sábado, 19 de fevereiro de 2011

Homeopatia Veterinária

Amiga dos animais, como todos sabem que eu sou, e em simultâneo adepta da homeopatia, consultei um veterinário de medicina tradicional que me confirmou que os animais reagem bem à homeopatia. Por isso não quero deixar de partilhar no meu blog o site da Sociedade Portuguesa de Homeopatia Veterinária - SPHV, onde poderão encontrar contactos de vários veterinários homeopatas nas diferentes regiões, consoante as vossas necessidades.

LISTA DE VETERINÁRIOS HOMEOPATAS


1.Drª Carla Guerra
Animais de Companhia
Clínica Veterinária Refúgio da Bicharada
Rua das Túlipas, lote 44 - Lombos Sul
2775-690 Carcavelos
Contactos: 214569009 / 919201513
www.refugiodabicharada.pt

2.Dr João Cabral Barata
Animais de Companhia e Espécies Pecuárias
Consultório Veterinário da Ajuda
Bairro do Alto da Ajuda, Rua 2, nº 27 - Ajuda
1300-182 Lisboa
Contactos: 213646822 / 922008266

3.Drª Mª João Bastos de Matos
Animais de Companhia
Clínica Veterinária de S. João do Estoril
Rua Engº Alfredo Vaz Pinto, 143 - S. João do Estoril
2765-126 Estoril
Contacto: 214660745
mjbmatos@gmail.com


4.Drª Sara Pinto Cardoso
Animais de Companhia e Espécies Pecuárias
Consultas ao domicílio no Porto e Vila Real
Contacto: 931143004
sarapintocardoso@gmail.com

5.Drª Vanessa Carvalho
Animais de Companhia e Exóticos
Clínica Veterinária Drª Vanessa Carvalho
R. Prof. Celestino da Costa, 8 - Penha-de-França
1170-323 Lisboa
Contactos: 218141685 / 919216512
vetvanessa@sapo.pt


6.Drª Lara Alves
Clínica Veterinária de Algueirão
Rua das Mercês, 33
2570-092 Algueirão
Telefone: 912549335



http://www.sphv.org/

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Como parecer rica sem o ser

Eis umas dicas que eu achei muito interessantes e que infelizmente são verdade.Felizmente eu não me faço de rica porque já sou uma rica mulher(Risos) e uma mulher rica em muita coisa :),por isso faço votos que convosco se passe o mesmo :)
Triste este mundo e a cabeça pequenina das pessoas. É em gentinha como estas que eu vomito todos os dias em cima, e está cheio disso por aí), mas...

Às vezes, sermos uma rica pessoa em vez de uma pessoa rica não nos consola por aí vai...
Pronto, não ganhámos o Euro milhões e não herdámos a fortuna da bisavó, é verdade. Mas se não podemos sê-lo, podemos sempre parecê-lo, que é ainda mais divertido. Mas cuidado, é uma brincadeira. O objectivo não é arruinar-se:



Vamos ver quem consegue ser a ‘rica' mais convincente. Preparada? Então os principais mandamentos são os seguintes.

- Torne-se loura - É o primeiro mandamento de quem quer parecer rica. As ricas são todas louras porque isso corresponde ao apuramento (na opinião delas, claro) de raça que já dura há séculos. Na altura de casar, uma pessoa normal apaixona-se por outra pessoa normal e casa com ele mesmo se tiver borbulhas e mau hálito. Uma rica escolhe o primo Lourenço, que é louro e giro como ela, e que por sua vez já é o resultado de a mãe dele ter escolhido o primo Lourenço dela. Tem de se saber de onde vêm os genes para prevenir genes de grunho na família. Quem não tiver mesmo cara de loura, pode fazer nuances. Se não tiver cara de nuances, a única solução é ter cara de cavalo. Se também não se tiver cara de cavalo, pelo menos faça um ar determinado e endireite os ombros. Faz toda a diferença.

- Ponha verniz escuro - Porque é o verniz que tem de andar sempre a aplicar. E qual é o objectivo de andar sempre a pôr verniz? Basicamente, a filosofia é a mês a de se ser loira: são coisas que geralmente custam dinheiro - andar sempre no cabeleireiro a fazer nuances e a corrigir o verniz - mas que dá perfeitamente para fazer em casa.

