Quero aqui postar uma homenagem a um Senhor que conheci pessoalmente e que tratou de mim faz anos. Depois de três meses internada num hospital de onde saí muito debilitada e com os intestinos sem funcionar, tive conhecimento deste Senhor que procurei e me ajudou em poucas semanas, pena tive que o sistema não me tenha deixado continuar a seguir sempre a mesma linha na saúde. Conheci-o aos 93 anos e consegui com ele o que levei anos a tratar em vão na medicina dita "cientificamente provada", pena que mais tarde a tenha abandonado certamente não estaria como voltei a ficar anos mais tarde pela mão da "cientificamente provada medicina", que venham ao mundo muitos Drsº Indíveri Colucci|
Conceição Ramos.
"Seja qual for a crítica que se possa ou deva fazer hoje ao método terapêutico e aos princípios neo-hipocráticos de Indíveri Colucci, nascido em 8 de Dezembro de 1879 e falecido em 1988, com 109 anos de idade, todos teremos que reconhecer quanto lhe deve a medicina natural portuguesa.
Ele não foi o pioneiro mas foi o que mais batalhou - mais anos e com mais força - a favor do grande princípio hipocrático de que a natureza é que cura.
Não foi o pioneiro e o precursor, mas foi aquele que lutou, durante décadas, contra o obscurantismo dos que o acusavam de obscurantista e charlatão. A Ordem dos Médicos instaurou-lhe mais de 10 processos por charlatanismo e nem um só conseguiu ganhar.
A defendê-lo, Colucci tinha os milhares de doentes que curou ao longo dos anos.
Lembrá-lo e estudar-lhe a obra (ainda válida em muitos e variados aspectos) é o mínimo que se pode esperar da actual classe terapêutica.
Dialogar com os livros que ele deixou, ampliar-lhe as hipóteses de trabalho, submeter a sua doutrina à prática, prolongar, de maneira criadora, o sistema por ele preconizado - é a melhor homenagem a prestar-lhe.
Nos últimos anos de vida, empenhou-se em transformar o Instituto de Paço de Arcos, em uma escola de medicinas alternativas. O projecto fora apresentado ao ministro da saúde de então: uma escola, um hospital e uma clínica.
Colucci pensou que, em Portugal, um bom projecto e uma boa intenção, bastariam para vingar. Onde ele se foi meter. Aquilo de que qualquer governo de bom senso se poderia orgulhar, sofreu todos os boicotes possíveis e nunca foi avante."
segunda-feira, 30 de abril de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Fui ver meu marido ao hospital
Fui ver meu marido ao hospital...é uma sensação estranha quando se tem problemas de saúde e se vai ver alguém querido, parece-me que sei tudo o que eles sentem...mas afinal, sou eu que penso que eles passam o que eu passei e passo. Não posso ficar lá a dormir, meu médico pediu-me que evitasse...felizmente não é sempre assim com os outros. Deixei o hospital com uma vontade enorme de ficar lá toda a noite, com receio que ele precise de mim e eu não esteja presente. Antes de sair do quarto fui deixar na enfermeira meu numero de telemóvel, e chamei a atenção delas para o facto dos olhos dele muito vermelhos, especialmente o direito e pedi para lhe molharem os lábios secos...depois saí porque eram 10h da noite, mas fiquei espreitando um pouco através da porta as reacções dele. Depois de sairmos de lá ele começou fazendo cara de dor... bem sei que acabou de sair do bloco operatório, mas só vou relaxar quando voltar a estar com ele amanhã de manhã. pelo menos teve a família toda a volta a dar-lhe mimos. É bom sabermos que nestas situações não estamos sozinhos.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
BURZYNSKI, O FILME - O CANCRO É UM GRANDE NEGÓCIO (2011) LEGENDA PT
Nada para dizer a não ser...nós doentes somos uma grande fortuna para a nossa medicina
Etiquetas:
;Exames; Cancro; Hepatite,
alergias causadas por fungos,
cândida como fermento,
candidiase sistémica,
sistema anti-vida,
sistema imunitário
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Anúncio 20863 :: Encontra-me.org, Procura-se este Cãozinho
Procura-se este Cãozinho
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sábado, 21 de abril de 2012
É apenas um Bebé, e já sofreu tanto...

