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sábado, 31 de março de 2012

Alergias? É melhor é Saber. A Degradação do meio ambiente, poluição, as definições de poluição,

Não passe metade de sua vida fazendo vacinas desnecessárias, eu fiz e foi inútil, cada dia fiquei pior, saiba o porque  se sente cada dia pior e saiba que não é o único, metade da população corre para os médicos procurando respostas em vão, apenas fica enchendo os bolsos de que vende seja o que for nesse mercado que é a doença causada pelo meio ambiente...deve saber o porquê e procure defender-se da maneira que conseguir.

A Degradação do meio ambiente, poluição, as definições de poluição, A revolução industrial e a poluição, poluição da águas, poluição atmosférica, os problemas ambientais dos grandes centros.

POLUIÇÃO

1- O que é poluição

Dá-se o nome de poluição a qualquer degradação (deterioração, estrago) das condições ambientais, do habitat de uma colectividade humana. É uma perda, mesmo que relativa, da qualidade de vida em decorrência de mudanças ambientais. São chamados de poluentes os agentes que provocam a poluição, como um ruído excessivo, um gás nocivo na atmosfera, detritos que sujam os rios ou praias ou ainda um cartaz publicitário que degrada o aspecto visual de uma paisagem. Seria possível relacionar centenas de poluentes e os tipos de poluição que ocasionam, mas vamos citar apenas mais dois exemplos.

Um deles são os agro-tóxicos (DDT, insecticidas, pesticidas), muito utilizados para combater certos microorganismos e pragas, em especial na agricultura. Ocorre que o acumulo desses produtos acaba por contaminar os alimentos com substâncias nocivas à saúde humana, às vezes até cancerígenas. Outro exemplo é o das chuvas ácidas, isto é, precipitações de água atmosférica carregada de ácido sulfúrico e de ácido nítrico. Esses ácidos, que corroem rapidamente a chapa dos automóveis, os metais de pontes e outras construções, além de afectarem as plantas e ocasionarem doenças respiratórias e da pele nas pessoas, são formados pela emissão de dióxido de enxofre e óxidos de nitrogénio por parte de certas indústrias. Esses gases, em contacto com a água da atmosfera, desencadeiam reacções químicas que originam aqueles ácidos. Muitas vezes essas chuvas ácidas vão ocorrer em locais distantes da região poluidora, inclusive em países vizinhos, devido aos ventos que carregam esses gases de uma área para outra.

O problema da poluição, portanto, diz respeito à qualidade de vida das aglomerações humanas. A degradação do meio ambiente do homem provoca uma deterioração dessa qualidade, pois as condições ambientais são imprescindíveis para a vida, tanto no sentido biológico como no social.

2- A revolução industrial e a poluição.

Foi a partir da revolução industrial que a poluição passou a constituir um problema para a humanidade. É lógico que já existiam exemplos de poluição anteriormente, em alguns casos até famosos (no Império Romano, por exemplo). Mas o grau de poluição aumentou muito com a industrialização e urbanização, e a sua escala deixou de ser local para se tornar planetária. Isso não apenas porque a indústria é a principal responsável pelo lançamento de poluentes no meio ambiente, mas também porque a Revolução Industrial representou a consolidação e a mundialização do capitalismo, sistema sócio-económica dominante hoje no espaço mundial. E o capitalismo, que tem na indústria a sua actividade económica de vanguarda, acarreta urbanização, com grandes concentrações humanas em algumas cidades. A própria aglomeração urbana já é por si só uma fonte de poluição, pois implica numerosos problemas ambientais, como o acumulo de lixo, o enorme volume de esgotos, os congestionamentos de tráfego etc.

Mas o importante realmente é que o capitalismo é um sistema económico voltado para a produção e acumulação constante de riquezas. E tais riquezas nada mais são do que mercadorias, isto é, bens e serviços produzidos - geralmente em grande escala - para a troca, para o comércio. Praticamente tudo que existe, e tudo o que é produzido, passa a ser mercadoria com o desenvolvimento do capitalismo. Sociedades, indivíduos, natureza, espaço, mares, florestas, subsolo: tudo tem de ser útil economicamente, tudo deve ser utilizado no processo produtivo. O importante nesse processo não é o que é bom ou justo e sim o que trará maiores lucros a curto prazo. Assim derrubam-se matas sem se importar com as consequências a longo prazo; acaba-se com as sociedades preconceituosamente rotuladas de “primitivas”, porque elas são vistas como empecilhos para essa forma de “progresso”, entendido como acumulação constante de riquezas, que se concentram sempre nas mãos de alguns.