- Seja simpática - Ao contrário do que se pensa, as ricas não são antipáticas. São sempre muito simpáticas porque têm tudo o que querem e não são invejosas e têm um sentimento de superioridade inato que as leva a tratar com benevolência os inferiores (todos os outros mortais). Decoram os nomes das pessoas a quem são apresentadas e cinco anos depois ainda se lembram que a sua sobrinha se chama Matilde e que o seu filho mais velho quase morreu atacado por uma vespa de Vilamoura. Dica: as tias de nariz empinado não são verdadeiras ricas, são imitações baratas.

- Trate tudo o que mexe por ‘você', até o cão - Esta é óbvia, mas enfim, nunca se sabe. Nunca se descaia a dizer: ‘Tás bacano, puto?' nem a um bebé de dois meses.

- Aproveite os saldos - Mas cuidado, não se ponha a comprar desvairadamente nas mais variadas lojas de marca: mais vale comprar pouco e bom do que muito e barato. Há três coisas onde não pode poupar: na mala, no casaco e nos sapatos. Mais vale um casaco de cabedal surrado do que o último grito em poliéster.

- Emagreça - Inscreva-se no ginásio ou então corra à volta do quarteirão. Para parecer rica pode ser feia, pode ser burra, pode até ser morena, não pode é ser gorda. Se por acaso for gorda e não tencionar desengordar, não se ponha a dizer que não resiste a umas boas pataniscas de bacalhau, que se pela por um donut ou que tem sonhos eróticos com bifes, como o leão do ‘Madagáscar'. Diga sempre que a culpa é da tiróide, doença de família. Convém andar no ginásio, mas não é para suar muito nem para se esfalfar a correr na passadeira nem para cansar a cabeça com a coreografia do step, é para estar sentada na máquina do remo a fazer conversa com o instrutor, que tem para aí menos 30 anos e 30 quilos.

- Escolha um perfume clássico que ninguém usa - ...e adopte-o como assinatura pessoal. Nem pense em escolher a última novidade. Quem usa a última novidade são as que inseguras e as que precisam de mostrar que estão em cima do acontecimento. Uma rica verdadeira não precisa de estar em cima do acontecimento. Ainda melhor é ter um perfume clássico para o inverno e outro para o verão. Chiquérrimo é usar perfumes masculinos.

- Capriche nos detalhes - Óculos escuros, sempre: em não se podendo proibir os outros mortais de nos olhar nos olhos, como fez o Tom Cruise, pode-se sempre não entrar em contactos indesejados com labregos. Nunca se saca de uma esferográfica ranhosa com a ponta roída e a desfazer-se aos bocados. Tira-se uma boa caneta. É imenso bem comprar coisas com padrões de ferraduras na Loja do Cavalo ou qualquer objecto que tenha a ver com a vela. Se não tiver dinheiro para andar por aí a gastar em detalhes que custam os olhos da cara, compre parecido no hipermercado. Ao contrário do que se pensa, nem todas as ricas cheiram uma imitação a léguas.

- Atenção ao telemóvel - Tem de ser o mais pequeno, ao contrário do carro, que tem de ser o maior. Se não tiver os modelos certos, não stress: atenda na casa de banho ou diga que anda com o carro do primo Zezinho que fez o favor de lhe emprestar o calhambeque dele enquanto o seu jipe foi à revisão. Ah, no telemóvel ponha um toquezinho discreto, faz favor: nada do último êxito do Quim Barreiros, o Hino do Benfica, o numa-numaiê, ou o uivo do coiote na floresta negra.