sexta-feira, 20 de abril de 2012
EXEMPLO?? "Portugal é um exemplo do que deve ser evitado, diz ministro das Finanças" -
Este Senhor está cego? Ou veio de outro planeta e não sabe a realidade do povo português? Já agora questiono-me o que vão eles fazer quando acabarem os seus mandatos..viver em Portugal não deve ser certamente, seria demasiado perigoso. O tempo da memória curta está a chegar ao limito.
Portugal é um exemplo do que deve ser evitado, diz ministro das Finanças - Economia - PUBLICO.PT
Portugal é um exemplo do que deve ser evitado, diz ministro das Finanças - Economia - PUBLICO.PT
quinta-feira, 19 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
A Suíça é o único pais do mundo com abrigos nucleares
Bunkers para todos
Uma imagem familiar para qualquer suíço: a entrada de um abrigo nuclear
Uma imagem familiar para qualquer suíço: a entrada de um abrigo nuclear (RDB)
Hotel Zero Estrelas: uma noite no abrigo nuclear
Antigos bunkers militares ganham novas finalidades
A Suíça é o único pais do mundo com abrigos nucleares, capazes de acomodar toda sua população, caso um dia isso seja necessário.
"Mas porque seria necessário uma porta blindada na entrada da adega de seu apartamento?" Dá para compreender o espanto do amigo italiano ao visitar o edifício. Ele nunca havia entrado em local semelhante.
Adega? Bem, o espaço está meio cheio de garrafas de vinho, livros velhos, um freezer e roupas usadas ... mas, isto não é uma adega. Nosso amigo simplesmente se viu, pela primeira vez, diante do que é nosso abrigo atómico.
Com uma grossa porta blindada, um sistema próprio de ventilação e filtro contra gases, os cerca de 25 condóminos de nosso prédio sobreviveriam, mesmo que acontecesse algo terrível como uma explosão nuclear.
Esses suíços! Paranóicos e obcecados por segurança! - é o que nosso amigo deve ter pensado. E provavelmente há um fundo de verdade nessa sua maneira de pensar. Basta dizer que o suíço gasta mais do que qualquer outra nação no mundo (mais de 20% de seu orçamento) para se garantir contra tudo e contra todos. Além disso, há outra razão bem mais simples: trata-se de uma exigência legal.
Espaço para toda a população
"Da mesma forma que cada cidadão deve ter um abrigo, que, de sua residência, possa ser alcançado rapidamente", os "proprietários de apartamentos são obrigados a construir refúgios em todos os novos edifícios", de acordo com os arts. 45 e 46, da Lei Federal Suíça sobre Protecção Civil.
Esta é a razão pela qual a maioria dos edifícios construídos a partir da década de 60 (a primeira lei sobre o assunto foi aprovada em 4 de Outubro de 1963) já possui abrigo atómico. Em 2006, havia 300 mil abrigos em residências, instituições e hospitais, bem como 5.100 abrigos públicos, proporcionando protecção para um total de 8.6 milhões de cidadãos – um grau de cobertura de 114%.
Campeões Mundiais
Se construir abrigos atómicos fosse uma prova olímpica, a Suíça, com certeza, ganharia medalha de ouro. Basta dar uma rápida olhada, mundo a fora, para se ter certeza de que ninguém rivaliza com ela nesse aspecto.
Os mais próximos competidores são a Suécia e a Finlândia. Mas, com 7,2 e 3,4 milhões de lugares protegidos respectivamente (representando uma cobertura de aproximadamente 81% e 70%, respectivamente), conseguiriam no máximo uma medalha de prata.
A situação nos outros países europeus não chega aos pés da Suíça. Na Áustria, por exemplo, a cobertura é de 30 por cento, mas a maioria dos abrigos não têm um sistema de ventilação. Na Alemanha, o nível nacional de cobertura não passa de três por cento.
Em áreas fora da Europa, abrigos são comuns na China, Coreia do Sul, Singapura, Índia... e alguns outros países. Mas em índices de cobertura não ultrapassam os 50 por cento.
Em Israel, existem abrigos para dois terços da população, porém, em muitos casos, estas estruturas são simplesmente protecções em concreto com aberturas. Portanto, sujeitas a chuva radioactiva.
Idade de ouro
A construção sistemática de abrigos atómicos na Suíça, durante a segunda metade da década de 60, foi provocada pelo receio generalizado de um ataque nuclear e pelo fantasma de uma invasão soviética. "A neutralidade não dá garantias contra a radioactividade", era um dos slogans da campanha na época.
