Arritmias toda a semana, os olhos secos e inflamados, as pernas sem força e e as dores musculares, formigueiro do braço e a dormência dos dedos, assim como o não ir à cama, não é mais motivo para eu procurar o medico...
São agora 7.30 da manhã.
Bom dia vou dormir.
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sábado, 14 de maio de 2011
Fibromialgia....
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sábado, 22 de janeiro de 2011
Saiba mais sobre alergias..um mal cada dia maior que afecta pessoas e animais
As reacções alérgicas, também chamadas reacções de hipersensibilidade, são reacções do sistema imunitário em que o tecido corporal normal fica lesado. O mecanismo pelo qual o sistema imunitário defende o corpo é semelhante àquele que produz uma reacção de hipersensibilidade que pode prejudicá-lo. Como consequência, os anticorpos, os linfócitos e outras células, que são componentes protectores do sistema imunitário, participam nas reacções alérgicas tanto como nas reacções às transfusões sanguíneas, na doença auto-imune e na rejeição de um órgão transplantado.
Quando as pessoas falam de uma reacção alérgica, estão a fazer referência às reacções que envolvem os anticorpos da classe imunoglobulina E (IgE). Os anticorpos IgE unem-se a células especiais como os basófilos da circulação e as células gordas dos tecidos. Quando os anticorpos IgE que estão ligados a essas células encontram antigénios, neste caso chamados alergénios, as células vêem-se obrigadas a libertar produtos químicos que lesam os tecidos circundantes. Um alergénio pode ser qualquer coisa (uma partícula de pó, o pólen duma planta, um medicamento ou um alimento) que actue como um antigénio para estimular uma resposta imune.
Por vezes utiliza-se o termo de doença atópica para descrever um grupo de afecções, frequentemente hereditárias, que são mediadas pela IgE, como a rinite alérgica e a asma alérgica. As doenças atópicas manifestam-se pela sua tendência em produzir anticorpos de IgE face a inalantes inofensivos, como o pólen, o bolor, os tegumentos animais e as partículas de pó. O eczema (dermatite atópica) é também uma doença atópica, apesar de nesta perturbação o papel dos anticorpos IgE ser menos claro. No entanto, um indivíduo com uma doença atópica não corre riscos superiores aos outros indivíduos de desenvolver anticorpos IgE face a alergénios injectados, tais como medicamentos ou venenos de insectos.
As reacções alérgicas podem ser ligeiras ou graves. A maioria delas consiste apenas no incómodo que representa o lacrimejar e o ardor nos olhos, além de alguns espirros. No extremo oposto, as reacções alérgicas podem pôr a vida em perigo se causarem uma dificuldade respiratória grave, um mau funcionamento do coração e uma baixa acentuada da tensão arterial, que pode acabar em choque. Este tipo de reacção, chamada anafilaxia, pode afectar as pessoas fracas em situações distintas, como após ingerir certos alimentos, depois de tomar determinados medicamentos ou pela picada de uma abelha.
Diagnóstico
Como cada reacção alérgica é desencadeada por um alergénio específico, o principal objectivo do diagnóstico é identificar esse alergénio. O alergénio pode ser uma planta sazonal ou o produto de uma planta, como o pólen da erva ou a ambrosia, ou uma substância como a caspa do gato, certos medicamentos ou algum alimento em particular. O alergénio pode causar uma reacção alérgica quando se deposita na pele ou quando entra num olho, é inalado, ingerido ou injectado. Com frequência o alergénio consegue ser identificado através de um cuidadoso trabalho de investigação levado a cabo quer pelo médico, quer pelo paciente.
Existem provas que podem ajudar a determinar se os sintomas estão relacionados com a alergia e a identificar o alergénio implicado. Uma amostra de sangue pode revelar muitos eosinófilos, um tipo de glóbulo branco cujo número costuma aumentar durante as reacções alérgicas. A prova cutânea RAST (teste radio-alergo-absorvente) mede as concentrações no sangue de anticorpos IgE específicos de um determinado alergénio, o qual pode ajudar a diagnosticar uma reacção alérgica da pele, uma rinite alérgica estacional ou uma asma alérgica.
As provas cutâneas são mais úteis para identificar alergénios concretos. Para efectuar estes testes injectam-se individualmente na pele da pessoa pequenas quantidades de soluções diluídas, preparadas com extractos de árvores, ervas, pólen, pó, pêlo de animais, veneno de insectos e determinados alimentos, além de certos fármacos. Se o indivíduo for alérgico a uma ou mais dessas substâncias, o local onde se tiver injectado a solução converte-se numa pápula edematosa (uma inflamação com vermelhidão à volta) num prazo de 15 a 20 minutos. A prova RAST pode ser utilizada nos casos em que não seja possível efectuar um teste cutâneo ou em que se não revele seguro executá-lo. Ambas as provas são altamente específicas e precisas, embora o teste cutâneo seja geralmente um pouco mais exacto, costume ser mais económico e permita conhecer de imediato o resultado.