A partir da Revolução Industrial, com o desenvolvimento do capitalismo, a natureza vai pouco a pouco deixando de existir para dar lugar a um meio ambiente transformado, modificado, produzido pela sociedade moderna. O homem deixa de viver em harmonia com a natureza e passa a dominá-la, dando origem ao que se chama de segunda natureza: a natureza modificada ou produzida pelo homem - como meio urbano, por exemplo, com seus rios canalizados, solos cobertos por asfalto, vegetação nativa completamente devastada, assim como a fauna original da área, etc. - , que é muito diferente da primeira natureza, a paisagem natural sem intervenção humana.

Contudo, esse domínio da tecnologia moderna sobre o meio natural traz consequências negativas para a qualidade da vida humana em seu ambiente. O homem, afinal, também é parte da natureza, depende dela para viver, e acaba sendo prejudicado por muitas dessas transformações, que degradam sua qualidade de vida.

3. A POLUIÇÃO DAS ÁGUAS

Desde os tempos mais remotos o homem costuma lançar seus detritos nos cursos de água. Até a Revolução Industrial, porém, esse procedimento não causava problemas, já que os rios, lagos e oceanos têm considerável poder de auto-limpeza, de purificação. Com a industrialização, a situação começou a sofrer profundas alterações. O volume de detritos despejados nas águas tornou-se cada vez maior, superando a capacidade de purificação dos rios e oceanos, que é limitada. Além disso, passou a ser despejada na água uma grande quantidade de elementos que não são bio-degradáveis, ou seja, não são decompostos pela natureza. Tais elementos - por exemplo, os plásticos, a maioria dos detergentes e os pesticidas - vão se acumulando nos rios, lagos e oceanos, diminuindo a capacidade de retenção de oxigénio das águas e, consequentemente, prejudicando a vida aquática.

A água empregada para arrefecer os equipamentos nas centrais termo-eléctricas e nucleares e em alguns tipos de indústrias também causa sérios problemas de poluição. Essa água, que é lançada nos rios ainda quente, faz aumentar a temperatura da água do rio e acaba provocando a eliminação de algumas espécies de peixes, a proliferação excessiva de outras e, em alguns casos, a destruição de todas.

Um dos maiores poluentes dos oceanos é o petróleo. Com o intenso tráfego de navios petroleiros, esse tipo de poluição alcança níveis elevadíssimos. Além dos derrames causados por acidente, em que milhares de toneladas de óleo são despejados na água, os navios soltam petróleo no mar rotineiramente, por ocasião de lavagem de seus reservatórios. Esses resíduos de petróleo lançados ao mar com a água da lavagem representam cerca de 0,4 a 0,5% da carga total.

A POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA

A poluição atmosférica caracteriza-se basicamente pela presença de gases tóxicos e partículas sólidas no ar. As principais causas desse fenómeno são a eliminação de resíduos por certos tipos de indústrias (siderúrgico, petroquímicas, de cimento, etc.) e a queima de carvão e petróleo em usinas, automóveis e sistemas de aquecimento doméstico.

O ar poluído penetra nos pulmões, ocasionando o aparecimento de várias doenças, em especial do aparelho respiratório, como a bronquite crónica, a asma e até o câncer pulmonar. Esses efeitos são reforçados ainda pelo consumo de cigarros.

Nos grandes centros urbanos, tornam-se frequentes os dias em que a poluição do ar atinge níveis críticos, seja pela ausência de ventos, seja pelas inversões térmicas, que são períodos nos quais cessam as correntes ascendentes do ar, importantes para a limpeza dos poluentes acumulados nas camadas próximas à superfície.

A maioria dos países capitalistas desenvolvidos já possui uma rigorosa legislação anti-poluição, que obriga certas fábricas a terem equipamentos especiais (filtros, tratamento de resíduos, etc.) ou a usarem processos menos poluidores. Nesses países também é intenso o controle sobre o aquecimento doméstico a carvão, o escapamento dos automóveis, etc. Tais procedimentos alcançam resultados consideráveis, embora não eliminem completamente o problema da poluição do ar. Por exemplo, pesquisas realizadas há alguns anos mostraram que chapas de ferro se corroem muito mais rapidamente em São Paulo do que em Chicago, apesar de esta metrópole norte-americana possuir maior quantidade de indústrias e automóveis em circulação.