A construção de abrigos atingiu seu pico em meados da década de 70, com uma média anual entre 300 mil e 400 mil lugares protegidos. Actualmente, esse volume gira em torno dos 50.000 anuais.
Durante alguns anos, a Suíça ostentou, orgulhosamente, a marca de possuir o maior projecto da protecção civil em todo o mundo: No túnel de Sonnenberg, em Lucerna, era possível abrigar até 20.000 pessoas.
Nos sete níveis acima do túnel, inaugurado em 1976, havia um hospital, um teatro operacional, um estúdio de radio, um centro de comando ... Entretanto, essa infra-estrutura, abandonada em 2006, era deficiente sob vários aspectos. As portas, por exemplo, tinham 1,5 metros de espessura e pesavam 350 mil quilos, mas não fechavam hermeticamente.
E os construtores não levaram em conta um outro dado muito simples: os grandes problemas psicológicos e de logística, diante de uma enorme concentração de pessoas.
Políticas inalteradas
Com o fim da Guerra Fria e uma nova situação, na política de segurança, muitos países introduziram mudanças radicais na sua filosofia de protecção. Por exemplo, na Noruega, em 1998, as autoridades revogaram legislação relativa à construção de abrigos atómicos.
Mas, na Suíça, não houve mudanças. Em 2005, um parlamentar (Pierre Kohler) apresentou projecto suspendendo a obrigatoriedade de construir abrigos em residências particulares. Ele salientou a inutilidade dessas "relíquias do passado", as quais, certamente, aumentariam os custos de construção de residências.
No entanto, após análise da situação, o governo concluiu que eles ainda eram úteis, não só em caso de conflito armado, mas também no enfrentamento de um possível ataque terrorista com "armas perigosas", acidentes químicos e as catástrofes naturais. Portanto, os abrigos atómicos continuarão a ter um futuro brilhante na Suíça.
Daniele Mariani, swissinfo.ch
traduzido do italiano por J.Gabriel Barbosa
Uma imagem familiar para qualquer suíço: a entrada de um abrigo nuclear
Uma imagem familiar para qualquer suíço: a entrada de um abrigo nuclear (RDB)
Hotel Zero Estrelas: uma noite no abrigo nuclear
Antigos bunkers militares ganham novas finalidades
A Suíça é o único pais do mundo com abrigos nucleares, capazes de acomodar toda sua população, caso um dia isso seja necessário.
"Mas porque seria necessário uma porta blindada na entrada da adega de seu apartamento?" Dá para compreender o espanto do amigo italiano ao visitar o edifício. Ele nunca havia entrado em local semelhante.
Adega? Bem, o espaço está meio cheio de garrafas de vinho, livros velhos, um freezer e roupas usadas ... mas, isto não é uma adega. Nosso amigo simplesmente se viu, pela primeira vez, diante do que é nosso abrigo atómico.
Com uma grossa porta blindada, um sistema próprio de ventilação e filtro contra gases, os cerca de 25 condóminos de nosso prédio sobreviveriam, mesmo que acontecesse algo terrível como uma explosão nuclear.
Esses suíços! Paranóicos e obcecados por segurança! - é o que nosso amigo deve ter pensado. E provavelmente há um fundo de verdade nessa sua maneira de pensar. Basta dizer que o suíço gasta mais do que qualquer outra nação no mundo (mais de 20% de seu orçamento) para se garantir contra tudo e contra todos. Além disso, há outra razão bem mais simples: trata-se de uma exigência legal.
Espaço para toda a população
"Da mesma forma que cada cidadão deve ter um abrigo, que, de sua residência, possa ser alcançado rapidamente", os "proprietários de apartamentos são obrigados a construir refúgios em todos os novos edifícios", de acordo com os arts. 45 e 46, da Lei Federal Suíça sobre Protecção Civil.
Esta é a razão pela qual a maioria dos edifícios construídos a partir da década de 60 (a primeira lei sobre o assunto foi aprovada em 4 de Outubro de 1963) já possui abrigo atómico. Em 2006, havia 300 mil abrigos em residências, instituições e hospitais, bem como 5.100 abrigos públicos, proporcionando protecção para um total de 8.6 milhões de cidadãos – um grau de cobertura de 114%.
