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sábado, 6 de outubro de 2012

Apenas uma Pequena Chamada de Atenção

Tornei uma séria de situações da minha vida públicas, para ajudar outras pessoas, por isso não compreendo, não consigo entender, quem esconde sua doença e se mantém no escuro sem ter cometido crime algum.

Se está doente não se esconda por abaixo da cama!

Não faça de sua doença uma coisa horrível, pois sua vida já não é fácil. Ter de se esconder para que ninguém saiba de suas fraquezas por "alma" de quem? Alguém paga as facturas em sua casa? Não se esqueça que se está doente e alguém se afasta por esse motivo, não perdeu nada com isso, foi um favor que a vida lhe fez. Apenas ficou a saber que tinha alguém no seu circulo de amigos que não valiam a ponta de um "corno" e que você ficava perdendo seu tempo com essa pessoa. A coragem é fundamental para a sua cura.

Escrevo isto, porque expus meus problemas de saúde publicamente para ajudar outros, dado que certas situações são complicadas, não são resolvidas pela maioria dos médicos por desconhecimento e as pessoas procuram aqui a ajuda que não encontram  e vivem desesperadas. Procuram casos como os delas, com os seus sintomas. Fi-lo  para ajudar outros, por isso  não respondo a pessoas que me enviam  questões e pedidos de informação anonimamente para meu email.

Já agora quero acrescentar, que uma das principais,  causas de meu problema foi um mal chamado Fibromialgia ( afinal havia uma debilidade ) que agravou com a(s) cirurgia(s) e  não foi diagnosticada senão depois de anos.   Alérgica sou Q.B(sou mesmo, mas não muito é mais sistema imunitário), o que provoca queda das minhas defesas devido a isso, o resto vem por acréscimo.


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Coisas importantes para sua SAúDE


  1. Coisas importantes para a saúde e que devemos saber!                                                            Coisas que nos mantêm vivas!  Coisas que a nossa medicina não previne e aliás, coisas que trazemos dos nossos hospitais, mas que ninguém diz,. Ninguém fala, ninguém sabe nem conhece, ( mas todos sabem e fazem que não sabem). E sabe porquê? Porque a nossa medicina não trata.  Por isso saber, não ocupa espaço e o melhor é prevenir-se porque estas coisas que matam mesmo matam mesmo. O que deve fazer é prevenir não remediar. As vacinas são a maior treta de todos os tempos e tem um mar de contra indicações. Fala a voz da experiência as vacinas iam acabando com a minha vida. Vivi debaixo de vacinas durante 4 anos e meio cada dia pior que o outro.
http://www.saudenaturalnoticias.com/ellagica.html

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Nunca diga "NÃO"

Nunca diga "NÃO"! Se existem pessoas bem dispostas e cordeais, eu faço parte desse grupo. No entanto na minha cabeça bem disposta eu jamais adivinharia que existem certas coisas por esse mundo e que um grupo de pessoas mesquinhas e más poderia acabar com a minha boa vontade de ser agradável e educada com todos. O que ninguém imagina... porque as pessoas se escondem, é o que de facto de que tem gente que vive na obscuridão do sofrimento, (e eu não estou disposta a fazer isso), com dor ignorada pela nossa medicina e Sistema de Saúde, com muito sofrimento, e com ar normal. Depois de anos para diagnosticarem a fibromialgia (quando o fazem), as pessoas são desde o inicio tratadas com anti-depressivos, e outros medicamentos, anti-flamatorios e analgésicos que não passa e jamais passará disso, mesmo antes da depressão, para evitar o pior por tanta dor e sofrimento sem fim ou limite, onde qualquer corpo não pode tomar comprimidos para as dores e outros eternamente sem sofrer outro tipo de consequências.  A fibromialgia nunca passará, não esquecendo as várias doenças que acham que temos antes deste diagnóstico, que não temos, danificando assim nossa saúde e confundindo tudo e arranjando aquilo que afinal não tínhamos e passamos a ter. Pior, é um fibromialgico ter de ouvir as opiniões ranhosas de quem nunca passou pelo mesmo e confunde uma ou outra dor causada pelo desgaste ou velhice, com sofrimento diário e incapacitante do doente fibromialgico,  que se agrava em cada caso individualmente e que  os exames que temos não conseguem registar. Pior ainda é fazer,os descontos para a porcaria da Segurança Social e ter de metê-la onde o "Sol não Entra". Pior ainda é termos de vir a ter uma quantidade de outras porcarias por causa dessa fibromialgia de um raio, não termos apoio do Estado, e ainda andarmos a encher os cofres destes filhos da mãe. RAIVA!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Teste da Disbiose Intestinal.

Teste da Disbiose Intestinal. Conhece? Não? quer saber como está seu organismo suas mucosas? quer saber se tem defesas a essa levedura que está por aí fazendo estrago no seu corpo chamado cândida albicans ou outra qualquer? Quer saber se tem bactérias boas no seu organismo capaz de o defender de uma invasão por cândida? Então o melhor é não perder mais tempo com analises que não o levam a nada, que nunca acusam nada, enquanto seu corpo vai sofrendo as consequências e uma invasão por levedura  ou outras, peça a seu médico ou vá a outro qualquer particular (a maioria dos médicos desconhece estes exames) uma Disbiose Intestinal. O exame é feito num laboratório, mas são poucos os que o fazem. As fezes são recolhidas em casa e metidas nuns tubos de ensaio com um liquido, durante três dias  O kit que lhe é entregue pelo laboratório, é depois recolhido e enviado para um laboratório fora de Portugal.  Estes exames  não tem apoios do Estado, porque nosso Estado não equilibra a saúde só trata a  doença, que é uma fonte de riqueza, por isso ficamos eternamente doentes já que as drogas trazem claro, outras  doenças e cada dia piores. Os antibióticos são uma das maiores provas disso. Enquanto tratam uma infecção, matam tudo o resto que  é essencial á vida e nos faz falta, destruindo nosso sistema imunitário.

São portanto um dos grandes causadores das infecções por cândida, que aproveitando o estado de debilidade da pessoa, numa altura em que de antibiótico a antibiótico, tentando destruir infecções que contraem, matando também suas bactérias boas e necessárias á defesa do organismo no intestino.
 O bom funcionamento intestinal é fundamental para manter o organismo saudável e ... este equilíbrio, também conhecido na ciência como simbiose intestinal.
 Saiba mais sobre:

Disbiose Intestinal


Uma boa saúde requer uma digestão e absorção apropriada dos nutrientes. As doenças que afectam o “trânsito” intestinal têm uma prevalência elevada na nossa população. Os sintomas digestivos podem ser indicadores de transtornos próprios do intestino ou manifestações de patologias de outros órgãos ou sistemas.
DISBIOSE é uma “disfunção” do intestino que causa alterações da saúde com contribuição importante no desenvolvimento de processos degenerativos e alterações do sistema imune.
A causa mais frequente de disbiose é um desequilíbrio quantitativo entre os diferentes microorganismos que participam na flora microbiana normal, obviamente na ausência de infecção intestinal. As infecções intestinais dão quadros patológicos, mas nestes casos os agentes agressores são patogénicos.

O estudo da flora intestinal está classicamente dirigido ao isolamento e identificação da flora patogénica (Salmonella, Shigella, E.coli patógenicos, etc.) e os componentes da flora saprófita excluem-se do estudo e são reportados nos resultados como “flora normal” sem outra identificação ou quantificação.
Um estudo exaustivo das fezes é uma ferramenta útil e não invasiva para avaliar a saúde do tracto intestinal, considerando-se nesta avaliação, o estudo microbiológico, vírico (adenovirus, rotavirus) e de parasitas (amebas, flagelados, ciliados, coccidios e helmintas intestinais).
A análise microbiológica específica e a determinação da concentração relativa de cada uma das espécies que fazem parte da flora intestinal, a “flora residente” (E. coli, Enterococcus sp., Lactobacillus sp., Bacteroides sp., Prevotella sp., Bifidobacterium sp., Clostridium sp.), a “flora transitória” (E. coli lactosa negativa,  Klebsiella pneumoniae/ oxytoca, Enterobacter cloacae, Citrobacter freundii, Pseudomonas sp., Bacillus sp., Staphilococcus sp., Streptococcus sp)  e ocasionalmente a “flora entero-patogénica” (Salmonella sp., Vibrio sp., Yersinia sp., Campylobacter sp., etc.) assim como a presença de leveduras (Candida sp.) e fungos (Geotrichum sp., Aspergillus sp., Mucor sp.) podem ajudar no diagnóstico e na resolução de problemas intestinais associados a processos de DISBIOSE.



Para que a função digestiva se conserve normal – bom estado de saúde – é imprescindível que os diferentes géneros da flora saprófita normal (lactobacilos, bifidobacterias, enterococos, clostridios, etc.) estejam numa determinada proporção entre si, quer dizer em equilíbrio, já que cada um deles tem uma função mais ou menos específica a realizar e o défice de um ou o excesso de outros pode dificultar o funcionamento normal do aparelho digestivo.
Um desequilíbrio quantitativo entre os micro-organismos que constituem a flora saprófita normal, pode dar lugar a disfunções intestinais, que podem afectar a digestão dos alimentos, a sua absorção e o equilíbrio do sistema imunitário intestinal o qual em termos quantitativos é o mais importante de nosso organismo.
A importância da conservação e manutenção da flora intestinal “fisiológica” reside no facto de que esta contribuir para a integridade da mucosa intestinal e favorecer a resistência à colonização de germes patogénicos.
Pode ser solicitada ainda uma avaliação mais alargada que contempla simultaneamente a pesquisa de parasitas (Entamoeba hystolitica, Entamoeba Coli, Entamoeba hartmani; Giardia intestinalis; Dientamoeba fragilis; Chilomastix mesnili; Iodamoeba butchslii; Endolimax nana; Balstocystis hominis; Cryptosporiodium sp.; Cyclospora sp.; Isospora belli; Nemátodos; Tremátodos; Cestodos) adenovirus, rotavirus e pesquisa de antigénios de Helicobacter Pylori e Clostridium difficile. Trata-se do ESTUDO ALARGADO da DISBIOSE.



Realizamos um estudo quantitativo da flora residente, da flora passageira, de leveduras e fungos, o que possibilita uma terapêutica com pré-bióticos ou liofilizados de microrganismos, no caso de se evidenciar um desequilíbrio.
Os processos de DISBIOSE podem estar associados a carências de vitaminas (défice de vitamina B12), à esteatorreia ou ainda a síndromes de mal absorção intestinal, de cólon irritável, más digestões, flatulência, obstipação e diarreia ligeira.
Também pode estar relacionada com processos patológicos não directamente intestinais, mas ligados a fenómenos inflamatórios e imunitários, tais como o eczema atópico, o reumatismo e a fibromialgia entre outros. A disbiose pode produzir um aumento da “permeabilidade intestinal” e ser também causa de intolerâncias alimentares.
A Dibiose Intestina.

 http://www.cristinasales.pt/Diagnostico-Funcional/Texts/Text.aspx?PageID=172&MVID=1000080

sábado, 31 de março de 2012

Alergias? É melhor é Saber. A Degradação do meio ambiente, poluição, as definições de poluição,

Não passe metade de sua vida fazendo vacinas desnecessárias, eu fiz e foi inútil, cada dia fiquei pior, saiba o porque  se sente cada dia pior e saiba que não é o único, metade da população corre para os médicos procurando respostas em vão, apenas fica enchendo os bolsos de que vende seja o que for nesse mercado que é a doença causada pelo meio ambiente...deve saber o porquê e procure defender-se da maneira que conseguir.

A Degradação do meio ambiente, poluição, as definições de poluição, A revolução industrial e a poluição, poluição da águas, poluição atmosférica, os problemas ambientais dos grandes centros.