Calcula-se que a poluição do ar tenha provocado um crescimento de teor de gás carbónico na atmosfera, que teria sofrido um aumento de 14% entre 1830 e 1930. Hoje em dia esse aumento é de aproximadamente 0,3% ao ano. Os desmatamentos contribuem bastante para isso, pois a queima das florestas produz grande quantidade de gás carbónico. Como o gás carbónico tem a propriedade de absorver calor, pelo chamado “efeito estufa” , um aumento da proporção desse gás na atmosfera pode ocasionar um aquecimento da superfície terrestre. Efeito estufa: acção que certos gases exercem sobre a radiações do calor da terra, interceptando-as e transmitindo-as de volta a superfície.

Baseados nesse fato, alguns cientistas estabeleceram a seguinte hipótese: com a elevação da temperatura média na superfície terrestre, que no início do século XXI será 2ºC mais alta do que hoje, o gelo existente nas zonas polares (calotas polares) irá se derreter. Consequentemente, o nível do mar subirá cerca de 60 m, inundando a maioria das cidades litorâneas de todo o mundo. Alguns pesquisadores pensam inclusive que esse processo já começou a ocorrer a partir do final da década de 80. Os Verões da Europa e até da América têm sido a cada ano mais quente e algumas medições constataram um aumento pequeno, de centímetros, do nível médio do mar em algumas áreas litorâneas. Todavia, esse fato não é ainda admitido por grande parte dos estudiosos do assunto.

Outra importante consequência da poluição atmosférica é o surgimento e a expansão de um buraco na camada de ozónio, que se localiza na atmosfera - camada atmosférica situada entre 20 e 80 Km de altitude.

O ozónio é um gás que filtra os raios ultravioleta do Sol. Se esses raios chegassem à superfície terrestre com mais intensidade provocariam queimaduras na pele, que poderiam até causar câncer, e destruiriam as folhas das árvores. O gás CFC - clorofluorcarbono -, contido em sprays de desodorizantes ou insecticidas, parece ser o grande responsável pela destruição da camada de ozónio. Por sorte, esses danos foram causados na parte da atmosfera situada acima da Antárctida. Nos últimos anos esse buraco na camada de ozónio tem se expandido constantemente.

4. OS PROBLEMAS AMBIENTAIS DOS GRANDES CENTROS

De modo geral, os problemas ecológicos são mais intensos nas grandes cidade que nas pequenas ou no meio rural. Além da poluição atmosférica, as metrópoles apresentam outros problemas graves:

Acumulo de lixo e de esgotos. Boa parte dos detritos pode ser recuperada para a produção de gás (bio-gás) ou adubos, mas isso dificilmente acontece. Normalmente, esgotos e resíduos de indústrias são despejados nos rios. Com frequência esses rios “morrem” (isto é, ficam sem peixe) e tornam-se imundos e malcheiroso. Em algumas cidades, amontoa-se o lixo em terrenos baldios, o que provoca a multiplicação de ratos e insectos.

Congestionamentos frequentes, especialmente nas áreas em que os automóveis particulares são muito mais importantes que os transportes colectivos muitos moradores da periferia das grandes cidades dos países do Sul, em sua maioria de baixa renda, gastam três ou quatro horas por dia só no caminho para o trabalho.

Poluição sonora, provocada pelo excesso de barulho (dos veículos auto-motivos, fábricas, obras nas ruas, grande movimento de pessoas e propaganda comercial ruidosa). Isso pode ocasionar neuroses na população, além de uma progressiva diminuição da capacidade auditiva.

Carência de áreas verdes (parques, reservas florestais, áreas de lazer e recreação, etc.). Em decorrência de falta de áreas verdes agrava-se a poluição atmosférica, já que as plantas através da fotossíntese, contribuem para a renovação do oxigénio no ar. Além disso tal carência limita as oportunidades de lazer da população, o que faz com que muitas pessoas acabem passando seu tempo livre na frente da televisão, ou assistindo a jogos praticados por desportistas profissionais (ao invés de eles mesmos praticarem desportos).

Poluição visual, ocasionada pelo grande número de cartazes publicitários, pelos edifícios que escondem a paisagem natural, etc.

Na realidade, é nos grandes centros urbanos que o espaço construído pelo homem, a segunda natureza, alcança seu grau máximo. Quase tudo aí é artificial; e, quando é algo natural, sempre acaba apresentando variações, modificações provocadas pela acção humana. O próprio clima das metrópoles - o chamado clima urbano - constitui um exemplo disso. Nas grandes aglomerações urbanas normalmente faz mais calor e chove um pouco mais que nas áreas rurais vizinhas; além disso, nessas áreas são também mais comuns as enchentes após algumas chuvas.