- Recicle o marido - É o nosso acessório mais visível, portanto tem de ser apresentável. Primeira medida drástica: tem que tirar o bigode. Ninguém é chique com uns fios de caldo verde a pingar das farripas. Assim que o arrastar para fora do barbeiro, calce-lhe sapato de vela ou mocassins, vista-lhe calças beges ou de bombazine ou sarja (vermelho não!!! É novo-rico!), e camisa de risquinhas de três cores (lisas nunca e só de uma cor nunca) e um pólo de marca e pulôver em V, ou azul escuro ou amarelo ou cinzento. Chapéu, se conseguir, óptimo, mas é difícil encontrar um homem com cabeça para chapéu. Se o encontrar, você não for casada e ele não for gay, case-se imediatamente com ele. Convém também pagar-lhe umas aulas de golfe. Se nada disto for possível, diga que é o motorista.

- Esteja bronzeada - Elas não andam bronzeadas porque querem, andam bronzeadas porque durante o ano, vive-se na linha, e no Inverno, vai-se para a neve. Quem não vive na linha nem vai para a neve, pode sempre usar auto-bronzeador. Faz o mesmo efeito e além disso é mais barato.

- Tenha uma profissão de jeito - Nada de enfermeira ou secretária, nem qualquer coisa intelectual tipo médica ou advogada. O ideal é ser decoradora ou produtora de eventos. Mas há sempre maneira de vender a coisa: se for florista, diga que é decoradora biológica de interiores. Se ganhar a vida como empregada doméstica, transforme-se em Prestadora de Cuidados Para-familiares. Se o seu marido é segurança, diga que está casada com um Coordenador de Acções de Prevenção Violenta. Se está falida, pegue na choupana da avó e diga que tem um turismo rural (um quarto para os amigos ficarem de vez em quando, que era a coelheira recuperada). Convém ter uns animais mortos pendurados à entrada. Convém que não sejam os coelhos.

- Olhe para o prato - Se quer parecer rica, nada de se andar a encher de folhados nem de empadão de carne, porque isso vai logo fazer com que engorde. Pode comer fruta mas não pêros nem laranjas. Não deixe que a vejam a braços com um papo-seco, quando muito um petit-four. Não pode comer mais do que alface, pelo menos em público. Deixe de beber cerveja e passe a champanhe, ou pelo menos vinho branco. Se não tiver dinheiro, água com gás. Não seja vista num restaurante chinês, vá a um japonês.

- Escolha bem as doenças - Há doenças que não pode ter: varizes, hemorróidas e azia. Isto para não falar em coisas mais graves, que são tabu. Tenha enxaquecas e não dores de cabeça, fibromialgia e não cansaço. Pode ter alergias, asma e gota, que são doenças aristocráticas. Também pode partir uma perna a andar a cavalo. Se for uma doença banal transforme-a numa síndrome de qualquer coisa com um nome estrangeiro, de preferência alemão. Ou então foi um vírus.

- Treine a arte da conversa - Se falar muito alto e arrotar à mesa, as outras ricas vão olhar para si com um ar horrorizado e estampar-lhe a tabuleta de ‘grunha' na testa. Mas se ficar sossegadinha no seu canto sem abrir a boca, vão achar que é o fantasma da ópera. O ideal é falar desembaraçadamente do que quer que seja, desde que não seja dinheiro, que é sempre tabu.

- Leia o jornal - Principalmente o suplemento de golfe do ‘Expresso'. E livros e revistas. Não se fique só pela ‘Caras'. É sempre útil saber com quem casaram os ‘primos' de Espanha e que a Vitória da Suécia coitada apareceu mais uma vez sem o namorado, mas também é bom ter umas luzes de outras coisas. Não tem de se arruinar na Fnac: pode pedir livros emprestados aos amigos, comprar um jornal de vez em quando e dar-se com pessoas de várias áreas.

- Não se queixe - Nada de andar a protestar contra a política externa, a subida do IVA ou a cabra da Kiki que lhe sacou o marido. Uma rica tem autocontrole. O máximo que pode dizer é: "que maçada" e mesmo assim, só se a casa estiver a arder. Também não dá gritos de alegria. Não se entusiasme muito, nem para o bem nem para o mal.



CAIXA

DICAS QUE PODEM DAR MUITO JEITO

- Se partilha o apelido com mais 4 milhões de portugueses, tipo Santos ou Silva em vez de Vanzeller ou Espírito Santo, experimente pôr um ‘e': Santos e Silva. Fica-se logo com nome de banco.