POLUIÇÃO

1- O que é poluição

Dá-se o nome de poluição a qualquer degradação (deterioração, estrago) das condições ambientais, do habitat de uma colectividade humana. É uma perda, mesmo que relativa, da qualidade de vida em decorrência de mudanças ambientais. São chamados de poluentes os agentes que provocam a poluição, como um ruído excessivo, um gás nocivo na atmosfera, detritos que sujam os rios ou praias ou ainda um cartaz publicitário que degrada o aspecto visual de uma paisagem. Seria possível relacionar centenas de poluentes e os tipos de poluição que ocasionam, mas vamos citar apenas mais dois exemplos.

Um deles são os agro-tóxicos (DDT, insecticidas, pesticidas), muito utilizados para combater certos microorganismos e pragas, em especial na agricultura. Ocorre que o acumulo desses produtos acaba por contaminar os alimentos com substâncias nocivas à saúde humana, às vezes até cancerígenas. Outro exemplo é o das chuvas ácidas, isto é, precipitações de água atmosférica carregada de ácido sulfúrico e de ácido nítrico. Esses ácidos, que corroem rapidamente a chapa dos automóveis, os metais de pontes e outras construções, além de afectarem as plantas e ocasionarem doenças respiratórias e da pele nas pessoas, são formados pela emissão de dióxido de enxofre e óxidos de nitrogénio por parte de certas indústrias. Esses gases, em contacto com a água da atmosfera, desencadeiam reacções químicas que originam aqueles ácidos. Muitas vezes essas chuvas ácidas vão ocorrer em locais distantes da região poluidora, inclusive em países vizinhos, devido aos ventos que carregam esses gases de uma área para outra.

O problema da poluição, portanto, diz respeito à qualidade de vida das aglomerações humanas. A degradação do meio ambiente do homem provoca uma deterioração dessa qualidade, pois as condições ambientais são imprescindíveis para a vida, tanto no sentido biológico como no social.

2- A revolução industrial e a poluição.

Foi a partir da revolução industrial que a poluição passou a constituir um problema para a humanidade. É lógico que já existiam exemplos de poluição anteriormente, em alguns casos até famosos (no Império Romano, por exemplo). Mas o grau de poluição aumentou muito com a industrialização e urbanização, e a sua escala deixou de ser local para se tornar planetária. Isso não apenas porque a indústria é a principal responsável pelo lançamento de poluentes no meio ambiente, mas também porque a Revolução Industrial representou a consolidação e a mundialização do capitalismo, sistema sócio-económica dominante hoje no espaço mundial. E o capitalismo, que tem na indústria a sua actividade económica de vanguarda, acarreta urbanização, com grandes concentrações humanas em algumas cidades. A própria aglomeração urbana já é por si só uma fonte de poluição, pois implica numerosos problemas ambientais, como o acumulo de lixo, o enorme volume de esgotos, os congestionamentos de tráfego etc.

Mas o importante realmente é que o capitalismo é um sistema económico voltado para a produção e acumulação constante de riquezas. E tais riquezas nada mais são do que mercadorias, isto é, bens e serviços produzidos - geralmente em grande escala - para a troca, para o comércio. Praticamente tudo que existe, e tudo o que é produzido, passa a ser mercadoria com o desenvolvimento do capitalismo. Sociedades, indivíduos, natureza, espaço, mares, florestas, subsolo: tudo tem de ser útil economicamente, tudo deve ser utilizado no processo produtivo. O importante nesse processo não é o que é bom ou justo e sim o que trará maiores lucros a curto prazo. Assim derrubam-se matas sem se importar com as consequências a longo prazo; acaba-se com as sociedades preconceituosamente rotuladas de “primitivas”, porque elas são vistas como empecilhos para essa forma de “progresso”, entendido como acumulação constante de riquezas, que se concentram sempre nas mãos de alguns.

A partir da Revolução Industrial, com o desenvolvimento do capitalismo, a natureza vai pouco a pouco deixando de existir para dar lugar a um meio ambiente transformado, modificado, produzido pela sociedade moderna. O homem deixa de viver em harmonia com a natureza e passa a dominá-la, dando origem ao que se chama de segunda natureza: a natureza modificada ou produzida pelo homem - como meio urbano, por exemplo, com seus rios canalizados, solos cobertos por asfalto, vegetação nativa completamente devastada, assim como a fauna original da área, etc. - , que é muito diferente da primeira natureza, a paisagem natural sem intervenção humana.

Contudo, esse domínio da tecnologia moderna sobre o meio natural traz consequências negativas para a qualidade da vida humana em seu ambiente. O homem, afinal, também é parte da natureza, depende dela para viver, e acaba sendo prejudicado por muitas dessas transformações, que degradam sua qualidade de vida.

3. A POLUIÇÃO DAS ÁGUAS

Desde os tempos mais remotos o homem costuma lançar seus detritos nos cursos de água. Até a Revolução Industrial, porém, esse procedimento não causava problemas, já que os rios, lagos e oceanos têm considerável poder de auto-limpeza, de purificação. Com a industrialização, a situação começou a sofrer profundas alterações. O volume de detritos despejados nas águas tornou-se cada vez maior, superando a capacidade de purificação dos rios e oceanos, que é limitada. Além disso, passou a ser despejada na água uma grande quantidade de elementos que não são bio-degradáveis, ou seja, não são decompostos pela natureza. Tais elementos - por exemplo, os plásticos, a maioria dos detergentes e os pesticidas - vão se acumulando nos rios, lagos e oceanos, diminuindo a capacidade de retenção de oxigénio das águas e, consequentemente, prejudicando a vida aquática.

A água empregada para arrefecer os equipamentos nas centrais termo-eléctricas e nucleares e em alguns tipos de indústrias também causa sérios problemas de poluição. Essa água, que é lançada nos rios ainda quente, faz aumentar a temperatura da água do rio e acaba provocando a eliminação de algumas espécies de peixes, a proliferação excessiva de outras e, em alguns casos, a destruição de todas.

Um dos maiores poluentes dos oceanos é o petróleo. Com o intenso tráfego de navios petroleiros, esse tipo de poluição alcança níveis elevadíssimos. Além dos derrames causados por acidente, em que milhares de toneladas de óleo são despejados na água, os navios soltam petróleo no mar rotineiramente, por ocasião de lavagem de seus reservatórios. Esses resíduos de petróleo lançados ao mar com a água da lavagem representam cerca de 0,4 a 0,5% da carga total.

A POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA

A poluição atmosférica caracteriza-se basicamente pela presença de gases tóxicos e partículas sólidas no ar. As principais causas desse fenómeno são a eliminação de resíduos por certos tipos de indústrias (siderúrgico, petroquímicas, de cimento, etc.) e a queima de carvão e petróleo em usinas, automóveis e sistemas de aquecimento doméstico.

O ar poluído penetra nos pulmões, ocasionando o aparecimento de várias doenças, em especial do aparelho respiratório, como a bronquite crónica, a asma e até o câncer pulmonar. Esses efeitos são reforçados ainda pelo consumo de cigarros.

Nos grandes centros urbanos, tornam-se frequentes os dias em que a poluição do ar atinge níveis críticos, seja pela ausência de ventos, seja pelas inversões térmicas, que são períodos nos quais cessam as correntes ascendentes do ar, importantes para a limpeza dos poluentes acumulados nas camadas próximas à superfície.

A maioria dos países capitalistas desenvolvidos já possui uma rigorosa legislação anti-poluição, que obriga certas fábricas a terem equipamentos especiais (filtros, tratamento de resíduos, etc.) ou a usarem processos menos poluidores. Nesses países também é intenso o controle sobre o aquecimento doméstico a carvão, o escapamento dos automóveis, etc. Tais procedimentos alcançam resultados consideráveis, embora não eliminem completamente o problema da poluição do ar. Por exemplo, pesquisas realizadas há alguns anos mostraram que chapas de ferro se corroem muito mais rapidamente em São Paulo do que em Chicago, apesar de esta metrópole norte-americana possuir maior quantidade de indústrias e automóveis em circulação.

Calcula-se que a poluição do ar tenha provocado um crescimento de teor de gás carbónico na atmosfera, que teria sofrido um aumento de 14% entre 1830 e 1930. Hoje em dia esse aumento é de aproximadamente 0,3% ao ano. Os desmatamentos contribuem bastante para isso, pois a queima das florestas produz grande quantidade de gás carbónico. Como o gás carbónico tem a propriedade de absorver calor, pelo chamado “efeito estufa” , um aumento da proporção desse gás na atmosfera pode ocasionar um aquecimento da superfície terrestre. Efeito estufa: acção que certos gases exercem sobre a radiações do calor da terra, interceptando-as e transmitindo-as de volta a superfície.

Baseados nesse fato, alguns cientistas estabeleceram a seguinte hipótese: com a elevação da temperatura média na superfície terrestre, que no início do século XXI será 2ºC mais alta do que hoje, o gelo existente nas zonas polares (calotas polares) irá se derreter. Consequentemente, o nível do mar subirá cerca de 60 m, inundando a maioria das cidades litorâneas de todo o mundo. Alguns pesquisadores pensam inclusive que esse processo já começou a ocorrer a partir do final da década de 80. Os Verões da Europa e até da América têm sido a cada ano mais quente e algumas medições constataram um aumento pequeno, de centímetros, do nível médio do mar em algumas áreas litorâneas. Todavia, esse fato não é ainda admitido por grande parte dos estudiosos do assunto.

Outra importante consequência da poluição atmosférica é o surgimento e a expansão de um buraco na camada de ozónio, que se localiza na atmosfera - camada atmosférica situada entre 20 e 80 Km de altitude.

O ozónio é um gás que filtra os raios ultravioleta do Sol. Se esses raios chegassem à superfície terrestre com mais intensidade provocariam queimaduras na pele, que poderiam até causar câncer, e destruiriam as folhas das árvores. O gás CFC - clorofluorcarbono -, contido em sprays de desodorizantes ou insecticidas, parece ser o grande responsável pela destruição da camada de ozónio. Por sorte, esses danos foram causados na parte da atmosfera situada acima da Antárctida. Nos últimos anos esse buraco na camada de ozónio tem se expandido constantemente.

4. OS PROBLEMAS AMBIENTAIS DOS GRANDES CENTROS

De modo geral, os problemas ecológicos são mais intensos nas grandes cidade que nas pequenas ou no meio rural. Além da poluição atmosférica, as metrópoles apresentam outros problemas graves:

Acumulo de lixo e de esgotos. Boa parte dos detritos pode ser recuperada para a produção de gás (bio-gás) ou adubos, mas isso dificilmente acontece. Normalmente, esgotos e resíduos de indústrias são despejados nos rios. Com frequência esses rios “morrem” (isto é, ficam sem peixe) e tornam-se imundos e malcheiroso. Em algumas cidades, amontoa-se o lixo em terrenos baldios, o que provoca a multiplicação de ratos e insectos.

Congestionamentos frequentes, especialmente nas áreas em que os automóveis particulares são muito mais importantes que os transportes colectivos muitos moradores da periferia das grandes cidades dos países do Sul, em sua maioria de baixa renda, gastam três ou quatro horas por dia só no caminho para o trabalho.

Poluição sonora, provocada pelo excesso de barulho (dos veículos auto-motivos, fábricas, obras nas ruas, grande movimento de pessoas e propaganda comercial ruidosa). Isso pode ocasionar neuroses na população, além de uma progressiva diminuição da capacidade auditiva.

Carência de áreas verdes (parques, reservas florestais, áreas de lazer e recreação, etc.). Em decorrência de falta de áreas verdes agrava-se a poluição atmosférica, já que as plantas através da fotossíntese, contribuem para a renovação do oxigénio no ar. Além disso tal carência limita as oportunidades de lazer da população, o que faz com que muitas pessoas acabem passando seu tempo livre na frente da televisão, ou assistindo a jogos praticados por desportistas profissionais (ao invés de eles mesmos praticarem desportos).

