-se que durante 3 dias estiveram sem a progenitora. Estão em FAT há semanas e no próximo dia 2 de Maio encontram-se disponoiveis, pois serão vacinados e chipados.
Pedimos apoio/madrinhas/padrinhos URGENTE para ajudar nas despesas.
E familias para adopção.
Este ano a Bianca tinha recolhido até ontem 135 animais. Até hoje recolheu 144, um record.
Obrigada
Ana Duarte
Sesimbra, 23 de Abril de 2009
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quarta-feira, 15 de abril de 2009

A recaída é geral

A recaída é geral.
Força zero,dores nas articulações, barriga inchada com gases e fezes moles, sensação de queimadura, idas frequentes a casa de banho mesmo durante a noite, vontade de urinar a toda a hora sem controlo, dificuldade em dormir mesmo com tratamento, alergias respiratórias de novo, muita aflição na garganta nariz e ouvido esquerdo, boca amarga e seca com a língua colada ao céu da boca de manhã e branca.

Resultado das ultimas analises
: tudo normal

Vontade de deitá-las directo no lixo! 70€ deitados à rua, amanhã vou repetir tudo de novo.

Deus me dê força, dinheiro e coragem!

Voltei a fazer dieta mais rigorosa, se bem que nunca mais comi pão batata açúcar, nada com fermento ou leveduras, vinhos, queijo nem leite.
Estou a introduzir um novo anti-fungico homeopático, mas não sei...meu fígado já reage muito mal a certos tratamentos.
depois se verá...

Que me desculpem os médicos por reconhecer a vossa ignorância no que toca a problemas derivados deste fungo, a cândida albicans, quando por esse mundo existe tanta gente a sofrer do mesmo e sem qualquer apoio.

Especializem-se mais em medicina estética e estética dentária que é o que está a dar, e esqueçam-se de apoiar quem precisa e continuem resolvendo os problemas mandando estas pessoas para psiquiatria e psicologia, porque é o que vocês fazem quando não sabem resolver um problema como este.

No meu blog entram diariamente, umas 100 pessoas que sofrem deste problema, que se sentem perdidas e sem apoio.

A minha luz foi uma senhora que encontrei um dia no alérgologista, que havia passado pelo mesmo que eu me direccionou para um médico homeopático.
Conhecer o meu inimigo foi a minha maior ajuda. Mudar a minha alimentação, foi a minha segunda maior ajuda, a vacina contra a cândida está a ser outra das minhas armas, mas espero que num futuro próximo as coisas melhorem no diz respeito a este tipo de enfermidade.

terça-feira, 17 de março de 2009

Se Foi Atacado Pela Cândida Albicans e Como os outros o Vão Tratar...

Se Foi Atacado Pela Cândida Albicans e Como os outros o Vão Tratar...
Pois..os médicos, esses vão procurar n doenças que você não tem e que são as que eles conhecem bem e não vão encontrar nada, ( o meu caso), não antes de me arranjarem muitas doenças que eu não tinha, de me operarem á sinusite, (fiquei muito pior), perdi o resto das defesas que tinha. Por fim se você for jovem vão manda-la para um médico dos nervos, se for mais velha vão dizer que é uma pré-menopausa ou menopausa e por aí. Os amigos e família vão acha-la uma grande chata que se queixa por tudo e nada sem razão e que é paranóica.

Foi assim que faziam sentir. Chata e paranóica, burra (cansaço, esgotamento).

Muitas vezes caí em frente a este computador de cansaço para pesquisar entender e escrever o que se passa comigo, e assim, ser útil a outras pessoas ( muitas) que aqui vêm ter com queixas muito parecidas ou iguais, e se sentem como eu, e vivem o mesmo drama que eu.
Senti revolta e ódio...um ódio e uma revolta incontida pela incompreensão!

Hoje levanto-me melhor e pior...o tempo influência imenso este estado de saúde. Por vezes não durmo nada, a fome e a vontade de urinar obrigam-me a levantar ( da doença) o cansaço e os nervos atacam...mas música, ponho musica calma alegre mas não triste!