- Há 3 palavras-chave que pode usar em qualquer lado: ‘querido', ‘fantástico' e ‘o máximo'.

- Ande a pé, de autocarro é que não. Não corra o risco de ser apanhada no 51 mesmo que vá para o Restelo.

- Quando lhe ligarem para o telemóvel, diga ‘pode ligar-me daqui a dez minutos, que agora estou na massagem'.

- Mesmo que não goste de futebol, se lhe perguntarem qual é o seu clube diga que é do Sporting, da Académica ou do Clube da sua terra, mesmo que não tenha posto os pés na terra há quinhentos anos.

- Não seja invisível: arranje um acessório engraçado e diga que o herdou da bisavó, mesmo que o tenha comprado na Loja dos Trezentos da esquina.


rica

Fonte:Catarina Fonseca/Activa | 06 Fev. 2011

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Mulher presa por tentar enviar cão pelo correio - Sol

Tem coisas que custa a aceitar, só vendo para conseguir acreditar. Como continuam a existir pessoas que pensam que são os únicos seres vivos que sofrem e sentem. Teria sido bom enfiá-la numa caixa e fazê-la andar uns quilómetros dentro dela.
Mulher presa por tentar enviar cão pelo correio - Sol

sábado, 29 de janeiro de 2011

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Saudade do que já não sou

Hoje não vos vou escrever sobre nada, vou apenas descrever do que eu tenho saudades. Tenho saudades de mim, da minha energia, alegria e boa disposição.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Saiba mais sobre alergias..um mal cada dia maior que afecta pessoas e animais

As reacções alérgicas, também chamadas reacções de hipersensibilidade, são reacções do sistema imunitário em que o tecido corporal normal fica lesado. O mecanismo pelo qual o sistema imunitário defende o corpo é semelhante àquele que produz uma reacção de hipersensibilidade que pode prejudicá-lo. Como consequência, os anticorpos, os linfócitos e outras células, que são componentes protectores do sistema imunitário, participam nas reacções alérgicas tanto como nas reacções às transfusões sanguíneas, na doença auto-imune e na rejeição de um órgão transplantado.

Quando as pessoas falam de uma reacção alérgica, estão a fazer referência às reacções que envolvem os anticorpos da classe imunoglobulina E (IgE). Os anticorpos IgE unem-se a células especiais como os basófilos da circulação e as células gordas dos tecidos. Quando os anticorpos IgE que estão ligados a essas células encontram antigénios, neste caso chamados alergénios, as células vêem-se obrigadas a libertar produtos químicos que lesam os tecidos circundantes. Um alergénio pode ser qualquer coisa (uma partícula de pó, o pólen duma planta, um medicamento ou um alimento) que actue como um antigénio para estimular uma resposta imune.

Por vezes utiliza-se o termo de doença atópica para descrever um grupo de afecções, frequentemente hereditárias, que são mediadas pela IgE, como a rinite alérgica e a asma alérgica. As doenças atópicas manifestam-se pela sua tendência em produzir anticorpos de IgE face a inalantes inofensivos, como o pólen, o bolor, os tegumentos animais e as partículas de pó. O eczema (dermatite atópica) é também uma doença atópica, apesar de nesta perturbação o papel dos anticorpos IgE ser menos claro. No entanto, um indivíduo com uma doença atópica não corre riscos superiores aos outros indivíduos de desenvolver anticorpos IgE face a alergénios injectados, tais como medicamentos ou venenos de insectos.

As reacções alérgicas podem ser ligeiras ou graves. A maioria delas consiste apenas no incómodo que representa o lacrimejar e o ardor nos olhos, além de alguns espirros. No extremo oposto, as reacções alérgicas podem pôr a vida em perigo se causarem uma dificuldade respiratória grave, um mau funcionamento do coração e uma baixa acentuada da tensão arterial, que pode acabar em choque. Este tipo de reacção, chamada anafilaxia, pode afectar as pessoas fracas em situações distintas, como após ingerir certos alimentos, depois de tomar determinados medicamentos ou pela picada de uma abelha.