Poluição visual, ocasionada pelo grande número de cartazes publicitários, pelos edifícios que escondem a paisagem natural, etc.

Na realidade, é nos grandes centros urbanos que o espaço construído pelo homem, a segunda natureza, alcança seu grau máximo. Quase tudo aí é artificial; e, quando é algo natural, sempre acaba apresentando variações, modificações provocadas pela acção humana. O próprio clima das metrópoles - o chamado clima urbano - constitui um exemplo disso. Nas grandes aglomerações urbanas normalmente faz mais calor e chove um pouco mais que nas áreas rurais vizinhas; além disso, nessas áreas são também mais comuns as enchentes após algumas chuvas.

As elevações nos índices térmicos do ar são fáceis de entender: o asfaltamento das ruas e avenidas, as imensas massas de concreto, a carência de áreas verdes, a presença de grandes quantidades de gás carbónico na atmosfera (que provoca o efeito estufa), o grande consumo de energia devido à queima de gasolina, óleo diesel querosene, carvão, etc., nas fábricas, residências e veículos são responsáveis pelo aumento de temperatura do ar. Já o aumento dos índices de pluviosidade se deve principalmente à grande quantidade de micro-partículas (poeira, fuligem) no ar, que desempenham um papel de núcleos higroscópicos que facilitam a condensação do vapor de água da atmosfera. E as enchentes decorrem da dificuldade da água das chuvas de se infiltrar no subsolo, pois há muito asfalto e obras, o que compacta o solo e aumenta sua impermeabilização.

Todos esses factores que provocam um aumento das médias térmicas nas metrópoles somados aos edifícios que barram ou dificultam a penetração dos ventos e à canalização das águas - fato que diminui o resfriamento provocado pela evaporação - conduzem à formação de uma ilha de calor nos grandes centros urbanos. De fato, uma grande cidade funciona quase como uma “ilha” térmica em relação às suas vizinhanças, onde as temperaturas são normalmente menores. Essa “ilha de calor” atinge o seu pico, o seu grau máximo, no centro da cidade.

A grande concentração de poluentes na atmosfera provoca também uma diminuição da irradiação solar que chega até a superfície. Esse fato, juntamente com a fraca intensidade dos ventos em certos períodos, dá origem às inversões térmicas.

O fenómeno da inversão térmica - comum, por exemplo, em São Paulo, sobretudo no inverno - consiste no seguinte: o ar situado próximo à superfície, que em condições normais é mais quente que o ar situado bem acima da superfície, torna-se mais frio que o das camadas atmosféricas elevadas. Como o ar frio é mais pesado que o ar quente, ele impede que o ar quente, localizado acima dele, desça. Assim, não se formam correntes de ar ascendentes na atmosfera. Os resíduos poluidores vão então se concentrando próximo da superfície, agravando os efeitos da poluição, tal como irritação nos olhos, nariz e garganta dos moradores desse local. As inversões térmicas são também provocadas pela penetração de uma frente fria, que sempre vem por baixo da frente quente. A frente pode ficar algum tempo estagnada no local, num equilíbrio momentâneo que pode durar horas ou até dias.

ÁGUA: UMA ESCASSEZ ANUNCIADA

O volume de água na Terra está estimado em 1 trilião e 386 biliões de quilómetros cúbicos (Km3), sendo a maior parte - 97,2% desse total - formada pela água salgada dos mares e oceanos. Algo como 1,8% da água total está estocada sob a forma de neve ou gelo, no topo das grandes cadeias de montanhas ou nas zonas polares. Outra porção é a água subterrânea, que abrange cerca de 0,9% desse total, restando então a água atmosférica (0,001%) e os rios e lagos de água doce, que ficam com somente 0,0092% dessa água do nosso planeta.

A cada ano, a energia do Sol faz com que um volume de aproximadamente 500.000 Km3 de água se evapore, especialmente dos oceanos, embora também de águas e rios. Essa água retorna para os continentes e ilhas, ou para os oceanos, sob a forma de precipitações: chuva ou neve. Os continentes e ilhas têm um saldo positivo nesse processo. Estima-se que eles “retirem” dos oceanos perto de 40.000 Km3 por ano. É esse saldo que alimenta as nascentes dos rios, recarrega os depósitos subterrâneos, e depois retorna aos oceanos pelo desaguar dos rios.

No entanto, o ritmo acelerado de desmatamentos das últimas décadas, e o crescimento urbano e industrial, que necessita sempre de mais água, vem alterando esse ciclo hidrológico. Estudos da ONU mostraram que o desmatamento e o pastoreio excessivo diminuem a capacidade do solo em actuar como uma grande esponja, absorvendo águas das chuvas e liberando seus conteúdos lentamente. Na ausência de coberturas vegetais, e com solos compactados, a tendência das chuvas é escorrer pela superfície e escoar rapidamente pelos cursos de água, o que traz como consequência as inundações, aceleração no processo de erosão e diminuição das estabilidade dos cursos de água, que ficam diminuídos fora do período de cheias, comprometendo assim a agricultura e a pesca.

Não faltam sinal de escassez de água doce. O nível dos lençóis freáticos baixa constantemente, muitos lagos encolhem e pântanos secam. Na agricultura, na indústria e na vida doméstica, as necessidades de água não param de aumentar, paralelamente ao crescimento demográfico e ao aumento nos padrões de vida, que multiplicam o uso da água. Nos anos 50, por exemplo, a demanda de água por pessoa era de 400 m3 por ano, em média no planeta, ao passo que hoje essa demanda já é de 800 m3 por indivíduo. Em países cada vez mais populosos, ou com carência em recursos hídricos, já se atingiu o limite de utilização de água.

Constatou-se que actualmente 26 países, a maioria situada no continente africano, totalizando 235 milhões de pessoas, sofrem de escassez de água. As outras regiões do mundo também não são poupadas. Sintomas de crises já se manifestam em países que dispõem de boas reservas. Nos locais onde o nível de bombeamento (extracção) das águas subterrâneas é mais intenso que sua renovação natural, se constata um rebaixamento do nível de lençóis freáticos, que, por esse motivo, exigem maiores investimentos para serem explorados e ao mesmo tempo vão se tornando mais salinos.

CRISE AMBIENTAL E CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA

Desde a década de 70 a humanidade vem tomando consciência de que existe uma crise ambiental planetária. Não se trata apenas de poluição de áreas isoladas, mas de uma real ameaça à sobrevivência dos seres humanos, talvez até de toda a biosfera. O notável acumulo de armamentos nucleares nas décadas de 50, 60 e 70 ocasionou um sério risco de extermínio, algo que nunca tinha sido possível anteriormente. A multiplicação de usinas nucleares levanta o problema do escape de radioactividade para o meio ambiente e coloca a questão do que fazer com o perigoso lixo atómico. O acumulo de gás carbónico também na atmosfera representa um risco de catástrofe, pois ocasiona o crescimento do efeito estufa, que eleva as médias térmicas da maior parte dos climas do planeta.

Muitos outros problemas ambientais podem ser lembrados. Um deles é a contaminação de alimentos por produtos químicos nocivos à saúde humana, como agro-tóxicos, adubos químicos, hormonas e medicamentos aplicados comummente ao gado para que ele cresça mais rapidamente ou não contraia doenças. Podemos acrescentar ainda a crescente poluição dos oceanos e mares, o avanço da desertificação, o desmantelamento acelerado das últimas grandes reservas florestais originais do planeta (Amazónia, bacia do rio Congo e Taiga), a extinção irreversível de milhares ou até milhões de espécies vegetais e animais, etc.

Podemos falar numa consciência ecológica da humanidade em geral, embora com diferente ritmos - mais avançada no Norte e mais tardia nos países subdesenvolvidos - , que se iniciou por volta da década de 70 e cresce a cada ano. Trata-se da consciência de estarmos todos numa mesma “nave espacial”, o planeta Terra, o único que conhecemos que possibilitou a existência de uma biosfera. Trata-se ainda da consciência de que é imperativo para a própria sobrevivência da humanidade modificar o nosso relacionamento com a natureza. A natureza deixa aos poucos de ser vista como mero recurso inerte e passa a ser encarada como um conjunto vivo do qual fazemos parte e com o qual temos que procurar viver em harmonia.

UM PROBLEMA MUNDIAL

Um fato que ficou claro desde os anos 70 é que o problema ambiental, embora possa apresentar diferenças nacionais e regionais, é antes de mais nada planetário, global. A longo prazo, de nada adianta, por exemplo, transferir indústrias poluidoras de uma área (ou país) para outra, pois do ponto de vista da biosfera nada se altera. Não podemos esquecer que a atmosfera é uma só, que as águas se interligam (o ciclo hidrológico), que os ventos e os climas são planetários.

Vamos imaginar que estamos numa enorme casa, com todas a janelas e portas fechadas, e há uma fogueira num quarto nobre envenenando o ar. Alguém propõe então transferir a fogueira para outro quarto, considerado menos nobre. Isso elimina o problema de ar contaminado? Claro que não. No máximo pode dar a impressão de que por algum tempo melhorou a situação dos que ocupam o quarto nobre. Todavia, depois de um certo período (horas ou dias), fica evidente que o ar da casa é um só e que a poluição num compartimento propaga-se para todo o conjunto.

A biosfera, onde se inclui o ar que respiramos, as águas e todos os ecossistemas, é uma só apesar de muito maior que essa casa hipotética. O ar, embora exista em grande quantidade, na realidade é limitado e interligado em todas as áreas. Poderíamos abrir portas e janelas daquela casa, mas isso não é possível para a biosfera, para o ar ou as águas do nosso planeta.

Outro aspecto do carácter mundial que a crise ambiental possui é que praticamente tudo o que ocorre nos demais países acaba nos afectando. Até algumas décadas atrás era comum a opinião de que ninguém tem nada a ver com os outros, cada país pode fazer o que bem entender com o seu território e com as suas paisagens naturais. Hoje isso começa a mudar. Vai ficando claro que explosões atómicas russas ou norte-americanas, mesmo realizadas no subsolo ou em áreas desérticas desses países, acabam mais cedo ou mais tarde nos contaminando pela propagação da radiação.

Também a poluição dos mares e oceanos (e até dos rios, que afinal desembocam no mar), mesmo realizada na litoral de algum país, acaba se propagando, atingindo com o tempo outros países. As enormes queimadas de florestas na África ou na América do Sul não dizem respeito unicamente aos países que as praticam; elas fazem diminuir a massa vegetal sobre o planeta ( e as plantas, pela fotossíntese, contribuem para a renovação do oxigénio do ar) e, o que é mais importante, liberam enormes quantidades de gás carbónico na atmosfera, fato que acaba por atingir a todos os seres humanos. Inúmeros outros exemplos poderiam ser mencionados. Todos eles levam à conclusão de que a questão do meio ambiente é mundial e é necessário criar formas de protecção da natureza que sejam planetárias, que não fiquem dependentes somente de interesses locais - e as vezes mesquinhos - dos governos nacionais.

POLÍTICA E MEIO AMBIENTE

A crise ambiental vem suscitando mudanças na política. Não apenas as preocupações ecológicas cresceram enormemente nos debates e nos programas de políticos e de partidos, como também novas propostas surgiram. Até mais ou menos a década de 60 era o raro partido político, em qualquer parte do mundo, que tivesse alguma preocupação com a natureza. Hoje esse tema ganha um certo destaque nos programas, nas promessas eleitorais, nos discursos e algumas vezes até na acção dos diversos partidos, em muitas partes do mundo. Multiplicaram-se os ecologistas, as organizações e os movimentos ecológicos, assim como os partidos denominados verdes que defendem uma política voltada basicamente para uma nova relação entre a sociedade e a natureza.