As elevações nos índices térmicos do ar são fáceis de entender: o asfaltamento das ruas e avenidas, as imensas massas de concreto, a carência de áreas verdes, a presença de grandes quantidades de gás carbónico na atmosfera (que provoca o efeito estufa), o grande consumo de energia devido à queima de gasolina, óleo diesel querosene, carvão, etc., nas fábricas, residências e veículos são responsáveis pelo aumento de temperatura do ar. Já o aumento dos índices de pluviosidade se deve principalmente à grande quantidade de micro-partículas (poeira, fuligem) no ar, que desempenham um papel de núcleos higroscópicos que facilitam a condensação do vapor de água da atmosfera. E as enchentes decorrem da dificuldade da água das chuvas de se infiltrar no subsolo, pois há muito asfalto e obras, o que compacta o solo e aumenta sua impermeabilização.

Todos esses factores que provocam um aumento das médias térmicas nas metrópoles somados aos edifícios que barram ou dificultam a penetração dos ventos e à canalização das águas - fato que diminui o resfriamento provocado pela evaporação - conduzem à formação de uma ilha de calor nos grandes centros urbanos. De fato, uma grande cidade funciona quase como uma “ilha” térmica em relação às suas vizinhanças, onde as temperaturas são normalmente menores. Essa “ilha de calor” atinge o seu pico, o seu grau máximo, no centro da cidade.

A grande concentração de poluentes na atmosfera provoca também uma diminuição da irradiação solar que chega até a superfície. Esse fato, juntamente com a fraca intensidade dos ventos em certos períodos, dá origem às inversões térmicas.

O fenómeno da inversão térmica - comum, por exemplo, em São Paulo, sobretudo no inverno - consiste no seguinte: o ar situado próximo à superfície, que em condições normais é mais quente que o ar situado bem acima da superfície, torna-se mais frio que o das camadas atmosféricas elevadas. Como o ar frio é mais pesado que o ar quente, ele impede que o ar quente, localizado acima dele, desça. Assim, não se formam correntes de ar ascendentes na atmosfera. Os resíduos poluidores vão então se concentrando próximo da superfície, agravando os efeitos da poluição, tal como irritação nos olhos, nariz e garganta dos moradores desse local. As inversões térmicas são também provocadas pela penetração de uma frente fria, que sempre vem por baixo da frente quente. A frente pode ficar algum tempo estagnada no local, num equilíbrio momentâneo que pode durar horas ou até dias.

ÁGUA: UMA ESCASSEZ ANUNCIADA

O volume de água na Terra está estimado em 1 trilião e 386 biliões de quilómetros cúbicos (Km3), sendo a maior parte - 97,2% desse total - formada pela água salgada dos mares e oceanos. Algo como 1,8% da água total está estocada sob a forma de neve ou gelo, no topo das grandes cadeias de montanhas ou nas zonas polares. Outra porção é a água subterrânea, que abrange cerca de 0,9% desse total, restando então a água atmosférica (0,001%) e os rios e lagos de água doce, que ficam com somente 0,0092% dessa água do nosso planeta.

A cada ano, a energia do Sol faz com que um volume de aproximadamente 500.000 Km3 de água se evapore, especialmente dos oceanos, embora também de águas e rios. Essa água retorna para os continentes e ilhas, ou para os oceanos, sob a forma de precipitações: chuva ou neve. Os continentes e ilhas têm um saldo positivo nesse processo. Estima-se que eles “retirem” dos oceanos perto de 40.000 Km3 por ano. É esse saldo que alimenta as nascentes dos rios, recarrega os depósitos subterrâneos, e depois retorna aos oceanos pelo desaguar dos rios.

No entanto, o ritmo acelerado de desmatamentos das últimas décadas, e o crescimento urbano e industrial, que necessita sempre de mais água, vem alterando esse ciclo hidrológico. Estudos da ONU mostraram que o desmatamento e o pastoreio excessivo diminuem a capacidade do solo em actuar como uma grande esponja, absorvendo águas das chuvas e liberando seus conteúdos lentamente. Na ausência de coberturas vegetais, e com solos compactados, a tendência das chuvas é escorrer pela superfície e escoar rapidamente pelos cursos de água, o que traz como consequência as inundações, aceleração no processo de erosão e diminuição das estabilidade dos cursos de água, que ficam diminuídos fora do período de cheias, comprometendo assim a agricultura e a pesca.