Tratamento
Evitar um alergénio é melhor do que tentar tratar uma reacção alérgica. Evitar uma substância pode implicar deixar de ingerir um determinado medicamento, instalar ar condicionado com filtros, renunciar a ter um animal de companhia em casa ou não consumir certo tipo de alimentos. Por vezes um indivíduo alérgico a uma substância relacionada com um determinado trabalho vê-se obrigado a mudar de emprego. As pessoas com alergias sazonais fortes podem encarar a possibilidade de se transferir para uma região onde não exista esse alergénio.
Outras medidas consistem em reduzir a exposição a um determinado alergénio. Por exemplo, uma pessoa alérgica ao pó da casa pode eliminar todo o mobiliário, tapetes e cortinas que acumulem pó; cobrir colchões e almofadas com protecções plásticas; aspirar o pó e limpar os compartimentos com um pano húmido com bastante frequência; usar ar condicionado para reduzir a elevada humidade interior que favorece a multiplicação dos ácaros do pó e instalar filtros de ar extremamente eficientes.
Dado que alguns alergénios, em especial os transportados pelo ar, não podem ser evitados, os médicos costumam utilizar métodos para bloquear a resposta alérgica e prescrevem medicamentos para aliviar os sintomas.
Imunoterapia alergénica
Quando se não pode evitar um alergénio, a imunoterapia alergénica (injecções contra a alergia) pode fornecer uma solução alternativa. A imunoterapia consiste em injectar quantidades diminutas de alergénio sob a pele em doses gradualmente maiores até chegar a um nível de manutenção. Este tratamento estimula o organismo a produzir anticorpos bloqueadores ou neutralizantes que possam evitar uma reacção alérgica. Finalmente, o nível de anticorpos IgE, que reagem com o antigénio, também pode descer. A imunoterapia deve ser executada com cuidado, porque uma exposição demasiado antecipada a uma dose elevada de alergénio pode desencadear outra reacção alérgica.
Apesar de muitas pessoas poderem ser submetidas a uma imunoterapia alergénica e os estudos demonstrarem que ela é benéfica, a relação custo-eficácia e risco-benefício nem sempre é favorável. Algumas pessoas e certas alergias tendem a responder melhor do que outras. A imunoterapia é com mais frequência utilizada por indivíduos alérgicos ao pólen, aos ácaros do pó da casa, ao veneno dos insectos e ao pêlo animal. No caso da alergia a certos alimentos não se recomenda a imunoterapia devido ao risco de anafilaxia.
O processo atinge a sua eficácia máxima quando se fazem injecções de manutenção durante todo o ano. De início, os tratamentos são habitualmente praticados uma vez por semana; a maioria das pessoas pode prosseguir com injecções de manutenção cada 4 ou 6 semanas.
Dado que uma injecção de imunoterapia pode provocar reacções adversas, os médicos costumam insistir para que o paciente permaneça no seu consultório durante pelo menos 20 minutos após a injecção. Os espirros, a tosse, a vermelhidão, a sensação de formigueiro, o ardor, a opressão no peito, a respiração ofegante e a urticária são tudo sintomas possíveis de uma reacção alérgica. Se o indivíduo apresenta sintomas ligeiros, a medicação (geralmente anti-histamínicos, como a difenhidramina e a clorfeniramina) pode ajudar a interromper a reacção alérgica. As reacções mais graves requerem uma injecção de adrenalina.
Anti-histamínicos
Os anti-histamínicos são os fármacos mais vulgarmente utilizados para tratar as alergias (mas não devem usar-se para tratar a asma). No organismo há dois tipos de receptores de histamina: histamina 1 (H1) e histamina 2 (H2). O termo anti-histamínico costuma fazer referência aos medicamentos que bloqueiam o receptor de histamina1; a estimulação desse receptor com histamina produz lesões nos tecidos. Os bloqueadores de histamina1 não deveriam ser confundidos com os fármacos que bloqueiam o receptor de histamina2 (bloqueadores H 2), que são utilizados para tratar as úlceras pépticas e a azia.
Muitos dos efeitos desagradáveis, mas de importância menor, que uma reacção alérgica provoca (ardor nos olhos, pingo no nariz e picadas na pele) são causados pela libertação de histamina. Outros efeitos da histamina, como a falta de ar, a baixa da pressão arterial e o edema da garganta, que pode impedir a passagem do ar, são mais perigosos.
Todos os anti-histamínicos têm efeitos similares; diferem muito é nos seus indesejáveis efeitos adversos. Quer os efeitos pretendidos, quer os geralmente indesejados variam substancialmente conforme o anti-histamínico específico e a pessoa que o usa. Por exemplo, alguns anti-histamínicos têm um efeito sedativo maior do que outros, apesar de a susceptibilidade a este efeito variar de forma considerável. Em alguns casos, os efeitos geralmente considerados indesejáveis podem ser utilizados em benefício da pessoa. Por exemplo, dado que alguns anti-histamínicos têm o que se designa por efeitos colinérgicos (que secam as mucosas), podem ser empregues no alívio da rinorreia nasal causada por uma constipação.