Como infelizmente é comum em nossa época mercantilizada, também no movimento “verde” há muito oportunismo: às vezes a defesa do meio ambiente resulta em promoção pessoal e mesmo em altos ganhos. É o caso das empresas que visam apenas ao lucro com a venda de produtos ditos naturais. Podemos lembrar ainda os constantes shows musicais cuja renda se destinaria aos indígenas ou aos seringueiros da Amazónia - que em geral até hoje nunca viram um centavo desses milhões de dólares. Apesar de tudo isso, não se pode ignorar a renovação que a problemática ambiental ocasionou nas ideias políticas.

Até alguns anos atrás falava-se em progresso ou desenvolvimento e aparentemente todo mundo entendia e concordava.

O que provocava maiores polémicas eram os meios para chegar a isso: para alguns o caminho era o capitalismo, para outros o socialismo; certas pessoas diziam que um governo democrático era melhor para se alcançar o progresso, outras afirmavam que só um regime forte e autoritário poderia colocar ordem na sociedade e promover o desenvolvimento. Mas o objectivo era basicamente o mesmo: o crescimento acelerado da economia, a construção de um número cada vez maior de estradas, hospitais, edifícios, aeroportos e escolas, a fabricação de mais e mais automóveis, a extensão sem fim dos campos de cultivo. A natureza não estava em questão. O único problema de fato era a quem esse desenvolvimento beneficiária: à maioria ou a minoria da população.

Usando uma imagem, podemos dizer que o progresso era um trem no qual toda a humanidade viajava, embora alguns estivessem na frente e outros atrás, alguns comodamente sentados e outros de pé. Para os chamados conservadores (isto é, a “direita”), isso era natural e inevitável: sempre existiriam os privilegiados e os desfavorecidos. Para os denominados progressistas ( ou seja, a “esquerda”), essa situação era intolerável e tornava necessário fazer uma reformulação para igualar a todos. Mas todas as pessoas concordavam com a idéia de que o trem deveria continuar no seu caminho, no rumo do “progresso”; havia até discussões sobre a melhor forma de fazer esse trem andar mais rapidamente.

A grande novidade da crise ambiental é que ela suscitou a seguinte pergunta: Para onde o trem está indo? E a resposta parece ser: Para um abismo, para um catástrofe. De fato, ao enaltecer o progresso durante séculos, imaginava-se que a natureza fosse infinita: poderíamos continuar usando petróleo, ferro, manganês, carvão, água, urânio, etc. à vontade, sem problemas. Sempre haveria um novo espaço a ser ocupado, um novo recurso a ser descoberto e explorado. A natureza, vista como um mero recurso para a economia, era identificada com o universo, tido como infinito.

Mas hoje sabemos que a natureza que permite a existência da vida e fornece os bens que utilizamos - a natureza para os homens, afinal - ocorre somente no planeta Terra, na superfície terrestre. E ela não é infinita; ao contrário, possui limites que, apesar de amplos, já começam a ser atingidos pela acção humana. Não há espaço, atmosfera, água, ferro, petróleo, cobre, etc. para um progresso ilimitado ou infinito. É necessário portanto repensar o modo de vida, o consumo, a produção voltada unicamente para o lucro e sem nenhuma preocupação com o futuro da biosfera. Essa é a grande mensagem que o movimento ecológico trouxe para a vida política.

A QUESTÃO AMBIENTAL DA NOVA ORDEM MUNDIAL

Durante a ordem mundial bipolar a questão ambiental era considerada secundária. Somente os movimentos ecológicos e alguns cientistas alertavam a humanidade sobre os riscos de catástrofes ambientais. Mas a grande preocupação dos governos - e em especial da grandes potências mundiais - era com a guerra fria, com a oposição entre o capitalismo e o socialismo. O único grande risco que parecia existir era o da Terceira Guerra Mundial, uma guerra atómica entre as super-potências de então. Mas o final da bipolaridade e da guerra fria veio alterar esse quadro. Nos anos 90 a questão do meio ambiente torna-se essencial nas discussões internacionais, nas preocupações dos Estados - e principalmente dos grandes centros mundiais de poder - quanto ao futuro.

Já antes do final dos anos 80 percebia-se que os problemas ecológicos começavam a preocupar as autoridades soviéticas, norte-americanas e outras, mas sem ganharem muito destaque, Houve em 1972, na Suécia, a Primeira Conferência Mundial sobre o Meio Ambiente, promovida pela ONU e com a participação de dezenas de Estados. Naquele momento, a questão ambiental começava a se tornar um problema oficial e internacional. Mas foi a Segunda Conferência Mundial sobre o Meio Ambiente, a ECO-92 ou RIO-92, realizada no Brasil vinte anos depois da primeira, que contou com maior número de participantes (quase cem Estados-nações) e os governos enviaram não mais técnicos sem poder de decisão, como anteriormente, e sim políticos e cientistas de alta expressão em seus países.

Isso porque essa segunda conferência foi realizada depois do final da guerra fria e o desaparecimento da “ameaça comunista” veio colocar a questão ambiental como um dos mais importantes riscos à estabilidade mundial na nova ordem. Além disso, os governos perceberam que as ameaças de catástrofes ecológicas são sérias e precisam ser enfrentadas, e que preservar um meio ambiente sadio é condição indispensável para garantir um futuro tranquilo para as novas gerações.

Mas a problemática ambiental suscita várias controvérsias e oposições. Os países ricos voltam suas atenções para queimadas e os desmandamentos nas florestas tropicais, particularmente na floresta Amazónica, a maior de todas. Já os países pobres, e em particular os que têm grandes reservas florestais, acham natural gastar seus recursos com o objectivo de se desenvolverem.

“Se os países desenvolvidos depredaram suas matas no século passado, por que nós não podemos fazer o mesmo agora?”, argumentam. Alguns chegam até afirmar que essa preocupação com a destruição das florestas tropicais ou com outras formas de poluição nos países subdesenvolvidos ( dos rios, dos grandes centros urbanos, perda de solos agrícolas por uso inadequado, avanço da desertificação, etc.) nada mais seria que uma tentativa do Norte de impedir o desenvolvimento do Sul; a poluição e a destruição das florestas, nessa interpretação, seriam fatos absolutamente naturais e até necessários para se combater a pobreza. Outros ainda - inclusive países ricos, como o Japão, a Suécia ou a Noruega - argumentam que é uma incoerência os Estados Unidos pretenderem liderar a cruzada mundial contra a poluição quando são justamente eles, os norte-americanos, que mais utilizam os recursos naturais do planeta.

Todos esses pontos de vista têm uma certeza razão, e todos eles são igualmente limitados ou parciais. Os actuais países desenvolvidos, de fato, em sua maioria depredaram suas paisagens naturais no século passado ou na primeira metade deste, e isso foi essencial para o tipo de desenvolvimento que adoptaram: o da Primeira ou da Segunda Revolução Industrial, das indústrias automobilísticas e petroquímicas. Parece lógico então acusar de farsante um país rico preocupado com a poluição actual nos países subdesenvolvidos. Mas existe um complicador aí: é que até há pouco tempo, até por volta dos anos 70, a humanidade não sabia que a biosfera podia ser irremediavelmente afectada pelas acções humanas e existiam muito mais florestas ou paisagens nativas no século passado do que hoje.

Nas últimas décadas parece que o mundo ficou menor e a população mundial cresceu de forma vertiginosa, advindo daí um maior desgaste nos recursos naturais e, ao mesmo tempo, uma consciência de que a natureza não é infinita ou ilimitada. Assim, o grande problema que se coloca nos dias actuais é o de se pensar num novo tipo de desenvolvimento, diferente daquela que ocorreu até os anos 80, que foi baseado numa intensa utilização - e até desperdício - de recursos naturais não renováveis. E esse problema não é meramente nacional ou local e sim mundial ou planetário. A humanidade vai percebendo que é uma só e que mais cedo ou mais tarde terá que estabelecer regras civilizadas de convivência - pois o que prevaleceu até agora foi a “lei da selva” ou a do mais forte - , inclusive com uma espécie de “Constituição” ou carta de gestão do planeta , o nosso espaço de vivência em comum. É apenas uma questão de tempo para se chegar a isso, o que provavelmente ocorrerá no século XXI.

A BIODIVERSIDADE

Um elemento que ganha crescente destaque dentro da questão ambiental é a biodiversidade, ou diversidade biológica ( de espécies animais e vegetais, de fungos e microrganismos). Preservar a biodiversidade é condição básica para manter um meio ambiente sadio no planeta: todos os seres vivos são interdependentes, participam de cadeias alimentares ou reprodutivos, e sabiamente os ecossistemas mais complexos, com maior diversidade de espécies, são aqueles mais duráveis e com maior capacidade de adaptação às mudanças ambientais. Além disso, a biodiversidade é fundamental para a biotecnologia que, como já vimos, é uma das indústrias mais promissoras na Terceira Revolução Industrial que se desenvolve actualmente.

A humanidade já catalogou e definiu quase 1,5 bilião de organismos, mas isso é muito pouco: calcula-se que o número total deles na Terra chegue a no mínimo 10 biliões e talvez até a 100 biliões! E a cada ano milhares de espécies são exterminadas para sempre, numa proporção que pode atingir 30% das espécies totais dentro de três décadas, se o actual ritmo de queimada e desmandamentos nas florestas tropicais ( as mais ricas em biodiversidade), de poluição nas águas, etc. continuar acelerado. Isso é catastrófico, pois essas espécies foram o resultado de milhões de anos de evolução no planeta, e com essa perda a biosfera vai ficando mais empobrecida em diversidade biológica, o que e perigoso para o sistema de vida como um todo.

Não podemos esquecer a importância económica e até medicinal de cada espécie. Por exemplo: as flores que cultivamos em jardins e os frutos e hortaliças que comemos são todos derivados de espécies selvagens. O processo de criar novas variedades, com cruzamentos ou com manipulação genética, produz plantas híbridas mais frágeis que as nativas, mais susceptíveis a doenças ou ao ataque de predadores, que necessitam portanto de mais protecção para sobreviverem e, de tempos em tempos, precisam de um novo material genético para serem corrigidas e continuarem produzindo colheitas. Por isso, precisamos ter a maior diversidade possível, principalmente das plantas selvagens ou nativas, pois são elas que irão fornecer esse novo material genético.

Os organismos constituem a fonte original dos princípios activos* dos remédios, mesmo que estes posteriormente sejam produzidos artificialmente em laboratórios. Os antibióticos, por exemplo, foram descobertos a partir do bolor ( fungos que vivem em matéria orgânica por eles decomposta); e a aspirina veio originalmente do chá de uma casca de árvore da Inglaterra. É por isso que há tanto interesse actualmente em pesquisas de florestas tropicais ou dos oceanos, em mapeamento genético de organismos. A grande esperança de um novo tipo de desenvolvimento, menos poluidor que o actual, está principalmente na biotecnologia: produzir fontes de energia ou plásticas a partir de bactérias, alimentos em massa a partir de algas marinhas, remédios eficazes contra doenças que matam milhões a cada ano originados de novos princípios activos de microrganismos ou plantas, etc.

A biodiversidade, assim, é também uma fonte potencial de imensas riquezas e o grande problema que se coloca é saber quem vai lucrar com isso: se os países ricos, que detêm a tecnologia essencial para descobrir novos princípios activos e fabricá-los , ou se os países detentores das grandes reservas de biodiversidade, das florestas tropicais em especial. O mais provável é um acordo para compartilhar por igual as descobertas e os lucros, mas ainda estamos longe disso. Os países desenvolvidos, como sempre, têm um trunfo na mão, a tecnologia; mas alguns países subdesenvolvidos, os que têm grandes reservas de biodiversidade, têm agora outro trunfo, uma nova forma de matéria-prima que não está em processo de desvalorização, como as demais ( os minérios e os produtos agrícolas).