Campeões Mundiais
Se construir abrigos atómicos fosse uma prova olímpica, a Suíça, com certeza, ganharia medalha de ouro. Basta dar uma rápida olhada, mundo a fora, para se ter certeza de que ninguém rivaliza com ela nesse aspecto.
Os mais próximos competidores são a Suécia e a Finlândia. Mas, com 7,2 e 3,4 milhões de lugares protegidos respectivamente (representando uma cobertura de aproximadamente 81% e 70%, respectivamente), conseguiriam no máximo uma medalha de prata.
A situação nos outros países europeus não chega aos pés da Suíça. Na Áustria, por exemplo, a cobertura é de 30 por cento, mas a maioria dos abrigos não têm um sistema de ventilação. Na Alemanha, o nível nacional de cobertura não passa de três por cento.
Em áreas fora da Europa, abrigos são comuns na China, Coreia do Sul, Singapura, Índia... e alguns outros países. Mas em índices de cobertura não ultrapassam os 50 por cento.
Em Israel, existem abrigos para dois terços da população, porém, em muitos casos, estas estruturas são simplesmente protecções em concreto com aberturas. Portanto, sujeitas a chuva radioactiva.
Idade de ouro
A construção sistemática de abrigos atómicos na Suíça, durante a segunda metade da década de 60, foi provocada pelo receio generalizado de um ataque nuclear e pelo fantasma de uma invasão soviética. "A neutralidade não dá garantias contra a radioactividade", era um dos slogans da campanha na época.
A construção de abrigos atingiu seu pico em meados da década de 70, com uma média anual entre 300 mil e 400 mil lugares protegidos. Actualmente, esse volume gira em torno dos 50.000 anuais.
Durante alguns anos, a Suíça ostentou, orgulhosamente, a marca de possuir o maior projecto da protecção civil em todo o mundo: No túnel de Sonnenberg, em Lucerna, era possível abrigar até 20.000 pessoas.
Nos sete níveis acima do túnel, inaugurado em 1976, havia um hospital, um teatro operacional, um estúdio de radio, um centro de comando ... Entretanto, essa infra-estrutura, abandonada em 2006, era deficiente sob vários aspectos. As portas, por exemplo, tinham 1,5 metros de espessura e pesavam 350 mil quilos, mas não fechavam hermeticamente.
E os construtores não levaram em conta um outro dado muito simples: os grandes problemas psicológicos e de logística, diante de uma enorme concentração de pessoas.
Políticas inalteradas
Com o fim da Guerra Fria e uma nova situação, na política de segurança, muitos países introduziram mudanças radicais na sua filosofia de protecção. Por exemplo, na Noruega, em 1998, as autoridades revogaram legislação relativa à construção de abrigos atómicos.
Mas, na Suíça, não houve mudanças. Em 2005, um parlamentar (Pierre Kohler) apresentou projecto suspendendo a obrigatoriedade de construir abrigos em residências particulares. Ele salientou a inutilidade dessas "relíquias do passado", as quais, certamente, aumentariam os custos de construção de residências.
No entanto, após análise da situação, o governo concluiu que eles ainda eram úteis, não só em caso de conflito armado, mas também no enfrentamento de um possível ataque terrorista com "armas perigosas", acidentes químicos e as catástrofes naturais. Portanto, os abrigos atómicos continuarão a ter um futuro brilhante na Suíça.
Daniele Mariani, swissinfo.ch
traduzido do italiano por J.Gabriel Barbosa
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quinta-feira, 12 de abril de 2012
Teste da Disbiose Intestinal.
Teste da Disbiose Intestinal. Conhece? Não? quer saber como está seu organismo suas mucosas? quer saber se tem defesas a essa levedura que está por aí fazendo estrago no seu corpo chamado cândida albicans ou outra qualquer? Quer saber se tem bactérias boas no seu organismo capaz de o defender de uma invasão por cândida? Então o melhor é não perder mais tempo com analises que não o levam a nada, que nunca acusam nada, enquanto seu corpo vai sofrendo as consequências e uma invasão por levedura ou outras, peça a seu médico ou vá a outro qualquer particular (a maioria dos médicos desconhece estes exames) uma Disbiose Intestinal. O exame é feito num laboratório, mas são poucos os que o fazem. As fezes são recolhidas em casa e metidas nuns tubos de ensaio com um liquido, durante três dias O kit que lhe é entregue pelo laboratório, é depois recolhido e enviado para um laboratório fora de Portugal. Estes exames não tem apoios do Estado, porque nosso Estado não equilibra a saúde só trata a doença, que é uma fonte de riqueza, por isso ficamos eternamente doentes já que as drogas trazem claro, outras doenças e cada dia piores. Os antibióticos são uma das maiores provas disso. Enquanto tratam uma infecção, matam tudo o resto que é essencial á vida e nos faz falta, destruindo nosso sistema imunitário.