Diagnóstico
Como cada reacção alérgica é desencadeada por um alergénio específico, o principal objectivo do diagnóstico é identificar esse alergénio. O alergénio pode ser uma planta sazonal ou o produto de uma planta, como o pólen da erva ou a ambrosia, ou uma substância como a caspa do gato, certos medicamentos ou algum alimento em particular. O alergénio pode causar uma reacção alérgica quando se deposita na pele ou quando entra num olho, é inalado, ingerido ou injectado. Com frequência o alergénio consegue ser identificado através de um cuidadoso trabalho de investigação levado a cabo quer pelo médico, quer pelo paciente.

Existem provas que podem ajudar a determinar se os sintomas estão relacionados com a alergia e a identificar o alergénio implicado. Uma amostra de sangue pode revelar muitos eosinófilos, um tipo de glóbulo branco cujo número costuma aumentar durante as reacções alérgicas. A prova cutânea RAST (teste radio-alergo-absorvente) mede as concentrações no sangue de anticorpos IgE específicos de um determinado alergénio, o qual pode ajudar a diagnosticar uma reacção alérgica da pele, uma rinite alérgica estacional ou uma asma alérgica.

As provas cutâneas são mais úteis para identificar alergénios concretos. Para efectuar estes testes injectam-se individualmente na pele da pessoa pequenas quantidades de soluções diluídas, preparadas com extractos de árvores, ervas, pólen, pó, pêlo de animais, veneno de insectos e determinados alimentos, além de certos fármacos. Se o indivíduo for alérgico a uma ou mais dessas substâncias, o local onde se tiver injectado a solução converte-se numa pápula edematosa (uma inflamação com vermelhidão à volta) num prazo de 15 a 20 minutos. A prova RAST pode ser utilizada nos casos em que não seja possível efectuar um teste cutâneo ou em que se não revele seguro executá-lo. Ambas as provas são altamente específicas e precisas, embora o teste cutâneo seja geralmente um pouco mais exacto, costume ser mais económico e permita conhecer de imediato o resultado.

Tratamento
Evitar um alergénio é melhor do que tentar tratar uma reacção alérgica. Evitar uma substância pode implicar deixar de ingerir um determinado medicamento, instalar ar condicionado com filtros, renunciar a ter um animal de companhia em casa ou não consumir certo tipo de alimentos. Por vezes um indivíduo alérgico a uma substância relacionada com um determinado trabalho vê-se obrigado a mudar de emprego. As pessoas com alergias sazonais fortes podem encarar a possibilidade de se transferir para uma região onde não exista esse alergénio.

Outras medidas consistem em reduzir a exposição a um determinado alergénio. Por exemplo, uma pessoa alérgica ao pó da casa pode eliminar todo o mobiliário, tapetes e cortinas que acumulem pó; cobrir colchões e almofadas com protecções plásticas; aspirar o pó e limpar os compartimentos com um pano húmido com bastante frequência; usar ar condicionado para reduzir a elevada humidade interior que favorece a multiplicação dos ácaros do pó e instalar filtros de ar extremamente eficientes.

Dado que alguns alergénios, em especial os transportados pelo ar, não podem ser evitados, os médicos costumam utilizar métodos para bloquear a resposta alérgica e prescrevem medicamentos para aliviar os sintomas.

Imunoterapia alergénica
Quando se não pode evitar um alergénio, a imunoterapia alergénica (injecções contra a alergia) pode fornecer uma solução alternativa. A imunoterapia consiste em injectar quantidades diminutas de alergénio sob a pele em doses gradualmente maiores até chegar a um nível de manutenção. Este tratamento estimula o organismo a produzir anticorpos bloqueadores ou neutralizantes que possam evitar uma reacção alérgica. Finalmente, o nível de anticorpos IgE, que reagem com o antigénio, também pode descer. A imunoterapia deve ser executada com cuidado, porque uma exposição demasiado antecipada a uma dose elevada de alergénio pode desencadear outra reacção alérgica.