OS MOVIMENTOS ECOLÓGICOS

Nos países desenvolvidos, que se constituem como “sociedade de consumo”, a poluição tende a alcançar graus elevados. A publicidade intensa voltada para os lucros das empresas, convida as pessoas a consumirem cada vez mais. As embalagens de plástico, lata ou papel tornam-se mais importantes que o próprio produto. A moda se altera rapidamente para que novos produtos possam ser fabricados e lançados no mercado. A cada ano que passa as mercadorias são feitas para durarem cada vez menos, para não diminuir nunca o ritmo de crescimento: um automóvel hoje é fabricado para durar no máximo quinze anos; as habitações construídas actualmente têm duração muito menor que as do passado e o mesmo se pode dizer das roupas, além de vários outros produtos.

Mas é justamente nesses países desenvolvidos que os movimentos ecológicos, as reivindicações populares por um ambiente melhor estão mais avançados. Isso porque a tradição democrática nessas nações é mais antiga e mais forte. Uma das principais formas de se avançar com a democracia, hoje, consiste em lutar por uma melhor qualidade de vida, o que já vem ocorrendo com as associações de consumidores, que lutam por seus direitos, com as organizações de moradores, que reivindicam certas melhorias em seus bairros ou lutam contra a instalação de alguma indústria poluidora, etc.

Além disso, os cidadãos de certos países exigindo - e, em boa parte, conseguindo - a aprovação de leis que combatam a poluição e facilitem os processos judiciais contra empresas que poluem o ambiente. Tudo isso leva os governos desses países desenvolvidos - que, normalmente, têm uma certa preocupação com eleições e votos - a se voltarem para a questão do meio ambiente, com planos de reurbanização de certas cidades, com a intensificação da fiscalização sobre as empresas poluidoras e com alguns tímidos projectos de reflorestamento ou preservação das poucas matas originais que restam.

A CONSERVAÇÃO DA NATUREZA

1. RECURSOS NATURAIS E CONSERVADORISMO

Constituem recursos naturais todos os bens da natureza que o homem utiliza, como o ar, a água e o solo. Costuma-se classificar os recursos naturais em dois tipos principais: renováveis e não renováveis.

Os recursos naturais renováveis são aqueles que, uma vez utilizados pelo homem, podem ser repostos. Por exemplo: a vegetação (com o reflorestamento), as águas em geral (com excesso dos lençóis fósseis ou artesianos), o ar e o solo (que pode ser recuperado através do pousio, da protecção contra erosão, da adubação correta, da irrigação, etc.)

Os recursos naturais não renováveis são aqueles que se esgotam, ou seja, que não podem ser repostos. Exemplos: o petróleo, o carvão, o ferro, o manganês, o urânio, a bauxita (minério de alumínio), o estanho, etc. Uma vez utilizado o petróleo, por exemplo, através da produção - e da queima - da gasolina, do óleo diesel, do querosene, etc., é evidente que não será possível repor ou reciclar os restos.

Essa separação entre recursos renováveis e não renováveis é apenas relativa.

O fato de um recurso ser renovável, ou reciclável, não significa que ele não possa ser depredado ou inutilizado: se houver mau uso ou descuido com a conservação, o recurso poderá se perder. Por exemplo, degradação ou destruição irreversível de solos, desaparecimento de uma vegetação rica e complexa, que e substituída por outra pobre e simples, etc. E mesmo o ar e a água, que são extremamente abundantes, existem em quantidades limitadas no planeta: a capacidade deles de suportar ou absorver poluição, sem afectar a existência da vida, evidentemente não é infinita. Dessa forma, mesmo os recursos ditos renováveis só podem ser utilizados a longo prazo por meio de métodos racionais, com uma preocupação conservacionista, isto é, que evite os desperdícios e os abusos.

Conservadorismo ou conservação dos recursos naturais é o nome que se dá à moderna preocupação em utilizar adequadamente os aspectos da natureza que o homem transforma ou consome. Conservar, nessa caso, não significa guardar e sim utilizar racionalmente. A natureza deve ser consumida ou utilizada para atender às necessidades do presente dos seres humanos, mas levando em conta o futuro, as novas gerações que ainda não nasceram, mas para as quais temos a obrigação de deixar um maio ambiente sadio.

Foi somente a partir da degradação do meio ambiente pelo homem - e da extinção de inúmeras espécies animais e vegetais - que surgiu essa preocupação conservacionista. O intenso uso da natureza pela sociedade moderna colocou, especialmente no nosso século, uma série de interrogações quanto ao futuro do meio ambiente: Quando se esgotarão alguns recursos básicos, como o petróleo ou o carvão? Como evitar a destruição das reservas florestais que ainda restam em nosso planeta e ao mesmo tempo garantir alimentos e recursos para crescente população mundial? O que fazer para que não ocorra a extinção total de certas espécies ameaçadas, como as baleias? Como os países subdesenvolvidos poderão resolver seus problemas de pobreza, fome e subnutrição sem depredar a natureza? O conservadorismo procura responder a essas e outras questões semelhantes conciliando o desenvolvimento económico com a defesa do meio ambiente, por meio da utilização adequado dos bens fornecidos pela natureza.

2. O PATRIMÓNIO CULTURAL - ECOLÓGICO

Somente a utilização racional dos recursos naturais não basta. O conservadurismo é uma atitude necessária mas insuficiente. Além do uso racional da natureza, isto é, pelo maior tempo possível e beneficiando o maior números de pessoas, é necessário também preservá-la, resguardá-la tal como ela ainda existe em certas áreas. Daí ter surgido a ideia de património cultural e ecológico da humanidade. Trata-se de paisagens culturais ou obras de cultura que possui um valor inestimável; por exemplo, um rico ecossistema, uma cidade ou um monumento que retratem ou simbolizem uma época ou uma civilização. São exemplos de património ecológico: o Pantanal Mato-Grossense (que possui a fauna mais rica e variada do continente americano), a Amazónia, a floresta do Congo na África, a Antárctida. Como patrimónios culturais podemos citar a Grande Muralha da China, as pirâmides do Egipto as cidades de Meca e Jerusalém.

Por que surgiu a necessidade de preservar ou resguardar certas áreas ou obras, tanto culturais como naturais? E por que se fala em património cultural-ecológico?

Coma industrialização e a chamada vida moderna, tudo se transforma, tudo é constantemente modificado em nome do “progresso”. As memórias do passado e a diversidade criada pela natureza são destruídas a cada dia. Não se respeita nem a História - as tradições e obras das gerações anteriores - nem a natureza (os ecossistema em diversidade).

Para que as futuras gerações tenham uma ideia da riqueza do que foi produzido no planeta, para que sobrevivam amostras de todos os valores produzidos pela natureza ou pela História, é necessário definir esses patrimónios, que são áreas consideras intocáveis, protegidas, resguardadas contra a ambição do lucro do comércio. O estabelecimento de áreas tombadas ou protegidas pelo poder público um avanço na defesa da natureza e das obras artísticas, arquitectónicas ou urbanísticas importantes do passado. Sem essa protecção, tais obras estariam condenadas à destruição para dar lucro a alguns.

Por Equipe MonografiasBrasil.com

segunda-feira, 26 de março de 2012

Estado Espirito Negro

Estado de espírito negro oscilando entre a alegria e a raiva, esse sentimento que me tem feito viver!
Cedo sai de casa, fui mãe, estive em coma de parto por incompetência médica de um senhor doutor muito conhecido em Faro (e que mais tarde entrou em litígio com um outro médico do hospital de Faro, porque os dois  eram Ginecologista/ Obstetras e iam fazer os partos de suas clientes privadas no dito hospital o que gerou confusão), este senhor veio abrir depois uma clínica em Lisboa e que não quero citar o nome, porque o senhor já está velho e  já não pode dar a volta ao que se passou. A verdade é que eu tinha uma criança de 4, 750 kg dentro de mim que não tinha dado a volta no fim da gravidez.

 Ele jamais me advertiu para os ricos ou teve o cuidado de me fazer entrar a tempo no hospital para praticar uma cesariana. Nunca me disse o tempo de gravidez certo ou uma data para o parto.
Jovem sem experiência limitei-me a achar que tudo corria seu curso normal, eu estudava e trabalhava na época. Quando comecei a ter dores de parto estava nas aulas de um professor meu  e conhecido advogado na época que me dava aulas de Direito Comercial, o Dr Novais. Nas cadeiras duras da aula eu sentava-me da esquerda para a direita mudando de posição o que lhe chamou a atenção e me convidou a sair da aula e ir ao hospital...na verdade eu andava com aquelas dores fazia alguns dias, mas não tão acentuadas, porém a gravidez sempre me deu dores e eu ficava à espera do momento...não tinha uma data nem um aviso de que correria riscos. Foi meu professor que me advertiu para ir ao hospital, e lá fui.

 Já não me deixaram sair...eram 9h horas da noite e disseram-me que o parto poderia acontecer até ás 10 30h da noite, mas as dores ficaram por ali...tal como já vinha a acontecer, nem mais nem menos, mas para o eu nunca tinha sido advertida. Puseram-me a soro para provocar a dilatação para além da que eu já tinha quando entrei no hospital e nada mais acontecia. Aí comecei não com mais contracções e sim com umas dores de cabeça mortais.

Tiraram-me do soro e fizeram-me uns testes, e lá estava albumina na hora do parto, sem mais dilatações, três cruzes, dores dores dores de cabeça. Fui levada para o bloco operatório, comecei com ataques e espasmos. Nem sei como é possível tanta incompetência, eram 4,750 kg de uma criança que não tinha dado a volta numa jovem de dezassete  anos sem dilatação. Lá foi chamado, o senhor doutor "meu médico" que  me assistira na gravidez. Mas como eu não era uma doente de Clínica Privada me tinha deixado ao "Deus dará". Ataques, espasmos, tenho  lembrança de ser atada a uma cama com uma mordaça qualquer para não morder a língua, e daí não lembro mais nada entrei em coma...a família foi avisada de eu não ia sobreviver...o caso foi comentado, Faro não era uma grande cidade e eu era conhecida, jovem, e bonita...
Foram quinze dias de coma...uma lembrança triste e ligeira do que aconteceu e que mudaria toda a minha vida.

Passaram anos, sobrevivi, eu estou aqui mas graças a um grande senhor da nossa medicina pois depois do coma vieram mais uns anos de sofrimento, operações e internamentos, foi o Professor Carlos Alves Pereira, o meu segundo pai, esse grande medico que me salvou.  Errar é humano mas não por negligência! Pouco mudou na mentalidade médica...acho mesmo que piorou. Cada dia mais a falta de  consciência existe. Procuram a medicina como uma forma de enriquecer, cada dia mais temos, médicos que procuram especialidades que funcionem como uma fabrica de fazer dinheiro onde a saúde e a vida é pouco importante.Sorrisos bonitos, lipós, implantes,vacinas, tudo dinheiro fácil, fábricas de fazer dinheiro. Conheço vários grandes e bons profissionais de saúde que de facto escolheram a profissão certa e agem como médicos...até podem errar, mas não por não tentar salvar ou ajudar, a esses o MEU BEM HAJA e que trabalhem no sentido de melhorar este sistema anti-vida.