Sempre que posso vejo coisas alegres e sempre que posso saio e ando. Luz! Preciso de luz...sol, tudo o que traga alegria. Afasto de mim tudo o que é negativo ( porque para mim já tenho que chegue) e afastei-me de todas as pessoas que me incomodam, e não me compreenderam quando precisei...
Amo todos os que me amam e não guardo raiva de ninguém, porque esse é um sentimento negativo. Só os ignoro.

Esta doença não quer stress, ela só por si já é um stress. É fácil eu começar a tremer por tudo e nada. no inicio pensava que era efeito da anestesia e tratei-me aos nervos. Mas não! É mesmo assim...debilidade isso sim. Os olhos também ficavam por vezes embaciados, poderia ser falta de óculos ou os óculos sujos mas não! O ouvido ardia e doía mas não era Otite. Todos aqueles sintomas passam vem outros, todo o corpo fica atacado e nós quase enlouquecemos...

Sinto muita pena daquelas pessoas que não tem acesso a informação ou que não sabem nem conseguem adquiri-la. Penso que o suicídio deve ser muitas vezes o caminho mais fácil para certas pessoas que não têm qualquer apoio neste quadro.

Felizmente, neste momento já se fazem muitas pesquisas nesta direcção e certamente muito em breve vai ser mais fácil diagnosticar este mal, que parece ser um mal do século. Uma doença do mundo actual, desconhecida para a nossa medicina, provocada na maior parte das vezes por falta da qualidade de vida, do ar que respiramos e da alimentação que temos.
Altamente contagiosa nos hospitais, hoje fujo desses sítios como o diabo foge da cruz. Infelizmente de vez enquando vou lá bater.

Sempre que me for possível vou aqui deixando e ajudando com a minha experiência aqueles que desde mal padecem.
Continuo a aumentar a dose da vacina cândida Albicans, faço-o religiosamente a cada quinze dias e finalmente parece que agora (quatro anos passados ) estou no caminho certo. Analises e exames constantes de cultura e outros tratamentos de homeopatia para além da alimentação rigorosa e difícil de seguir, porem vital para eliminar e não alimentar o fungo. Até breve

segunda-feira, 16 de março de 2009

Declaração Universal dos Direitos dos Animais

1 - Todos os animais têm o mesmo direito a vida.

2 - Todos os animais têm direito ao respeito e a proteção do homem.

3 - Nenhum animal deve ser maltratado.

4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres em seu habitat.

5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca abandonado.
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6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.

7 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.

8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra os animais.

9 - Os direitos dos animais devem ser defendidos por lei.

10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.

Preâmbulo

Considerando que todo animal possui direitos;

Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza;

Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito a existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo;

Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há perigo de continuar a perpetrar outros;

Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante;

Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais,

Proclama-se o seguinte

Artigo 1°

Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.

Artigo 2°

1 - Todo animal tem o direito a ser respeitado.

2 - O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de por os seus conhecimentos ao serviço dos animais.

3 - Todo animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.

Artigo 3°

1 - Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a tratos cruéis.

2 - Se for necessário matar um animal, ele deve ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.

Artigo 4°

1 - Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.

2 - Toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos é contrária a este direito.

Artigo 5°

1 - Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.

2 - Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.

Artigo 6°

1 - Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural.

2 - O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.

Artigo 7°

Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.

Artigo 8°

1 - A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompativel com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.

2 - As técnicas de substituição devem ser utilizadas e desenvolvidas.

Artigo 9°

Quando o animal é criado para alimentação, ele deve ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que isso resulte para ele nem ansiedade nem dor.

Artigo 10°

1 - Nenhum animal deve ser explorado para divertimento do homem.

2 - As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.

Artigo 11°

Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é, um crime contra a vida.

Artigo 12°

1 - Todo o ato que implique a morte de um grande número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.

2 - A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.

Artigo 13°

1 - O animal morto deve ser tratado com respeito.

2 - As cenas de violência de que os animais são vítimas devem ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.

Artigo 14°

1 - Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.

2 - Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Para Quem Gosta, Estima e Ama Animais.