Apesar de muitas pessoas poderem ser submetidas a uma imunoterapia alergénica e os estudos demonstrarem que ela é benéfica, a relação custo-eficácia e risco-benefício nem sempre é favorável. Algumas pessoas e certas alergias tendem a responder melhor do que outras. A imunoterapia é com mais frequência utilizada por indivíduos alérgicos ao pólen, aos ácaros do pó da casa, ao veneno dos insectos e ao pêlo animal. No caso da alergia a certos alimentos não se recomenda a imunoterapia devido ao risco de anafilaxia.

O processo atinge a sua eficácia máxima quando se fazem injecções de manutenção durante todo o ano. De início, os tratamentos são habitualmente praticados uma vez por semana; a maioria das pessoas pode prosseguir com injecções de manutenção cada 4 ou 6 semanas.

Dado que uma injecção de imunoterapia pode provocar reacções adversas, os médicos costumam insistir para que o paciente permaneça no seu consultório durante pelo menos 20 minutos após a injecção. Os espirros, a tosse, a vermelhidão, a sensação de formigueiro, o ardor, a opressão no peito, a respiração ofegante e a urticária são tudo sintomas possíveis de uma reacção alérgica. Se o indivíduo apresenta sintomas ligeiros, a medicação (geralmente anti-histamínicos, como a difenhidramina e a clorfeniramina) pode ajudar a interromper a reacção alérgica. As reacções mais graves requerem uma injecção de adrenalina.

Anti-histamínicos

Os anti-histamínicos são os fármacos mais vulgarmente utilizados para tratar as alergias (mas não devem usar-se para tratar a asma). No organismo há dois tipos de receptores de histamina: histamina 1 (H1) e histamina 2 (H2). O termo anti-histamínico costuma fazer referência aos medicamentos que bloqueiam o receptor de histamina1; a estimulação desse receptor com histamina produz lesões nos tecidos. Os bloqueadores de histamina1 não deveriam ser confundidos com os fármacos que bloqueiam o receptor de histamina2 (bloqueadores H 2), que são utilizados para tratar as úlceras pépticas e a azia.

Muitos dos efeitos desagradáveis, mas de importância menor, que uma reacção alérgica provoca (ardor nos olhos, pingo no nariz e picadas na pele) são causados pela libertação de histamina. Outros efeitos da histamina, como a falta de ar, a baixa da pressão arterial e o edema da garganta, que pode impedir a passagem do ar, são mais perigosos.

Todos os anti-histamínicos têm efeitos similares; diferem muito é nos seus indesejáveis efeitos adversos. Quer os efeitos pretendidos, quer os geralmente indesejados variam substancialmente conforme o anti-histamínico específico e a pessoa que o usa. Por exemplo, alguns anti-histamínicos têm um efeito sedativo maior do que outros, apesar de a susceptibilidade a este efeito variar de forma considerável. Em alguns casos, os efeitos geralmente considerados indesejáveis podem ser utilizados em benefício da pessoa. Por exemplo, dado que alguns anti-histamínicos têm o que se designa por efeitos colinérgicos (que secam as mucosas), podem ser empregues no alívio da rinorreia nasal causada por uma constipação.

Alguns anti-histamínicos podem ser adquiridos sem receita médica (são de venda livre); podem ser de acção breve ou prolongada e é possível combiná-los com descongestionantes, que contraem os vasos sanguíneos e ajudam a reduzir a congestão nasal. Outros anti-histamínicos necessitam de prescrição e supervisão médicas.

A maioria destes medicamentos tende a causar sonolência. De facto, dado o seu poderoso efeito sedativo, os anti-histamínicos são o ingrediente activo em muitos dos produtos de venda livre que ajudam a conciliar o sono. A maioria dos anti-histamínicos tem também fortes efeitos anticolinérgicos, que podem provocar confusão, enjoo, secura da boca, prisão de ventre, dificuldade em urinar e visão turva, em particular nos idosos. De qualquer modo, a maioria das pessoas não sofre efeitos secundários e pode utilizar medicamentos de venda livre, que custam muito menos do que os anti-histamínicos não sedativos vendidos apenas com receita. A sonolência e outros efeitos secundários podem ser minimizados começando com uma dose pequena e aumentando-a gradualmente até chegar a uma dose que consiga combater os sintomas. Actualmente existe um grupo de anti-histamínicos não sedativos que, além disso, não produz efeitos anticolinérgicos. Neste grupo estão o astemizol, a cetirizina, a loratadina e a terfenadina.