 Para se ser bom médico tem de haver mais do que ter boas notas, vontade de tirar um curso para ganhar dinheiro, ter um canudo. Tem de se ser sensível e humano, o que de facto é difícil de encontrar. Já médicos a contar o dinheiro que lhes deixamos lá todos os meses, e a contabilizar se estamos de facto a ser um bom investimento do tempo deles (€), são a maioria.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Acredito que a fibromialgia tem sempre algo por trás

Acredito que a fibromialgia tem sempre algo por trás, a questão é a maneira como o nosso  quadro é visto,  por quem é visto, e o tempo que certos quadros levam a despoletar. Nunca desistam de vós, nunca desistam de querer saber e de procurar ajuda noutros lados mesmo que isso vos crie problemas, a vida é vossa e tem muito valor, é a vossa vida. E queira Deus que tudo dê certo comigo para eu acertar contas com duas pessoas que me trataram durante anos destruindo a minha vida e  a minha saúde, ignorando as minhas queixas e o meu desespero. A fibromialgia deve ter sempre mais alguma falha por trás não se entregue a isso apenas. Anos e anos nada acusa ou acusa uma coisa aqui e outra ali, que ninguém dá atenção Pense nisso...Mas é um facto que eu tenho fibromialgia os pontos todos, nesse meio tempo enchi-me de drogas, as dores, contracturas aqui e ali, uma dor aqui duas ali, permanentes.. de dar em louca...mas não dou, nego-me a isso, fico com tendência a deprimir mas não deprimo...pois não quero de jeito nenhum ficar com pena de mim. Acordo e não quero sair da cama, tenho dores e estou muito cansada ( para alguns iriam pensar que é preguiça) esses que vão morrer longe, arranjo-me pinto-me e oiço musica. Eu sou agora a primeira pessoa, quem não me acredita fora do meu campo. Eu era doce e meiga mas as pessoas que me têm feito agressiva, tive de começar a defender-me com unhas e dentes ou já estaria morta. Chama-se instinto de sobrevivência...levaram oito anos para me dizer o que eu tinha e senão fosse a minha persistência teria morrido faz anos. Por isso dou tanto valor aos meus animais...olho aqueles olhinhos aquelas patas me pedindo para eu reagir, e eles sabem tão bem quando eu não estou pior, vêem lamber-me e põem suas patas sobre de mim...de outra maneira eu já teria desistido...sei que faço falta a minhas filhas e a meu marido mas questiono-me até que ponto não era um alivio para eles, sei que eles não pensam isso mas eu sei que está ser difícil

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Minha Luta Pela Vida

"Minha Luta Pela Vida" , será o tema do livro que estou a escrever. Onde será relatado  a minha batalha dos  últimos anos pela vida, muitas incompetências e crueldades cometidas na minha direcção por alguns profissionais da área da saúde, e a grande ajuda de outros, hospitalizações, procura de ajuda a profissionais de saúde e uma doença não diagnosticada sem apoiou algum , e a  muita persistência minha. Uma luta com tudo e todos, que teimavam a ver na minha cara, uma doença ou o doente coitadinho que eu não sou, e por isso era desacreditada, onde as minhas constantes queixas eram desvalorizadas. Dor e sofrimento escondido e o abandono dos amigos, do sistema de saúde e por aí...e a mulher activa que eu era, e pessoa limitada que sou hoje.  Mas que  apesar disso se negou a sentir-se uma vitima, e as coisas que fez e tem feito entre momentos de muita incapacidade e medo,( no meu caso e em todos em que a doença não é reconhecida os doentes não têm apoios).  Será esta a prioridade de minha vida nos meses que se seguem, para além daquela que já conhecem. Um até breve...SOLUÇÕES PRECISAM-SE.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Lembro de Quando era Miúda ter Aftas e o que as Pessoas Chamam de Sapinhos, os Médicos Nunca Ligavam

A vacina para a cândida não me fez qualquer efeito positivo e apenas posso dizer que só fiquei pior, Enquanto ficava dando a vacina 100% candida albicans da nossa medicina, tive a oportunidade de ficar cada dia pior. E posso dizer que a fiz religiosamente durante quarto anos e meio. Sou alérgica a fungos e não sabia, meu sistema imunitário é fraco.

OS MEUS SINTOMAS ERAM O QUE OS MÉDICOS INTITULAM DE SINUSITE CRONICA que passou a faringite e bronquite, etc. Depois de uma cirurgia grande passei a ter um quadro que nenhum médico identificava ou nem sabiam identificar ou não queriam.

QUERO AQUI DIZER A TODOS OS QUE FALAM DA INFECÇÃO POR CÂNDIDA COMO UMA DOENÇA SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEL E QUE DEIXA TODOS COMO COMPLEXO DE SE EXPOR ( muito embora quem ande á chuva molha-se e qualquer um pode ter uma relação muito séria e vir a ter problemas) que a cândida é um fermento que existe no nosso corpo, de toda a gente, e só afecta quem tem problemas de um sistema imunitário debilitado.

Este fermento não é prejudicial apenas de quem tem cancros ou sida, mas sim de todos os doentes que tem um sistema imunitário fragilizado o que quer dizer que cada dia existe mais pessoas com essa debilidade. Sabe porque?

O leite que bebemos vem cheio de antibiótico, tal como as carnes de produção industrial, e todos os outros alimentos que de dia para dia têm menos qualidade, devido a produção rápida e elevada, onde só o valor monetário conta. Existem doentes e doentes. Doentes que dão lucro de uma maneira, e doentes que se tratados dão prejuízo, mas que se não tratados valem uma mina de ouro, enquanto vivos. No entanto a maioria das candidíases despoletadas ou foram causadas pela própria medicina com os antibióticos que eram resposta para tudo ou por infecções hospitalares, de que nunca ninguém se acusa e ninguém quer ser o acusador. Fica portanto mais fácil dizer que as cândidas são causadas por contagio de pessoa para pessoa. Muita gente entra num hospital para operar ou tratar um coisa simples e lá morre com uma infecção hospitalar não diagnosticada.

Se não encontra resposta dita cientifica  na nossa medicina, não perca mais tempo, procure um bom Centro de Medicina, Homeopatica, Chinesa, Ortomulecular. A medicina Chinesa não trata de fungos ou fermentos, mas junto com outras medicinas pode ajudar a superar e a aumentar a carregar sua bateria.

Lembro de quando era miúda ter aftas e o que as pessoas chamam de sapinhos, os médicos nunca ligavam, nessa época, eu já tinha dores musculares mas melhorei. Mais tarde passei a fazer ulceras nos olhos, isto é fungos na vista, mas claro nunca foi chamado de tal. Muitas vezes perguntei ao meu médico a causa das aftas que dizia não saber. Depois começou as crises de sinusite, causadas por fungos na realidade, mas nunca os médicos me o disseram. A resposta era o antibiotico, o Zoref 500. e corticoides permanentes. Assim meu quadro foi agravando, esta é a ciência que trata as pessoas?

Meus amigos: Façam uma alimentação anti-fungos, informem-se do que alimenta este fermento, porque quando ele saí de seu espaço... MATA. Causa fibromialgia, muitas dores musculares, provoca toxinas no organismo e infecções bacterianas. Depois a infecção por cândida pode ou não estar presente mas as consequências graves causadas por este fermento se não for controlado a tempo, causa "N" problemas gravissimos no nosso organismo.

Resume: Procure a Medicina Homeopatica/ Medicina Ortomulecular/ Medicina Chinesa. Esta ultima não cura a candida mas em conjunto com as outras ajuda a melhorar o seu equilíbrio e energia. Por fim não tome anti-depressivos porque se o fizer, estas medicinas já não vão conseguir ajudá-lo segundo o que os médicos me disseram. Por isso oiça musica, dança, cante, mas não tome anti-depressivos. Evite o stress, e ACIMA DE TUDO FAÇA UM ALIMENTAÇÂO Anti-CANDIDA, não coma nada com fermentos, não beba álcool, nada de cerveja ou vinho portanto. Nada de açúcar se quer viver e não deixe de procurar quem de facto sabe e pode ajudá-lo, não quem finge que sabe ajudar para lhe levaR o dinheiro todo.

Não se esqueçam que se pode nascer logo com fragilidade á cândida albicans,  se a mãe já tem essa debilidade.  Os filhos podem trazer essa fragilidade logo. O clima está potencializando esse quadro no ambiente actual. Procure ajuda não na nossa medicina, porque esta não trata nada de nada quando a coisa complica
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Bom Dia Ano de 2012!

Bom Dia Ano de 2012!
Por muito que me desafieis, nada me desafia mais que os problemas de saúde com que me tenho confrontado nos últimos tempos e bem... perdido por um perdido por dois, venha lá mais este desafio. Sim desafio!
O desafio de sermos comidos, de nos serem retirados todos os benefícios de um doente (poucos que existiam),   e de um povo que tudo aceita calado. O meu blogue é algo muito meu, aqui escrevo meus desabafos o que me vai na mente e muito não escrevo fica-me mo coração e na alma...eu tenho um segredo que me ajuda muito. Meus animais são uma força tremenda para mim, não cedo á doença, luto pela minha saúde, deixei de correr para o medico e hospitais que não me resolviam meus problemas.

Mas claro tirei conclusões, muitas neste meio tempo...ataco meu sistema imunitário com tratamentos naturais porque depois de muita luta, entre varias medicinas a sentir seus efeitos no meu corpo, deu perfeitamente para ver onde está a razão, e onde a balança tem mais peso. 

Assim continuo com quem ainda percebe algo de saúde, sem ser de medicina estética e meter dinheiro ao bolso, continuo com a homeopatia e meu clínico geral, pelo menos esse trata o corpo todo. Meus animais precisam demais de mim para ceder a depressões e outros males piores.

Mas para começar o ano ando com uma vontade de apertar o pescoço de alguém...será de quê? Da politica actual (politica?) ou mesmo das pessoas que me estão no geral enchendo o saco? Agora estou fisgada na velha por baixo de mim, que acha que por estar velha e moribunda temos todos de viver numa morgue. A porra da velha já deve anos á cova...eu até sou porreira mas não consigo aturar gente que pensa ter o rei na barriga...e que o mundo lhes pertence. Já me chega comer os sapos vivos do sistema actual. Quero dizer...vomitar, porque não os como, vomite-os todos os  dias.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Sobre Fungos e Sinusite e Outros...

Bolor, mofo, cogumelos, leveduras:

Todos estes nomes se referem a mesma entidade biológica: fungos. Não são bactérias como as que causam a amigdalite, nem protozoários como as amebas, nem vermes como as lombrigas.

Fungos são um tipo de vida extremamente poderosa pois conseguem crescer em paredes feitas com cal, conseguem digerir óleos, conseguem crescer dentro da geladeira, mesmo muito abaixo de zero. Basicamente o que precisam é de humidade, no entanto detestam ambientes secos.

 Os fungos, além de causarem manchas na pele, também causam manchas nas roupas, sapatos, utensílios e paredes, dependendo do contacto que estes tenham com a humidade contínua. Na maioria das vezes nem estamos conscientes. O bolor quando cresce em um canto de parede, geralmente no outro lado da parede da casa de banho, no junto do chuveiro, forma uma mancha escura, que se aumentar fica parecendo com musgo verde. Se olharmos de perto parece algo aveludado, e se tocarmos sobe um fumo (como numa laranja ou pão com bolor).  Esta névoa que sobe são os esporos, mais leves que o ar e que permanecem em nebulização (flutuando no ar), no ambiente onde existem.Ao respirarmos, estes esporos entram nos seios paranasais (frontais, maxilares, etmoidais e esfenoidais) além de entrarem na trompa auditiva (tubo que liga o ouvido ao nariz). Ao entrarem em uma cavidade revestida de pele húmida (mucosa) encontram o meio ideal para desenvolver que é a humidade contínua. Este crescimento cria uma reacção do corpo na forma de inflamação na mucosa fazendo-a inchar. Como estas cavidades comunicam-se com o nariz através de pequenos canais, ao incharem tampam estas ligações. Inflamação, bolor crescendo, bolsa (cavidade), fica fechada, cheia de pus, isto é a sinusite.
Claro que esta é apenas uma parte da história já que podem acometer a qualquer parte dos nossos tecidos.

Assim, aqueles indivíduos que apresentem pré-disposição a alergia, vão ter os sintomas aumentados, ou fazê-los aparecer; um exemplo fácil de compreender é a bronquite. Mas as manifestações alérgicas podem acometer praticamente todos os tecidos do corpo: pele, intestinos, articulações, vasos, etc. Alergia nestes tecidos causam inflamações resultando nos mais diversos sintomas.