Para quem gosta, estima e ama animais. Ajudar esta associação que está cheia de animais doentes é um bem de caridade e uma demonstração de bons princípios. Se não pode ter animais pode certamente ajudar a tratá-los e a alimentá-los. Muitos poucos fazem o "muito", AJUDE!


"ASSOCIAÇÃO DE PROTECÇÃO AOS ANIMAIS SEM LAR DO CONCELHO DE SESIMBRA
Organização sem fins lucrativos. A nossa missão é salvar animais abandonados e animais em risco e promover a adopção de animais. A Bianca sensibiliza o público para o enorme problema da superpopulação animal e da importância da castração de todos os animais para pôr fim ao sofrimento animal. Conta CGD 0771016360530 NIB 0035 0771 00016360530 29
para isso basta contribuir com pouco ou com aquilo que quiser:"
http://biancaassociacao.blogspot.com

Contactos

* Morada: Apartado 55 - 2971-909 Sesimbra
* Mail: sesimbra.bianca@gmail.com
* telefone:
* Ana Duarte 964423018
* Rosa Zegre 969174268

Eu, Conceição Ramos, que sou apenas uma porta-voz agradeço desde já, por esses animais tão sozinhos e indefesos e doentes. Obrigada

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Mais uma Deslocação ao Instituto de Alergologia /Imunologia Amanhã

Mais uma deslocação ao instituto de Alergologia /imunologia amanhã, passou a fazer parte da minha rotina.
Primeiro dou a vacina com uma médica depois sigo para consulta com o professor. Veremos o que ele me vai dizer das novas alterações que estou a ter, pois as temperaturas voltaram-me a cair e portanto a força também. Dói-me o corpo todo como se estivesse sempre com gripe, o fígado estourou de tanto coisa que tomei e como está frio estou a comer mais hidratos de carbono, pois não aguento a fome que me dá todos os dias.

Vamos ver... as mucosas também estão mais fragilizadas, amanhã dou noticias...

sábado, 20 de dezembro de 2008

Hoje Fui Ao Médico....

Hoje Fui Ao Médico....

Chegou o resultado dos meus exames feitos na Alemanha. Na realidade os médicos não estavam a conseguir me tratar...hoje por momentos receei, receber alguma noticia má, apesar do meu bom senso me dizer, que não havia nada mais, para além do que já há!

Conheço muito bem o meu organismo e os quadros que apresenta...tudo se encaixava dentro do quadro da alergia por cândida Albicans. A verdade é que quando iniciei uma dieta anti-cândida, introduzi soja e derivados na minha alimentação e comecei a desencandear uma série reacções do sistema hepático.

Um estudo feito no estrangeiro ao meu sangue determinou-me uma série de sensibilidades alimentares e a alguns aditivos. Entre eles encontrava-se a soja e seus derivados. Por isso a coisa estava a complicar. Agora já sei... entre outros alimentos, nada de soja!!

Bem os exames feitos num laboratório na Alemanha, que me custaram os olhos da cara, foram conclusivos:

* Não Estou Infectada.
*Estou a começar a ganhar defesas no intestino, mas tenho de melhorar o processo de de reabsorção das mucosas que ainda se encontram muito debilitadas.
*O nível de actividade do sistema imune das mucosas estava diminuído.
* desenvolvo uma seria de reacções alérgicas á cândida albicans a nível interno muito elevadas.
* o meu caso é pouco comum e pouco conhecido
nunca tive candidiase vaginal mas tive todos as outras situações por ela causadas.
*Pela minha força de não ceder á doença e de comer correctamente sem cometer qualquer erro ( Pois não cedo a tentações). Agora como quase tudo Biológico e muito me tem ajudado.

Espero estar bem melhor no verão e deste modo estou já pensar em recomeçar ( lá para o Verão) na minha profissão sem exagerar.
Terei de continuar a fazer a vacina não sei durante quantos anos, quem sabe para sempre... mas se tiver de ser será. Desde que eu me sinta bem. Como diz uma senhora minha amiga com um problema idêntico "Tomamos a Vacina como um alimento".