Tipos de reacções alérgicas
Os diferentes tipos de reacções alérgicas são geralmente classificados de acordo com a sua causa, a parte do corpo mais afectada e ainda alguns outros factores.

A rinite alérgica é uma reacção alérgica muito comum. Trata-se de uma alergia às partículas que o ar transporta (em regra pólen e ervas, mas por vezes bolores, pós e pêlo de animais) e que provocam espirros, ardor, rinorreia ou congestão nasal, ardor cutâneo e irritação nos olhos. A rinite alérgica pode ser estacional ou perenial (durante todo o ano).

Fonte: Manual Merck
    Manual Merck

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

São proibidas todas as violências contra animais

Decreto-Lei n.o 315/2003
de 17 de Dezembro
Artigo 7.o
al) 3 — São proibidas todas as violências contra animais,
considerando-se como tais os actos consistentes em, sem
...necessidade, se infligir a morte, o sofrimento ou lesões
a um animal.

SECÇÃO II
Das contra-ordenações
Artigo 68.o

Alínea 2)
Constituem contra-ordenações puníveis pelo
director-geral de Veterinária com coima cujo montante
mínimo é de € 500 e o máximo de € 3740:

c) A violação do disposto nos n.os 3 e 4 do
artigo 7.o;
d) O maneio e treino dos animais com brutalidade,
nomeadamente as pancadas e os pontapés;

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Cão que velava túmulo da dona é resgatado em Teresópolis

Os animais não param de me surpreender pela positiva ao contrario do homem que cada dia me surpreendem mais pela negativa.



http://extra.globo.com/noticias/rio/cachorro-que-velava-tumulo-da-dona-resgatado-em-teresopolis-875246.html

Cachorro que velava túmulo da dona é resgatado em Teresópolis
RIO - A Comissão Especial de Protecção Animal da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) conseguiu resgatar na sexta-feira um cachorro que estava há dias ao lado do túmulo de sua dona, Cristina Maria Cesário Santana, morta em decorrência das fortes chuvas que atingiram a Região Serrana do Rio. Caramelo, como o vira-lata foi apelidado pelos moradores, estava perambulando pelas ruas do bairro Caleme, um dos mais atingidos pelo temporal, quando foi encontrado. (Leia também: Protectores dos animais recolhem doações para ajudar pessoas e bichos na Região Serrana)
Segundo a veterinária Andrea Lambert, membro da comissão, Caramelo estava sem ferimentos, mas muito assustado. A equipe teve que colocar uma focinheira no animal para conseguir dominá-lo.
- Geralmente nem colocamos a focinheira, mas ele estava tentando morder. O animal normalmente fica assustado, mas conseguimos fazê-lo andar. Já ele ficou pulando, girando, não queria sair dali. Os moradores nos contaram que ele ficava cavando o local onde a dona foi enterrada - relatou Andrea.
A equipe da comissão, formada por oito pessoas, já resgatou mais de 180 animais em Teresópolis e em Petrópolis com a ajuda do Instituto Estadual do Ambiente e de ONGs. Os animais foram levados para um galpão no bairro Melbon, que está servindo como abrigo em Teresópolis, e para um Ciep, em Itaipava.
- Fizemos um esforço grande para que os animais também fossem colocados em situação de resgate, de esforço, porque no início ninguém estava se preocupando - alertou Andrea.
Segundo o presidente da comissão, deputado André Lazaroni, os animais que não forem recolhidos pelos donos nos abrigos serão colocados para adopção:
- Os animais estão sendo cuidados para que, passado tudo, os donos voltem para recolher seus animais. Os que não forem reclamados serão encaminhados para a adopção.
Na segunda-feira, a comissão vai resgatar animais em Nova Friburgo.
Quem estiver interessado na adopção dos animais pode entrar em contacto com a veterinária pelo telefone (21) 9632 8115 ou pelo email andrealambertvet@gmail.com.