Eu fazia crises de sinusite frequentes e ficava muito mal, mas jamais imaginei e tão pouco os medicos sabiam. Dava-me dores no corpo enormes e o corrimento por trás da garganta não parava. Levava dias e dias aquela mucosidade por trás do nariz a correr descontrolada...era incontrolável, cada dia estava piora mas os médicos apenas me enchiam de antibioticos e corticoides. Fui à bronquite de repetição e ia morrendo.Levaram-me á mesa de operações e depois de operar á sinusite estive três meses entre a vida e a morte, nunca deitei a minha cabeça pois quase não respirava e tinha a garganta inchada não conseguia quase comer, os medicos não me sabiam tratar e abandonaram-me.  Fui vitima de um sofrimento atrós, andei quatro anos a fazer vacinação em vão, acabei ficando pior ainda de outras situações tal como pele e olhos. E a sinusite não passou com a cirurgia. Realmente valeu-me a homeopatia, alguma ajuda da nossa medicina e uma vontade de ferro minha na luta contra este problema em que tive de abolir tudo...quase deixei de existir, mas tudo o faz desenvolver fungos. Naõ entrar em muito situo, nem viajar para onde sei que o clima é de fungos, se é húmido, ou muito quente e se for quente tem de ser seco.
Melhorei, mas é completamente impossível fugir de algo que existe em todo o lado e faz parte da natureza. Muitos dias não saio á rua, porque está de chuva e fica húmido em todo o lado, e minha casa está repleta de desumidificadores, ao mesmo tempo que tenho de estar sempre a dar ar á casa para não deixar criar fungos em roupeiros e humidade nas casas, evito os jardins e as árvores que estão cobertas de fungos e ao mais pequeno contacto com fungos fico logo uma desgraça. Não queira ser alérgica a fungos Este tipo de alergia de que pouco se fala, é mortífera,( POIS PROVOCARÃO INFECÇÕES GRAVÍSSIMAS) e as vacinas de que tanto se falam, na maioria dos casos trás resultados bem piores, dos que tinha antes de as aplicar. Acima de tudo resista a tomar antibióticos porque lhes destroem ainda mais seu sistema imunitário, que infelizmente é o que mais lhe vão dar. Com com a vacina para os fungos dos alergologistas,deixa-se de ter num lado para ter nos outros todos, ou então foi mal aplicada. ALGUMAS PESSOAS DERAM-SE BEM e EU CONHEÇO.
MAS MUITAS foram as que SE DERAM MAL E FICARAM BEM PIOR E que EU TAMBÉM CONHEÇO.

Recomendo que procure um bom médico de Homeopatia, foi até hoje o que mais me ajudou mas prepare-se para viver um vida que jamais voltará a ser a mesma, e procure viver numa casa sem humidades porque de outro modo não vai resistir e aumente suas defesas sem recuar. Não coma cogumelos nem beba nada fermentado.














domingo, 1 de janeiro de 2012

Dicas de Saude

Um Bom Ano 2012 e começo-o bem, Sabendo que:

  • Comer uma colher de sementes de sésamo diariamente fortalece o cabelo.
 
  • Para os homens: 1 colher de sopa de sementes de abóbora por dia, ajuda a prevenir doenças da próstata.


  • Segundo os ensinamentos da Medicina Tradicional Chinesa, ao andar descalço em casa, sobretudo no chão frio, irá enfraquecer a energia dos rins. Esta condição de desequilíbrio irá dificultar a capacidade de engravidar. Caso seja o seu caso, evite andar descalço em casa e experimente todos os dias, durante 15 minutos, colocar os pés em água quente com sal integral.

  • Lavar o cabelo com shampoo de urtiga ajuda a combater a oleosidade capilar.

  • O chá de Gengibre poderá ajudá-lo a melhorar a sua circulação evitando que os pés e as mãos fiquem frios. Aplicado externamente, ensopando uma toalha, poderá aliviar uma forte dor, como por exemplo a dor ciática. Tenha-o sempre em sua casa!

  • O chá preto e o chá verde contêm bioflavonoides, componentes que protegem os vasos sanguíneos prevenindo os Acidentes Vasculares Cerebrais. Beba quatro chávenas por dia! Se for hipertenso vigie a sua tensão arterial e veja se sofre alterações. 

  • As mulheres que fumam e tomam contraceptivos orais – pílula, podem aumentar a tendência para o seu sangue coagular, aumentando o risco em três vezes mais, de terem doenças cardiovasculares e circulatórias mesmo quando se trata de mulheres jovens.

  • A acne do adulto poderá ter associado um padrão psicológico, especialmente comum nas mulheres muito exigentes, energéticas e perfeccionistas, que se debatem constantemente com velhos assuntos da adolescência.

  • O leite quando misturado com o chocolate e principalmente com o café, impede que o cálcio seja absorvido e por outro lado formam-se umas estruturas denominadas oxalatos de cálcio que podem aumentar o risco de pedras nos rins.

  • Fadiga, depressões, anemias e doenças cardiovasculares, são evitadas pelo consumo de algas na alimentação. Introduza-as na sua alimentação.

  • O excesso de irritabilidade e fúria, tem uma relação directa com o funcionamento do fígado, dificultando o funcionamento do mesmo, ou revelando que este não está a trabalhar muito bem. Este conhecimento que chega até nós através da Medicina Tradicional Chinesa, vai de encontro com a nossa popular frase: “Estás com maus fígados”! 

  • Se aumentar o consumo de nozes, vai promover um melhor funcionamento cerebral, aumenta a sua capacidade de concentração e memória. As nozes são ricas num tipo de gordura, que é muito importante para o funcionamento do nosso organismo. A sua saúde intestinal vai ser também beneficiada. Coma 3 nozes por dia!

  • O reumatismo, a gota, o cancro, a apendicite, entre outros, são em grande parte causados pelo consumo regular de carne vermelha.
Fonte:  http://clinicadavinci.com

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Boas Festas aos Nossos Governantes e à Nossa Querida Angela Merkel/Nicolas Sarkozy

Venho por aqui desejar as Boas Festas a nossa "Querida Angela Merkel", e ao vendido do nosso "Amigo Nicolas Sarkozy" tal como o ao nosso "Bebezinho e Anjinho" Passos Coelhinho e seus  "Maninhos", incluindo o nosso "pobre Durão Barroso", que coitado já havia sofrido tanto aqui em Portugal com a crise. Teve até de abandonar o Governo do País ao Deus dará e agora ainda está a sofrer tanto com a Europa. Bem desejo-vos um Natal cheio de fibromialgia, asma, cancros e outros sofrimentozinhos no sapatinho, e que a vossa morte seja lenta, pois não quero que vos falte nada. Tal como "Um Ano Novo" asfixiados no dinheiro que o povo amorosamente vos cedeu, mesmo ficando a pão e água. Por tudo isto, o meu muito obrigada. Falo em meu nome e do povo e de todos os doentes crónicos de Portugal, com amor e carinho para todos vós.



segunda-feira, 14 de novembro de 2011

È da Vacina? Não é da Vacina?

Parei a vacina do alergologista como podem ver nos postes anteriores. A verdade é que comecei a ter problemas graves de pele e olhos durante a aplicação da mesma. Parei porque não me davam respostas ás  minhas questões. Eu estava a viver de vacinas e parei simplesmente. A vacina da H1n1 ia acabando comigo.
Este ano não há vacinas para ninguém das aplicadas pela medicina convencional, mas continuo a fazer homeopatia. Vamos ver se morro ou se melhore.
Está será a minha prova dos nove quanto á vacinação tradicional da nossa medicina. Se eu morrer vocês vão saber...alguém postará aqui. A verdade é que ando á anos a fazer vacinação para combater as alergias por fungos que quase me levaram a vida e melhorar meu sistema imunitário. Nem tudo é bom mas  nem tudo é mau, agora o que me veio depois na sequência das vacinas não é bom de certeza.  Ao invés de melhorar comecei a fazer infecções uma atrás da outra. È da Vacina? Não é da Vacina? Dir- vos-ei, já que a deixei de dar desde Março desde ano e não voltei a dá-la, tão pouco a da gripe. Vamos ver se morro eu se fico melhor...
O facto é que anos a dar a vacina e continuo com as alergias com ela ou sem ela com acréscimo de muitos outros problemas que antes dela jamais tive e como muitas outras pessoas que contactei fizeram as mesma reacções enquanto outras melhoraram. O problema será da vacina ou de quem a aplica? É que cada caso é uma caso, todos somos diferentes e o tratamento é aplicado de igual modo para todos pelo que pude ver no que me tocou. Continuo a dizer mal de mim se não tivesse na homeopatia. Essa sim tem me ajudado. 

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Os Donos da Verdade são pessoas QUADRADAS E ULTRAPASSADAS

 Ora bem é do conhecimento de quem vem ao meu blogue que sou uma "doente crónica e assumida". Não sabia?  Eu levei anos a saber, e se não sabia agora já sabe! Percorri um longo caminho e sofri muito sobe o olhar de meu marido, entre a duvida do exagero da minha parte e a certeza de que tinha uma mulher com um gravíssimo problema e que esteve perto da morte,   embora o dinheiro que gastamos e os profissionais de saúde que percorremos não havia uma resposta. Internada várias vezes, e milhares de exames feitos, cheguei mesmo a ser operada em nome deste " problema desconhecido", palavras como tenha paciência , tenha calma e outras estúpidas conversas tive de aturar da classe médica e não só...de amigos e mesmo de familiares.

Muito embora tanto sofrimento, não conseguia melhoras, tão pouco um diagnostico! Para além de me ser diagnosticado alergias e nem por isso graves, a fungos mais concretamente e nada demais! O facto, é que cada dia mais, passava a minha vida nos consultórios dos médicos, fazendo exames e analises, tinha mesmo que agendar as horas para não sobrepor as marcações coisa, que eu já fazia na minha vida profissional. Cheguei a ter três marcações num dia, já que as especialidades que tinha consultar eram várias e colidiam com os exames. Fui á exaustão. A temperatura de meu corpo caía e  cada dia tinha menos força, as dores saltavam daqui para ali...e verdade, o dinheiro era cada dia menos e a vontade de sair da cama também.

Ah! Mas se engane que era por estar deprimida...a minha luta pela vida tinha começado e tive quase de obrigar os profissionais de saúde a me tratarem, alias isso ainda continua a acontecer... porque admitir que não sabem, não conhecem, não sabem tratar...são poucos que o admitem.
Aí quando a homeopatia entrou na minha vida e que o publiquei, ainda mais problemas tive no meio dos clínicos que nem curavam nem queriam certamente me dar o direito de eu procurar a ajuda, já que não a conseguiam  dar-ma na nossa medicina.
Começaram a entrar no meu blogue e a ler o que eu escrevia e a guerra começou... Mas eu que não sou pessoa de me render, chamo de QUADRADOS E ULTRAPASSADOS a estes "profissionais" que nunca aceitam nada, que não seja provado por por A+B mesmo que seja confirmado no doente. As queixas de um doente não são ouvidas, e o doente só é ouvido como eles dizem " Se virem" ora se o doente adoece  hoje, e vai ao médico na semana que vem ou no fim  do mês, ou porque o dito" médico não tinha consulta" ou o doente "não tinha dinheiro está frito".