São portanto um dos grandes causadores das infecções por cândida, que aproveitando o estado de debilidade da pessoa, numa altura em que de antibiótico a antibiótico, tentando destruir infecções que contraem, matando também suas bactérias boas e necessárias á defesa do organismo no intestino.
O bom funcionamento intestinal é fundamental para manter o organismo saudável e ... este equilíbrio, também conhecido na ciência como simbiose intestinal.
Saiba mais sobre:
Disbiose Intestinal
Uma boa saúde requer uma digestão e absorção apropriada dos nutrientes. As doenças que afectam o “trânsito” intestinal têm uma prevalência elevada na nossa população. Os sintomas digestivos podem ser indicadores de transtornos próprios do intestino ou manifestações de patologias de outros órgãos ou sistemas.
DISBIOSE é uma “disfunção” do intestino que causa alterações da saúde com contribuição importante no desenvolvimento de processos degenerativos e alterações do sistema imune.
A causa mais frequente de disbiose é um desequilíbrio quantitativo entre os diferentes microorganismos que participam na flora microbiana normal, obviamente na ausência de infecção intestinal. As infecções intestinais dão quadros patológicos, mas nestes casos os agentes agressores são patogénicos.
O estudo da flora intestinal está classicamente dirigido ao isolamento e identificação da flora patogénica (Salmonella, Shigella, E.coli patógenicos, etc.) e os componentes da flora saprófita excluem-se do estudo e são reportados nos resultados como “flora normal” sem outra identificação ou quantificação.
Um estudo exaustivo das fezes é uma ferramenta útil e não invasiva para avaliar a saúde do tracto intestinal, considerando-se nesta avaliação, o estudo microbiológico, vírico (adenovirus, rotavirus) e de parasitas (amebas, flagelados, ciliados, coccidios e helmintas intestinais).
A análise microbiológica específica e a determinação da concentração relativa de cada uma das espécies que fazem parte da flora intestinal, a “flora residente” (E. coli, Enterococcus sp., Lactobacillus sp., Bacteroides sp., Prevotella sp., Bifidobacterium sp., Clostridium sp.), a “flora transitória” (E. coli lactosa negativa, Klebsiella pneumoniae/ oxytoca, Enterobacter cloacae, Citrobacter freundii, Pseudomonas sp., Bacillus sp., Staphilococcus sp., Streptococcus sp) e ocasionalmente a “flora entero-patogénica” (Salmonella sp., Vibrio sp., Yersinia sp., Campylobacter sp., etc.) assim como a presença de leveduras (Candida sp.) e fungos (Geotrichum sp., Aspergillus sp., Mucor sp.) podem ajudar no diagnóstico e na resolução de problemas intestinais associados a processos de DISBIOSE.

Para que a função digestiva se conserve normal – bom estado de saúde – é imprescindível que os diferentes géneros da flora saprófita normal (lactobacilos, bifidobacterias, enterococos, clostridios, etc.) estejam numa determinada proporção entre si, quer dizer em equilíbrio, já que cada um deles tem uma função mais ou menos específica a realizar e o défice de um ou o excesso de outros pode dificultar o funcionamento normal do aparelho digestivo.
Um desequilíbrio quantitativo entre os micro-organismos que constituem a flora saprófita normal, pode dar lugar a disfunções intestinais, que podem afectar a digestão dos alimentos, a sua absorção e o equilíbrio do sistema imunitário intestinal o qual em termos quantitativos é o mais importante de nosso organismo.
A importância da conservação e manutenção da flora intestinal “fisiológica” reside no facto de que esta contribuir para a integridade da mucosa intestinal e favorecer a resistência à colonização de germes patogénicos.