Alguns anti-histamínicos podem ser adquiridos sem receita médica (são de venda livre); podem ser de acção breve ou prolongada e é possível combiná-los com descongestionantes, que contraem os vasos sanguíneos e ajudam a reduzir a congestão nasal. Outros anti-histamínicos necessitam de prescrição e supervisão médicas.
A maioria destes medicamentos tende a causar sonolência. De facto, dado o seu poderoso efeito sedativo, os anti-histamínicos são o ingrediente activo em muitos dos produtos de venda livre que ajudam a conciliar o sono. A maioria dos anti-histamínicos tem também fortes efeitos anticolinérgicos, que podem provocar confusão, enjoo, secura da boca, prisão de ventre, dificuldade em urinar e visão turva, em particular nos idosos. De qualquer modo, a maioria das pessoas não sofre efeitos secundários e pode utilizar medicamentos de venda livre, que custam muito menos do que os anti-histamínicos não sedativos vendidos apenas com receita. A sonolência e outros efeitos secundários podem ser minimizados começando com uma dose pequena e aumentando-a gradualmente até chegar a uma dose que consiga combater os sintomas. Actualmente existe um grupo de anti-histamínicos não sedativos que, além disso, não produz efeitos anticolinérgicos. Neste grupo estão o astemizol, a cetirizina, a loratadina e a terfenadina.
Tipos de reacções alérgicas
Os diferentes tipos de reacções alérgicas são geralmente classificados de acordo com a sua causa, a parte do corpo mais afectada e ainda alguns outros factores.
A rinite alérgica é uma reacção alérgica muito comum. Trata-se de uma alergia às partículas que o ar transporta (em regra pólen e ervas, mas por vezes bolores, pós e pêlo de animais) e que provocam espirros, ardor, rinorreia ou congestão nasal, ardor cutâneo e irritação nos olhos. A rinite alérgica pode ser estacional ou perenial (durante todo o ano).
Fonte: Manual Merck
Manual Merck
Quando as pessoas falam de uma reacção alérgica, estão a fazer referência às reacções que envolvem os anticorpos da classe imunoglobulina E (IgE). Os anticorpos IgE unem-se a células especiais como os basófilos da circulação e as células gordas dos tecidos. Quando os anticorpos IgE que estão ligados a essas células encontram antigénios, neste caso chamados alergénios, as células vêem-se obrigadas a libertar produtos químicos que lesam os tecidos circundantes. Um alergénio pode ser qualquer coisa (uma partícula de pó, o pólen duma planta, um medicamento ou um alimento) que actue como um antigénio para estimular uma resposta imune.
Por vezes utiliza-se o termo de doença atópica para descrever um grupo de afecções, frequentemente hereditárias, que são mediadas pela IgE, como a rinite alérgica e a asma alérgica. As doenças atópicas manifestam-se pela sua tendência em produzir anticorpos de IgE face a inalantes inofensivos, como o pólen, o bolor, os tegumentos animais e as partículas de pó. O eczema (dermatite atópica) é também uma doença atópica, apesar de nesta perturbação o papel dos anticorpos IgE ser menos claro. No entanto, um indivíduo com uma doença atópica não corre riscos superiores aos outros indivíduos de desenvolver anticorpos IgE face a alergénios injectados, tais como medicamentos ou venenos de insectos.
As reacções alérgicas podem ser ligeiras ou graves. A maioria delas consiste apenas no incómodo que representa o lacrimejar e o ardor nos olhos, além de alguns espirros. No extremo oposto, as reacções alérgicas podem pôr a vida em perigo se causarem uma dificuldade respiratória grave, um mau funcionamento do coração e uma baixa acentuada da tensão arterial, que pode acabar em choque. Este tipo de reacção, chamada anafilaxia, pode afectar as pessoas fracas em situações distintas, como após ingerir certos alimentos, depois de tomar determinados medicamentos ou pela picada de uma abelha.
Diagnóstico
Como cada reacção alérgica é desencadeada por um alergénio específico, o principal objectivo do diagnóstico é identificar esse alergénio. O alergénio pode ser uma planta sazonal ou o produto de uma planta, como o pólen da erva ou a ambrosia, ou uma substância como a caspa do gato, certos medicamentos ou algum alimento em particular. O alergénio pode causar uma reacção alérgica quando se deposita na pele ou quando entra num olho, é inalado, ingerido ou injectado. Com frequência o alergénio consegue ser identificado através de um cuidadoso trabalho de investigação levado a cabo quer pelo médico, quer pelo paciente.
Existem provas que podem ajudar a determinar se os sintomas estão relacionados com a alergia e a identificar o alergénio implicado. Uma amostra de sangue pode revelar muitos eosinófilos, um tipo de glóbulo branco cujo número costuma aumentar durante as reacções alérgicas. A prova cutânea RAST (teste radio-alergo-absorvente) mede as concentrações no sangue de anticorpos IgE específicos de um determinado alergénio, o qual pode ajudar a diagnosticar uma reacção alérgica da pele, uma rinite alérgica estacional ou uma asma alérgica.