Escrevo isto porque, o fiquei farta de ouvir: "eu não vi"... como se as queixas do doente não significassem nada.  Não  esqueçam, as suas dores ou seus males têm de ser visíveis e os exames que existem têm de ser suficientes para o declarar doente. Ora bem... meus males não eram visíveis, tão pouco existem exames concretos para o mesmo, a não ser que comecei a fazer infecções sistémicas...mas que depois de tratadas não ERAM NADA,o facto é que eram constantes,  uma seguida da outra e surgiram depois de uma cirurgia . Foi assim que depois de me queixar 2 anos ao Professor Palma Carlos dos intestinos e das picadas e dores que sentia e que foram ignoradas, acabei dando entrada no Hospital do SAMS com uma infecção Intestinal que quase me levou á morte, entrei no piso de cirurgia de onde achei que não sairia mais, (isto com um quadro para trás já de anos de a ser acompanhada por outros que não ele). Estive na consulta do senhor á tarde que não me ligou, descompôs-me porque lhe fiz perguntas, pois era lá estava a tratar-me. Desesperada de lá sai assim... sem assistência e mal tratada, ofendida e desmoraliza, a sorte deste senhor naquele dia foi o meu estado ou teria levado um bom estalo naquela cara, cheguei a pensar depois da situação a fazer queixa do senhor na Ordem dos Médicos. já que eu saiba nunca o convidei para comer comigo á mesa,  para se dar a uma confiança daquela de me elevar a voz e ofender. Sei hoje de outra médica que trabalha a sue lado e o sabe imitar muito bem infelizmente, como já escrevi noutro texto. Efectivamente o senhor tinha entrado no meu blogue certamente e ficou mal disposto por eu colocar em causa seus conhecimentos ( achou ele...talvez), por em simultâneo eu consultar medicina homeopática.  Foi isso de certeza absoluta, porque outra maneira nada poderia justificar seu comportamento a não ser loucura ou a caduquice. Paralelamente, fiz testes aos alimentos e ás incompatibilidades alimentares e lembro de isso o deixar furioso já que lhe mostrei os exames e nunca o escondi. No entanto muitos médicos da nossa medicina já me haviam recomendado fazer estes testes. Os testes tal como muitos outras medidas naturais e homeopáticas  são até recomendados, por médicos da nossa medicina com a cabeça e o cérebro aberto a outras medicinas, que não apenas a nossa . Homeopatia bem praticada e por profissionais competentes é uma grande ajuda em doentes cuja a vida vai ser levada a tomar drogas. Estas, provocam outras doenças por vezes mais graves do que as já adquiridas. Eu senti esse bem estar no meu corpo, muitas vezes. Reconheço no entanto que a homeopatia é pouco pratica, dispendiosa e demorada, não obstante faz muito bem e ajuda muito e não ganho nada com essa afirmação uma vez que a nossa medicina saí mais barata. Isto se o quadro for grave, porque se for pela prevenção da doença evitando a mesma é bem mais económica. Se tivermos de fazer cirurgias, para além do sofrimento não há dinheiro que chegue a não ser que fique anos há espera da morte, no publico. Evitar a doença é o melhor caminho e a nossa medicina trata apenas a doença provocando outras doenças.
Mas quando a vida está em risco fazemos tudo por ela e temos o direito e o dever de o fazer como de escolher para nós  o que sentimos que nos faz melhor. A homeopatia que não é um milagre, mas o que é um milagre?  E a nossa medicina é?Não não é! Se é, porque não curam tantos doentes que andam por aí com doenças que se chamam "crónicas"?
Pois a mim homeopatia fez-me muito bem e tem me ajudado muito, foi neste quadro todo o que mais me ajudou, não receio afirma-lo. Já agora a médica que mais me têm dado a mão e ajudado ao longo deste tempo foi exactamente essa médica de homeopatia/clínica Geral, tal como meu médico assistente que me acompanhou nesta empreitada e que em certa altura admitiu não me saber tratar o que eu acho muito digno da parte dele. Aliás eu disse-lhe a ele que mesmo assim me tem ajudado bastante e está no meu coração, pois nunca me virou as costas, como outros fizeram, mesmo porque tem uma mente aberta e não é quadrado.

Não vejo porque os médicos não unem conhecimentos e  medicinas para ajudar um doente. Já que para mim todas são aceitáveis quando bem aplicadas e que uma não prescinde da outra e todas fazem falta!
O que não nos faz falta mesmo são médicos que entraram em medicina apenas para fazer dinheiro e usar isso como uma fábrica de produção  €, sem olhar a quem.
Quando se trata de um doente que não sabem o que tem, e se negam a fazer uma carta esclarecedora do problema do doente para dirigi-lo noutra direcção. Para mim essa é uma prática que deixou de existir eu acho... ou apenas existe num quadro restrito de profissionais, pois  não se querem  comprometer. Para mim é medo da concorrência e medo de perder para o outro, medo de dizer que não consegue tratar, ou que não é da sua competência ao mesmo tempo não interessa espantar a caça. Falta de profissionalismo, profissão errada!
Acho mesmo que deveriam ser submetidos pelos colegas, avaliando suas capacidades e obrigá-los a se actualizar quando começam a ficar com o rabo apenas na cadeira a passar receitas sem depois saber o que o doente que vai para casa sente, como estão fazendo aos professores. Aqui faz muito mais falta pois trata-se de vidas!
"Os DONOS da VERDADE, são PESSOAS QUADRADAS E ULTRAPASSADAS ".
Os nossos profissionais de saúde deviam de ser obrigados a fazer um curso de sensibilização e humanismo e a psicologia devia de ser uma disciplina obrigatória. Que me desculpem todos os que não se enquadram no perfil, mas eu já sofri demais nas mãos deste tipo de gente.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Importante a todos os doentes Crónicos que por aqui passam! Leia com ATENÇÃO

Meus amigos doentes e alérgicos que passam no meu blogue  e são muitos. Se por acaso descrevem o vosso caso na Net ou o expuserem publicamente na intenção de ajudar outros doentes NÃO O FAÇAM! Porquê? Ora bem , façam muita atenção:
- Ontem foi me negado assistência Médica e expulsa do consultório da Dra Margarida Medina em Paço de Arcos, porque ela alegou que fazia 8 meses eu não aparecia para me tratar, e que eu tinha a mania que sabia tudo, e que ela estava no seu direito de escolher os seus doentes. Ora eu nunca fiz mais nada do que fazer perguntas do meu estado educadamente tal como ela me devia responder, e esclarecer no mesmo tom. Apresentei-me a ela com uma crise de sinusite (ou qualquer outra coisa, já que eu nunca sei o que tenho) mas tenho estado mal, mas que é normal de há muito, não de agora e que eu sempre procurei  ajuda e me tratei á risca e todos sabem! Ultimamente tive muitos outros problemas e parei a vacina, alguns meses, mas  ela não me deixou explicar começando a me BERRAR aos ouvidos como antigamente os professores faziam aos alunos no tempo da ditadura, numa prova de desrespeito por mim como pessoa e nem se fala como doente. Ora isto acontece-me pela 2ª vez, uma pelo Prof. Palma Carlos, outra pela sua formanda pois estudou com ele e trabalha com ele e ambos têm o mesmo tipo de atitude altruísta onde o doente parece um boneco e não pode se expressar na iminência de ser enxovalhado. A situação deixou-me outra vez de boca aberta pois jamais me deparei com tamanho desrespeito pela minha pessoa, mulher adulta e mãe de filhos, em ambas as vezes e mais na qualidade de doente crónico. Logo eu, que como sabem a tantas pessoas os recomendei.
Meus amigos! Toda esta atitude está claramente relacionada com o que eu escrevo AQUI neste blogue. Escrevo me o que vai na alma e tenho passado percorrido e estudado. Que é a minha verdade e experiência e a minha longa história, uma enciclopédia infelizmente mas também muita sabedoria. O que escrevo e relato não é dirigido a todos e não faço referência a nomes a não ser hoje, certo? FALAR SOBRE A MINHA SITUAÇÃO é um direito que me assiste e muitos são os que me agradeceram pois andavam perdidos e encontraram aqui a sua luz.
Mas a questão aqui é comer calada e não abrir boca ou seja tipo ditadura! Pensei que essa mentalidade médica já tinha passado. Quem me conhece sabe que eu não admito faltas de respeito para com a minha pessoa, pois também não o faço a não ser que me faltem primeiro a mim. Venho por isso aqui pedir-vos desculpa a todos os que para lá encaminhei,  pois desconhecia que  se por acaso tivéssemos uma dúvida, ou achássemos que nos estávamos a dar mal e parássemos para ver se era do tratamento (o que julguei ser um direito meu como doente que estava a cada dia pior e queria saber se era da vacina) e no meu "blogue" o colocasse, (está entre aspas porque nunca fui muito directa no assunto) desse à doutora, que eu nunca jamais, pensei abandonar,  me negasse tratar e mais,  se desse ao direito de se dirigir a mim aos BERROS. Deixando-me sair de lá sem assistência sabendo ela, ser eu uma doente de risco. Fica aqui o esclarecimento, para saberem o que vos espera se colocarem dúvidas sobre o tratamento ou tornarem público o que se passa convosco na esperança de ajudar outros. O que pode incomodar  "alguns" profissionais de saúde, que nos tentam tirar o direito da expressão. Quero aqui referir, como já o fiz algumas vezes, que em muitas situações já me dei mal com médicos, no sentido "do tratamento" nunca desta maneira desrespeitadora para comigo, assim como já me dei bem com muitos também. Na saúde nunca poderei  prescindir dos conhecimentos médicos por isso os procuro, mas tenho  o direito dever e obrigação, depois de muito já ter sofrido e gasto como doente e pessoa de ver o que é melhor para mim. O dever de um médico é assistir o  doente, saber ouvi-lo e esclarecê-lo, e tratá-lo (ao que ela me respondeu que eu não iria entender os termos médicos. Passei a minha vida no meio deles), não de me saltar aos berros em cima, dizendo que eu estava pior por ter parado e me tratamento e que agora vinha falar mal do mesmo (na verdade não falei nem bem nem mal) pois ela estava morta por me cair em cima e disparou. Começou a berrar comigo e claro eu respondi no mesmo tom, dizendo que baixasse o tom pois eu não lhe admitia, não faltaria eu ficar calada como uma criança que é repreendida pela mãe. Haja DEUS este mundo está perdido.

ATENÇÃO:  Eu não estou pior por ter parado a vacina (para todos aqueles que me perguntavam e eu não respondia) eu apenas continuo a fazer crises que já fazia antes e sempre fiz.  E que de dois anos para cá, passei a ter problemas que nunca jamais havia tido antes da vacina e que eventualmente poderiam ser uma reacção da vacina, já que nem todos os corpos reagem da mesma maneira e eu faço a vacina faz anos e meu estado agravou com a dose elevada da vacina (quando atingiu 35). E que os problemas a que me refiro são de pele e olhos que eu não fazia antes da vacina, ao que a Doutora não me deu oportunidade de esclarecer. Assim, cada um  que tome atitude que achar  melhor, já que eu também nunca mais me vou referir a estes assuntos mas vou tomar as medidas que acho necessárias sobre elas. Quanto à vacina conheci pessoas que se deram bem e melhoraram, como também conheço quem piorou tal como eu ficaram com outras reacções. Eu apenas quis saber se parando uns tempos me sentia melhor, pois quase ceguei com a infecção nos olhos e só parando o saberia. Ninguém é dono da Verdade e ouvir as queixas do doente é importante. Mas ali ninguém ouve e se reclamar é insultado. Não comigo, por isso passem bem eu vou procurar Médicos com M grande muito embora, eu tenha meus médicos (de outras especialidades) que jamais me deixaram e jamais me deixarão, médicos com nível e educação que nunca agiram nem agirão assim. Se é doente crónico já sabe... CUIDE-SE,  pois poderá ter de levar sua vida a ter que tolerar a má ou boa educação, ordens e disposição dele ou dela que pode ser porreiro e educado ou NÃO. Fique atento às características de seu médico tal como quando escolhe o seu/ sua Companheiro/a que vai acompanhar sua vida. Pode ser uma boa ou má escolha.