Pode ser solicitada ainda uma avaliação mais alargada que contempla simultaneamente a pesquisa de parasitas (Entamoeba hystolitica, Entamoeba Coli, Entamoeba hartmani; Giardia intestinalis; Dientamoeba fragilis; Chilomastix mesnili; Iodamoeba butchslii; Endolimax nana; Balstocystis hominis; Cryptosporiodium sp.; Cyclospora sp.; Isospora belli; Nemátodos; Tremátodos; Cestodos) adenovirus, rotavirus e pesquisa de antigénios de Helicobacter Pylori e Clostridium difficile. Trata-se do ESTUDO ALARGADO da DISBIOSE.

Realizamos um estudo quantitativo da flora residente, da flora passageira, de leveduras e fungos, o que possibilita uma terapêutica com pré-bióticos ou liofilizados de microrganismos, no caso de se evidenciar um desequilíbrio.
Os processos de DISBIOSE podem estar associados a carências de vitaminas (défice de vitamina B12), à esteatorreia ou ainda a síndromes de mal absorção intestinal, de cólon irritável, más digestões, flatulência, obstipação e diarreia ligeira.
Também pode estar relacionada com processos patológicos não directamente intestinais, mas ligados a fenómenos inflamatórios e imunitários, tais como o eczema atópico, o reumatismo e a fibromialgia entre outros. A disbiose pode produzir um aumento da “permeabilidade intestinal” e ser também causa de intolerâncias alimentares.A Dibiose Intestina.
http://www.cristinasales.pt/Diagnostico-Funcional/Texts/Text.aspx?PageID=172&MVID=1000080
São portanto um dos grandes causadores das infecções por cândida, que aproveitando o estado de debilidade da pessoa, numa altura em que de antibiótico a antibiótico, tentando destruir infecções que contraem, matando também suas bactérias boas e necessárias á defesa do organismo no intestino.
O bom funcionamento intestinal é fundamental para manter o organismo saudável e ... este equilíbrio, também conhecido na ciência como simbiose intestinal.
Saiba mais sobre:
Disbiose Intestinal
Uma boa saúde requer uma digestão e absorção apropriada dos nutrientes. As doenças que afectam o “trânsito” intestinal têm uma prevalência elevada na nossa população. Os sintomas digestivos podem ser indicadores de transtornos próprios do intestino ou manifestações de patologias de outros órgãos ou sistemas.
DISBIOSE é uma “disfunção” do intestino que causa alterações da saúde com contribuição importante no desenvolvimento de processos degenerativos e alterações do sistema imune.
A causa mais frequente de disbiose é um desequilíbrio quantitativo entre os diferentes microorganismos que participam na flora microbiana normal, obviamente na ausência de infecção intestinal. As infecções intestinais dão quadros patológicos, mas nestes casos os agentes agressores são patogénicos.
O estudo da flora intestinal está classicamente dirigido ao isolamento e identificação da flora patogénica (Salmonella, Shigella, E.coli patógenicos, etc.) e os componentes da flora saprófita excluem-se do estudo e são reportados nos resultados como “flora normal” sem outra identificação ou quantificação.
Um estudo exaustivo das fezes é uma ferramenta útil e não invasiva para avaliar a saúde do tracto intestinal, considerando-se nesta avaliação, o estudo microbiológico, vírico (adenovirus, rotavirus) e de parasitas (amebas, flagelados, ciliados, coccidios e helmintas intestinais).
A análise microbiológica específica e a determinação da concentração relativa de cada uma das espécies que fazem parte da flora intestinal, a “flora residente” (E. coli, Enterococcus sp., Lactobacillus sp., Bacteroides sp., Prevotella sp., Bifidobacterium sp., Clostridium sp.), a “flora transitória” (E. coli lactosa negativa, Klebsiella pneumoniae/ oxytoca, Enterobacter cloacae, Citrobacter freundii, Pseudomonas sp., Bacillus sp., Staphilococcus sp., Streptococcus sp) e ocasionalmente a “flora entero-patogénica” (Salmonella sp., Vibrio sp., Yersinia sp., Campylobacter sp., etc.) assim como a presença de leveduras (Candida sp.) e fungos (Geotrichum sp., Aspergillus sp., Mucor sp.) podem ajudar no diagnóstico e na resolução de problemas intestinais associados a processos de DISBIOSE.

Para que a função digestiva se conserve normal – bom estado de saúde – é imprescindível que os diferentes géneros da flora saprófita normal (lactobacilos, bifidobacterias, enterococos, clostridios, etc.) estejam numa determinada proporção entre si, quer dizer em equilíbrio, já que cada um deles tem uma função mais ou menos específica a realizar e o défice de um ou o excesso de outros pode dificultar o funcionamento normal do aparelho digestivo.