As provas cutâneas são mais úteis para identificar alergénios concretos. Para efectuar estes testes injectam-se individualmente na pele da pessoa pequenas quantidades de soluções diluídas, preparadas com extractos de árvores, ervas, pólen, pó, pêlo de animais, veneno de insectos e determinados alimentos, além de certos fármacos. Se o indivíduo for alérgico a uma ou mais dessas substâncias, o local onde se tiver injectado a solução converte-se numa pápula edematosa (uma inflamação com vermelhidão à volta) num prazo de 15 a 20 minutos. A prova RAST pode ser utilizada nos casos em que não seja possível efectuar um teste cutâneo ou em que se não revele seguro executá-lo. Ambas as provas são altamente específicas e precisas, embora o teste cutâneo seja geralmente um pouco mais exacto, costume ser mais económico e permita conhecer de imediato o resultado.
Tratamento
Evitar um alergénio é melhor do que tentar tratar uma reacção alérgica. Evitar uma substância pode implicar deixar de ingerir um determinado medicamento, instalar ar condicionado com filtros, renunciar a ter um animal de companhia em casa ou não consumir certo tipo de alimentos. Por vezes um indivíduo alérgico a uma substância relacionada com um determinado trabalho vê-se obrigado a mudar de emprego. As pessoas com alergias sazonais fortes podem encarar a possibilidade de se transferir para uma região onde não exista esse alergénio.
Outras medidas consistem em reduzir a exposição a um determinado alergénio. Por exemplo, uma pessoa alérgica ao pó da casa pode eliminar todo o mobiliário, tapetes e cortinas que acumulem pó; cobrir colchões e almofadas com protecções plásticas; aspirar o pó e limpar os compartimentos com um pano húmido com bastante frequência; usar ar condicionado para reduzir a elevada humidade interior que favorece a multiplicação dos ácaros do pó e instalar filtros de ar extremamente eficientes.
Dado que alguns alergénios, em especial os transportados pelo ar, não podem ser evitados, os médicos costumam utilizar métodos para bloquear a resposta alérgica e prescrevem medicamentos para aliviar os sintomas.
Imunoterapia alergénica
Quando se não pode evitar um alergénio, a imunoterapia alergénica (injecções contra a alergia) pode fornecer uma solução alternativa. A imunoterapia consiste em injectar quantidades diminutas de alergénio sob a pele em doses gradualmente maiores até chegar a um nível de manutenção. Este tratamento estimula o organismo a produzir anticorpos bloqueadores ou neutralizantes que possam evitar uma reacção alérgica. Finalmente, o nível de anticorpos IgE, que reagem com o antigénio, também pode descer. A imunoterapia deve ser executada com cuidado, porque uma exposição demasiado antecipada a uma dose elevada de alergénio pode desencadear outra reacção alérgica.
Apesar de muitas pessoas poderem ser submetidas a uma imunoterapia alergénica e os estudos demonstrarem que ela é benéfica, a relação custo-eficácia e risco-benefício nem sempre é favorável. Algumas pessoas e certas alergias tendem a responder melhor do que outras. A imunoterapia é com mais frequência utilizada por indivíduos alérgicos ao pólen, aos ácaros do pó da casa, ao veneno dos insectos e ao pêlo animal. No caso da alergia a certos alimentos não se recomenda a imunoterapia devido ao risco de anafilaxia.
O processo atinge a sua eficácia máxima quando se fazem injecções de manutenção durante todo o ano. De início, os tratamentos são habitualmente praticados uma vez por semana; a maioria das pessoas pode prosseguir com injecções de manutenção cada 4 ou 6 semanas.
Dado que uma injecção de imunoterapia pode provocar reacções adversas, os médicos costumam insistir para que o paciente permaneça no seu consultório durante pelo menos 20 minutos após a injecção. Os espirros, a tosse, a vermelhidão, a sensação de formigueiro, o ardor, a opressão no peito, a respiração ofegante e a urticária são tudo sintomas possíveis de uma reacção alérgica. Se o indivíduo apresenta sintomas ligeiros, a medicação (geralmente anti-histamínicos, como a difenhidramina e a clorfeniramina) pode ajudar a interromper a reacção alérgica. As reacções mais graves requerem uma injecção de adrenalina.
Anti-histamínicos
Os anti-histamínicos são os fármacos mais vulgarmente utilizados para tratar as alergias (mas não devem usar-se para tratar a asma). No organismo há dois tipos de receptores de histamina: histamina 1 (H1) e histamina 2 (H2). O termo anti-histamínico costuma fazer referência aos medicamentos que bloqueiam o receptor de histamina1; a estimulação desse receptor com histamina produz lesões nos tecidos. Os bloqueadores de histamina1 não deveriam ser confundidos com os fármacos que bloqueiam o receptor de histamina2 (bloqueadores H 2), que são utilizados para tratar as úlceras pépticas e a azia.
Muitos dos efeitos desagradáveis, mas de importância menor, que uma reacção alérgica provoca (ardor nos olhos, pingo no nariz e picadas na pele) são causados pela libertação de histamina. Outros efeitos da histamina, como a falta de ar, a baixa da pressão arterial e o edema da garganta, que pode impedir a passagem do ar, são mais perigosos.