Um desequilíbrio quantitativo entre os micro-organismos que constituem a flora saprófita normal, pode dar lugar a disfunções intestinais, que podem afectar a digestão dos alimentos, a sua absorção e o equilíbrio do sistema imunitário intestinal o qual em termos quantitativos é o mais importante de nosso organismo.
A importância da conservação e manutenção da flora intestinal “fisiológica” reside no facto de que esta contribuir para a integridade da mucosa intestinal e favorecer a resistência à colonização de germes patogénicos.
Pode ser solicitada ainda uma avaliação mais alargada que contempla simultaneamente a pesquisa de parasitas (Entamoeba hystolitica, Entamoeba Coli, Entamoeba hartmani; Giardia intestinalis; Dientamoeba fragilis; Chilomastix mesnili; Iodamoeba butchslii; Endolimax nana; Balstocystis hominis; Cryptosporiodium sp.; Cyclospora sp.; Isospora belli; Nemátodos; Tremátodos; Cestodos) adenovirus, rotavirus e pesquisa de antigénios de Helicobacter Pylori e Clostridium difficile. Trata-se do ESTUDO ALARGADO da DISBIOSE.

Realizamos um estudo quantitativo da flora residente, da flora passageira, de leveduras e fungos, o que possibilita uma terapêutica com pré-bióticos ou liofilizados de microrganismos, no caso de se evidenciar um desequilíbrio.
Os processos de DISBIOSE podem estar associados a carências de vitaminas (défice de vitamina B12), à esteatorreia ou ainda a síndromes de mal absorção intestinal, de cólon irritável, más digestões, flatulência, obstipação e diarreia ligeira.
Também pode estar relacionada com processos patológicos não directamente intestinais, mas ligados a fenómenos inflamatórios e imunitários, tais como o eczema atópico, o reumatismo e a fibromialgia entre outros. A disbiose pode produzir um aumento da “permeabilidade intestinal” e ser também causa de intolerâncias alimentares.A Dibiose Intestina.
http://www.cristinasales.pt/Diagnostico-Funcional/Texts/Text.aspx?PageID=172&MVID=1000080
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UM MAL NUNCA VEM SÓ....
Um, dois, três...eu contando e respirando e rindo, levando a vida cheia de boa vontade, um mal nunca vem só costumo dizer. Os homens da família, inclusivo marido, tudo indo direito ao bloco cirúrgico, (pura coincidência ou coisa de homens se apoiando), numa altura de crise, onde os hospitais não me dão confiança alguma e de onde eu fujo como o diabo da Cruz...já não falando do estado da carteira nesta altura do campeonato e do receio que isso me está causando ( pois já lá estive várias vezes e juro que não gostei nada), causa-me uma ansiedade muito grande que eu neste momento dispensava bem. Três em um será mais barato? Brincando brincando mas sem graça...
terça-feira, 10 de abril de 2012
Tratamento ortomolecular
DRAINO-Complex
Uma combinação de plantas, vitaminas e minerais essenciais para a desintoxicação do nosso organismo. Complexo ideal para ajudar o fígado sobrecarregado a realizar a função de eliminação de toxinas.
Engystol
Para activar os sistemas de defesa inespecificos, especialmente em casos de gripe e de infecções, febre.
TRANSITO-Complex
Suplemento alimentício tecnicamente muito elaborado, a base de lecitinas, L-glutamina e FOS, destinado a favorecer a regeneração celular intestinal e a melhorar a impermeabilidade do intestino.
Pro-Symbioflor
Estimular o sistema imunitário.
Uma combinação de plantas, vitaminas e minerais essenciais para a desintoxicação do nosso organismo. Complexo ideal para ajudar o fígado sobrecarregado a realizar a função de eliminação de toxinas.
Engystol
Para activar os sistemas de defesa inespecificos, especialmente em casos de gripe e de infecções, febre.
TRANSITO-Complex
Suplemento alimentício tecnicamente muito elaborado, a base de lecitinas, L-glutamina e FOS, destinado a favorecer a regeneração celular intestinal e a melhorar a impermeabilidade do intestino.
Pro-Symbioflor
Estimular o sistema imunitário.
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