Todos os anti-histamínicos têm efeitos similares; diferem muito é nos seus indesejáveis efeitos adversos. Quer os efeitos pretendidos, quer os geralmente indesejados variam substancialmente conforme o anti-histamínico específico e a pessoa que o usa. Por exemplo, alguns anti-histamínicos têm um efeito sedativo maior do que outros, apesar de a susceptibilidade a este efeito variar de forma considerável. Em alguns casos, os efeitos geralmente considerados indesejáveis podem ser utilizados em benefício da pessoa. Por exemplo, dado que alguns anti-histamínicos têm o que se designa por efeitos colinérgicos (que secam as mucosas), podem ser empregues no alívio da rinorreia nasal causada por uma constipação.
Alguns anti-histamínicos podem ser adquiridos sem receita médica (são de venda livre); podem ser de acção breve ou prolongada e é possível combiná-los com descongestionantes, que contraem os vasos sanguíneos e ajudam a reduzir a congestão nasal. Outros anti-histamínicos necessitam de prescrição e supervisão médicas.
A maioria destes medicamentos tende a causar sonolência. De facto, dado o seu poderoso efeito sedativo, os anti-histamínicos são o ingrediente activo em muitos dos produtos de venda livre que ajudam a conciliar o sono. A maioria dos anti-histamínicos tem também fortes efeitos anticolinérgicos, que podem provocar confusão, enjoo, secura da boca, prisão de ventre, dificuldade em urinar e visão turva, em particular nos idosos. De qualquer modo, a maioria das pessoas não sofre efeitos secundários e pode utilizar medicamentos de venda livre, que custam muito menos do que os anti-histamínicos não sedativos vendidos apenas com receita. A sonolência e outros efeitos secundários podem ser minimizados começando com uma dose pequena e aumentando-a gradualmente até chegar a uma dose que consiga combater os sintomas. Actualmente existe um grupo de anti-histamínicos não sedativos que, além disso, não produz efeitos anticolinérgicos. Neste grupo estão o astemizol, a cetirizina, a loratadina e a terfenadina.
Tipos de reacções alérgicas
Os diferentes tipos de reacções alérgicas são geralmente classificados de acordo com a sua causa, a parte do corpo mais afectada e ainda alguns outros factores.
A rinite alérgica é uma reacção alérgica muito comum. Trata-se de uma alergia às partículas que o ar transporta (em regra pólen e ervas, mas por vezes bolores, pós e pêlo de animais) e que provocam espirros, ardor, rinorreia ou congestão nasal, ardor cutâneo e irritação nos olhos. A rinite alérgica pode ser estacional ou perenial (durante todo o ano).
Fonte: Manual Merck
Manual Merck
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sábado, 25 de setembro de 2010
Candidiase não é uma doença de transmissão sexual
Vejo que muita coisa se diz quando se fala de candidiase, seja ela de que género for. Ás vezes irrita-me a ignorância das pessoas, mas ainda mais quando se trata de profissionais de saúde.
Tem de se desmitificar:
-Candidiase não é uma doença de transmissão sexual, candidiase é provocada por uma queda do seu sistema imunitário.
-Cândida é um fungo que existe no nosso organismo e que ninguém pense que não o tem.
-Cândida tem funções no nosso organismo.
-Como em qualquer outra infecção deve se ter os cuidados necessários, ela só acontece a pessoas com o sistema imunitário baixo e ao contrário do que se diz, este nem sempre é um sinal de você tem cancro ou sida, contudo têm de se tirar sempre essa dúvida, pois ela ataca de facto (mas nem sempre) estes doentes por fragilidade do seu sistema imunitário.
-Somos o que comemos, e a cândida cada dia mais forte, aproveita-se disso.
-Os antibióticos estão destruindo nosso sistema imunitário,(conhece o ditado que diz" não se auto-medique ,vá ao médico", pois nem sempre funciona)o meu foi destruído por médicos que me encharcaram por antibióticos, quando meu mal era alérgia a fungos.
-Sabe que a carne de vaca e o leite, estão cheios de antibiótico e que os toma diariamente, e que se enche de porcarias nos restaurantes de comida rápida e que a cândida adora?
- Sabe que se tem alergias frequentes de pele, renites sinusites, asma,faringites, gases intestinais, olhos secos e com ramelas, ulceras na vista frequentes,conjuntivo, se anda sempre a sentir-se mal e sem força ou com temperaturas baixas ou até altas, suores frios e cansaço extremo e que volta sempre seu pode eventualmente ser causado pela cândida? Pode sentir vários destes sintomas ou alternados, pode ser gradual e não de um momento para o outro. Se não lhe for diagnosticado vai chegar o dia em que tem tudo isto.
-Sabe que a nossa medicina, não sabe tratar de candidiase? Que lhe dão mais antibióticos e quem sabe talvez anti-fungicos caso o seu caso seja vaginal ou de pele(visível)?
-Mas e se por azar seu, for alérgica a fungos e a tratarem a antibióticos alimentando a cândida e destruindo seu sistema imunitário?
- A candidiase está mistificada, tudo gira á volta do sexo e higiene, uma boa forma de manter as pessoas na escuridão.
Costumo dar o exemplo da poluição e dos estragos causados no planeta, provocados pelo aquecimento global. Todos sabem mas ninguém mexe...E as industrias que se tinham de parar? E os biliões com isso mexe?
Se deixasse-mos de comer na fast food o que seria das grandes cadeias alimentares e restauração? Se...deixasse-mos de ter sinusite, faringite, asma, rinite, bronquite e outras, o que seria de tanto especialista que existe por esse mundo? E as farmacêuticas, que seria delas? E a despesa que não daria ao estado ficar tratando do sistema imunitário de toda a gente que se encontra doente?
Pois porque quase tudo que trata o sistema imunitário e previne não tem comparticipação do Estado, ao contrário dos anti-fungicos e antibióticos e remédios extremistas que apenas tratam aquela situação provocando uma outra (nem sempre visível de imediato) por vezes mais grave. Ou seja a continuação eterna da doença.
Portanto amigos não pensem que a cândida é uma doença de quem anda onde não deve...porque aliás, quem anda á chuva molha-se e para se molhar não precisa de sair de casa.
Olhos abertos amigos, a candidiase sistémica ou vaginal ou de outro tipo qualquer anda por aí, falo com muita gente que sofre desse mal. Muitos casos de desespero, pois as pessoas são mantidas na ignorância acerca deste mal, casais que se separam
até, imaginando traições pela tal doença sexualmente transmitida. Se querem um conselho devem ter cuidado e aí sim, e muito com os hospitais onde as pessoas entram doentes com o sistema imunitário debilitado e apanham todo o tipo de infecções inclusivo a cândidiase.
Os hospitais vêm a seguir ao cano esgoto para apanhar mais doenças, recorra a ele tanto quanto menos possível.
Grande negócio isto de haver cada dia mais gente com o sistema imunitário enfraquecido, não se esqueça de Não Ser Alérgico a Fungos. A CÂNDIDA É UM FUNGO e vive dentro de si. Está a causar estragos numa boa parte da população mundial, mas ninguém fala, ninguém diz.Imaginava por exemplo que as aftas que tanta gente costuma ter e que doí é causado pela cândida? Que assaduras que os bebés fazem muitas vezes tem a mesma causa? Pois é...baixa de defesas. A candidiase vaginal na mulher está associada muitas vezes erroneamente a doenças sexuais. Na mulher devido ao período menstrual e ás alterações hormonais derivadas da mesma, é frequente as defesas caírem frequentemente, a candidiase vagina na mulher, é muitas vezes uma consequência disso,(COMO EM QUALQUER OUTRA INFECÇÃO A PESSOA DEVE TER CUIDADO CONSIGO, evitando muita proximidade com outras pessoas que lhe possam passar micróbios, vírus, ou bactérias já que seu sistema imunitário está fragilizado. Já com as outras pessoas, ou parceiro que esteja em contacto com uma pessoa que tenha candidiase, só terá risco de ser contagiado se sofrer da mesma debilidade, isto é, se seu sistema imunitário também estiver debilitado. A gravidade da cândida é só quando as nossas defesas caem por tempo indeterminado,por motivo de doença grave ou causada pela vida actual e meio ambiente. A cândida tem funções no nosso organismo, o que ela não pode ou não deve, é sair do espaço que lhe é determinado. Fortaleça o seu sistema imunitário e deixe-se de medicamentos (antibióticos por tudo e nada,anti-inflamatórios, e anti disto e daquilo), porque depois de lhe destruírem o sistema imunitário, não tem volta por muito tratamento que se faça, nunca mais será a mesma coisa.
Como eu sei? Da pior maneira...tomei antibióticos e muitos outros medicamentos, vezes sem fim, receitados por meu médico naquela época e daí para a frente (independentemente de ter estudado com médicos durante anos por motivos profissionais)passei a ter de saber muita coisa, inclusivo que os médicos cometem erros gravíssimos e quem fica mal é o doente. Passei a frequentar assiduamente médicos e especialistas, Clínicas e Hospitais e Farmácias á procura de descobrir meu inimigo, só que ninguém sabia, virando os bolsos ao contrario, esvaziando a carteira sem ter respostas. Até um dia em que eu descobri...Eu descobri..Será? Ou apenas estava a ser enganada? Não tem nada que saber...hoje eu distingo a milhas de distância uma pessoa que está tendo problemas de cândida, a sintomatologia não tem nada que enganar, o que tem mesmo é como tratar.
Só tem uma maneira de evitar nunca vir a sofrer deste mal, manter seu sistema imunitário forte para que ele não a trate o seu organismo como um inimigo agindo contra ele próprio, e para que a cândida não saia dom seu espaço de trabalho.
Sistema Imunitário- Tomar 30 gotas de Extracto Equinácia pura ( com sumo ou Água antes do almoço e do jantar ( fazer isto uns dois a três meses depois pára). tome sempre antes do inverno, do verão, do outono,da primavera.)
Defesas e infecções- para combater infecções bacterianas, faringite,sinusite etc antibiótico natural,extracto de Tintura de Propolis. 30 gotas 3x dia antes das refeições principais
Chá de Malva- varias vezes ao dia para a inflamação
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Tem de se desmitificar:
-Candidiase não é uma doença de transmissão sexual, candidiase é provocada por uma queda do seu sistema imunitário.
-Cândida é um fungo que existe no nosso organismo e que ninguém pense que não o tem.
-Cândida tem funções no nosso organismo.
-Como em qualquer outra infecção deve se ter os cuidados necessários, ela só acontece a pessoas com o sistema imunitário baixo e ao contrário do que se diz, este nem sempre é um sinal de você tem cancro ou sida, contudo têm de se tirar sempre essa dúvida, pois ela ataca de facto (mas nem sempre) estes doentes por fragilidade do seu sistema imunitário.
-Somos o que comemos, e a cândida cada dia mais forte, aproveita-se disso.
-Os antibióticos estão destruindo nosso sistema imunitário,(conhece o ditado que diz" não se auto-medique ,vá ao médico", pois nem sempre funciona)o meu foi destruído por médicos que me encharcaram por antibióticos, quando meu mal era alérgia a fungos.
-Sabe que a carne de vaca e o leite, estão cheios de antibiótico e que os toma diariamente, e que se enche de porcarias nos restaurantes de comida rápida e que a cândida adora?
- Sabe que se tem alergias frequentes de pele, renites sinusites, asma,faringites, gases intestinais, olhos secos e com ramelas, ulceras na vista frequentes,conjuntivo, se anda sempre a sentir-se mal e sem força ou com temperaturas baixas ou até altas, suores frios e cansaço extremo e que volta sempre seu pode eventualmente ser causado pela cândida? Pode sentir vários destes sintomas ou alternados, pode ser gradual e não de um momento para o outro. Se não lhe for diagnosticado vai chegar o dia em que tem tudo isto.
-Sabe que a nossa medicina, não sabe tratar de candidiase? Que lhe dão mais antibióticos e quem sabe talvez anti-fungicos caso o seu caso seja vaginal ou de pele(visível)?
-Mas e se por azar seu, for alérgica a fungos e a tratarem a antibióticos alimentando a cândida e destruindo seu sistema imunitário?
- A candidiase está mistificada, tudo gira á volta do sexo e higiene, uma boa forma de manter as pessoas na escuridão.
Costumo dar o exemplo da poluição e dos estragos causados no planeta, provocados pelo aquecimento global. Todos sabem mas ninguém mexe...E as industrias que se tinham de parar? E os biliões com isso mexe?
Se deixasse-mos de comer na fast food o que seria das grandes cadeias alimentares e restauração? Se...deixasse-mos de ter sinusite, faringite, asma, rinite, bronquite e outras, o que seria de tanto especialista que existe por esse mundo? E as farmacêuticas, que seria delas? E a despesa que não daria ao estado ficar tratando do sistema imunitário de toda a gente que se encontra doente?
Pois porque quase tudo que trata o sistema imunitário e previne não tem comparticipação do Estado, ao contrário dos anti-fungicos e antibióticos e remédios extremistas que apenas tratam aquela situação provocando uma outra (nem sempre visível de imediato) por vezes mais grave. Ou seja a continuação eterna da doença.
Portanto amigos não pensem que a cândida é uma doença de quem anda onde não deve...porque aliás, quem anda á chuva molha-se e para se molhar não precisa de sair de casa.
Olhos abertos amigos, a candidiase sistémica ou vaginal ou de outro tipo qualquer anda por aí, falo com muita gente que sofre desse mal. Muitos casos de desespero, pois as pessoas são mantidas na ignorância acerca deste mal, casais que se separam
até, imaginando traições pela tal doença sexualmente transmitida. Se querem um conselho devem ter cuidado e aí sim, e muito com os hospitais onde as pessoas entram doentes com o sistema imunitário debilitado e apanham todo o tipo de infecções inclusivo a cândidiase.
Os hospitais vêm a seguir ao cano esgoto para apanhar mais doenças, recorra a ele tanto quanto menos possível.
Grande negócio isto de haver cada dia mais gente com o sistema imunitário enfraquecido, não se esqueça de Não Ser Alérgico a Fungos. A CÂNDIDA É UM FUNGO e vive dentro de si. Está a causar estragos numa boa parte da população mundial, mas ninguém fala, ninguém diz.Imaginava por exemplo que as aftas que tanta gente costuma ter e que doí é causado pela cândida? Que assaduras que os bebés fazem muitas vezes tem a mesma causa? Pois é...baixa de defesas. A candidiase vaginal na mulher está associada muitas vezes erroneamente a doenças sexuais. Na mulher devido ao período menstrual e ás alterações hormonais derivadas da mesma, é frequente as defesas caírem frequentemente, a candidiase vagina na mulher, é muitas vezes uma consequência disso,(COMO EM QUALQUER OUTRA INFECÇÃO A PESSOA DEVE TER CUIDADO CONSIGO, evitando muita proximidade com outras pessoas que lhe possam passar micróbios, vírus, ou bactérias já que seu sistema imunitário está fragilizado. Já com as outras pessoas, ou parceiro que esteja em contacto com uma pessoa que tenha candidiase, só terá risco de ser contagiado se sofrer da mesma debilidade, isto é, se seu sistema imunitário também estiver debilitado. A gravidade da cândida é só quando as nossas defesas caem por tempo indeterminado,por motivo de doença grave ou causada pela vida actual e meio ambiente. A cândida tem funções no nosso organismo, o que ela não pode ou não deve, é sair do espaço que lhe é determinado. Fortaleça o seu sistema imunitário e deixe-se de medicamentos (antibióticos por tudo e nada,anti-inflamatórios, e anti disto e daquilo), porque depois de lhe destruírem o sistema imunitário, não tem volta por muito tratamento que se faça, nunca mais será a mesma coisa.
Como eu sei? Da pior maneira...tomei antibióticos e muitos outros medicamentos, vezes sem fim, receitados por meu médico naquela época e daí para a frente (independentemente de ter estudado com médicos durante anos por motivos profissionais)passei a ter de saber muita coisa, inclusivo que os médicos cometem erros gravíssimos e quem fica mal é o doente. Passei a frequentar assiduamente médicos e especialistas, Clínicas e Hospitais e Farmácias á procura de descobrir meu inimigo, só que ninguém sabia, virando os bolsos ao contrario, esvaziando a carteira sem ter respostas. Até um dia em que eu descobri...Eu descobri..Será? Ou apenas estava a ser enganada? Não tem nada que saber...hoje eu distingo a milhas de distância uma pessoa que está tendo problemas de cândida, a sintomatologia não tem nada que enganar, o que tem mesmo é como tratar.
Só tem uma maneira de evitar nunca vir a sofrer deste mal, manter seu sistema imunitário forte para que ele não a trate o seu organismo como um inimigo agindo contra ele próprio, e para que a cândida não saia dom seu espaço de trabalho.
Sistema Imunitário- Tomar 30 gotas de Extracto Equinácia pura ( com sumo ou Água antes do almoço e do jantar ( fazer isto uns dois a três meses depois pára). tome sempre antes do inverno, do verão, do outono,da primavera.)
Defesas e infecções- para combater infecções bacterianas, faringite,sinusite etc antibiótico natural,extracto de Tintura de Propolis. 30 gotas 3x dia antes das refeições principais
Chá de Malva- varias vezes ao dia para a inflamação
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Desintoxicação é Importante "colonics"
Eis um Blog muito interessante que recomendo a todos, descreve como se faz um clister e como se limpa um intestino. Uma coisa em desuso, mas que os antigos faziam muito.Não só os antigos mas os médicos de medicina natural.
Eu própria há muitos anos atrás, decide fazer depois de um internamento prolongado por causa de uma cirurgia que me deixou com colite crónica. Fui para Paço de Arcos e fiz uma desintoxicação ao organismo com o ilustre e já falecido (aos 109 anos) Drº Indiveri Collici e figura paradigmática da Naturopatia portuguesa).
Verdade seja dita, este grande Senhor, foi perseguido pelos médicos da nossa clínica e levado várias vezes a tribunal como se de um charlatão se tratasse. No entanto naquela época eu só com ele consegui me curar da colite que tinha, fiquei lá três meses, não por estar internada mas porque estava a trezentos kms de casa e diga-se de passagem aquela desintoxicação não é nada dolorosa mas precisa ter força de vontade. Mudei minha maneira de comer, fazia dois clisteres por dia, um de manhã e outro á noite e só bebia sumo de maça ou de cenoura. Ao fim de uma semana meu intestino estava óptimo. Conheci pessoas lá que estava desenganadas na nossa medicina e ele curou-as, sou absolutamente a favor deste método desde que feito com devida higiene.
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Eu própria há muitos anos atrás, decide fazer depois de um internamento prolongado por causa de uma cirurgia que me deixou com colite crónica. Fui para Paço de Arcos e fiz uma desintoxicação ao organismo com o ilustre e já falecido (aos 109 anos) Drº Indiveri Collici e figura paradigmática da Naturopatia portuguesa).
Verdade seja dita, este grande Senhor, foi perseguido pelos médicos da nossa clínica e levado várias vezes a tribunal como se de um charlatão se tratasse. No entanto naquela época eu só com ele consegui me curar da colite que tinha, fiquei lá três meses, não por estar internada mas porque estava a trezentos kms de casa e diga-se de passagem aquela desintoxicação não é nada dolorosa mas precisa ter força de vontade. Mudei minha maneira de comer, fazia dois clisteres por dia, um de manhã e outro á noite e só bebia sumo de maça ou de cenoura. Ao fim de uma semana meu intestino estava óptimo. Conheci pessoas lá que estava desenganadas na nossa medicina e ele curou-as, sou absolutamente a favor deste método desde que feito com devida higiene.
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