Não faltam sinal de escassez de água doce. O nível dos lençóis freáticos baixa constantemente, muitos lagos encolhem e pântanos secam. Na agricultura, na indústria e na vida doméstica, as necessidades de água não param de aumentar, paralelamente ao crescimento demográfico e ao aumento nos padrões de vida, que multiplicam o uso da água. Nos anos 50, por exemplo, a demanda de água por pessoa era de 400 m3 por ano, em média no planeta, ao passo que hoje essa demanda já é de 800 m3 por indivíduo. Em países cada vez mais populosos, ou com carência em recursos hídricos, já se atingiu o limite de utilização de água.

Constatou-se que actualmente 26 países, a maioria situada no continente africano, totalizando 235 milhões de pessoas, sofrem de escassez de água. As outras regiões do mundo também não são poupadas. Sintomas de crises já se manifestam em países que dispõem de boas reservas. Nos locais onde o nível de bombeamento (extracção) das águas subterrâneas é mais intenso que sua renovação natural, se constata um rebaixamento do nível de lençóis freáticos, que, por esse motivo, exigem maiores investimentos para serem explorados e ao mesmo tempo vão se tornando mais salinos.

CRISE AMBIENTAL E CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA

Desde a década de 70 a humanidade vem tomando consciência de que existe uma crise ambiental planetária. Não se trata apenas de poluição de áreas isoladas, mas de uma real ameaça à sobrevivência dos seres humanos, talvez até de toda a biosfera. O notável acumulo de armamentos nucleares nas décadas de 50, 60 e 70 ocasionou um sério risco de extermínio, algo que nunca tinha sido possível anteriormente. A multiplicação de usinas nucleares levanta o problema do escape de radioactividade para o meio ambiente e coloca a questão do que fazer com o perigoso lixo atómico. O acumulo de gás carbónico também na atmosfera representa um risco de catástrofe, pois ocasiona o crescimento do efeito estufa, que eleva as médias térmicas da maior parte dos climas do planeta.

Muitos outros problemas ambientais podem ser lembrados. Um deles é a contaminação de alimentos por produtos químicos nocivos à saúde humana, como agro-tóxicos, adubos químicos, hormonas e medicamentos aplicados comummente ao gado para que ele cresça mais rapidamente ou não contraia doenças. Podemos acrescentar ainda a crescente poluição dos oceanos e mares, o avanço da desertificação, o desmantelamento acelerado das últimas grandes reservas florestais originais do planeta (Amazónia, bacia do rio Congo e Taiga), a extinção irreversível de milhares ou até milhões de espécies vegetais e animais, etc.

Podemos falar numa consciência ecológica da humanidade em geral, embora com diferente ritmos - mais avançada no Norte e mais tardia nos países subdesenvolvidos - , que se iniciou por volta da década de 70 e cresce a cada ano. Trata-se da consciência de estarmos todos numa mesma “nave espacial”, o planeta Terra, o único que conhecemos que possibilitou a existência de uma biosfera. Trata-se ainda da consciência de que é imperativo para a própria sobrevivência da humanidade modificar o nosso relacionamento com a natureza. A natureza deixa aos poucos de ser vista como mero recurso inerte e passa a ser encarada como um conjunto vivo do qual fazemos parte e com o qual temos que procurar viver em harmonia.

UM PROBLEMA MUNDIAL

Um fato que ficou claro desde os anos 70 é que o problema ambiental, embora possa apresentar diferenças nacionais e regionais, é antes de mais nada planetário, global. A longo prazo, de nada adianta, por exemplo, transferir indústrias poluidoras de uma área (ou país) para outra, pois do ponto de vista da biosfera nada se altera. Não podemos esquecer que a atmosfera é uma só, que as águas se interligam (o ciclo hidrológico), que os ventos e os climas são planetários.

Vamos imaginar que estamos numa enorme casa, com todas a janelas e portas fechadas, e há uma fogueira num quarto nobre envenenando o ar. Alguém propõe então transferir a fogueira para outro quarto, considerado menos nobre. Isso elimina o problema de ar contaminado? Claro que não. No máximo pode dar a impressão de que por algum tempo melhorou a situação dos que ocupam o quarto nobre. Todavia, depois de um certo período (horas ou dias), fica evidente que o ar da casa é um só e que a poluição num compartimento propaga-se para todo o conjunto.

A biosfera, onde se inclui o ar que respiramos, as águas e todos os ecossistemas, é uma só apesar de muito maior que essa casa hipotética. O ar, embora exista em grande quantidade, na realidade é limitado e interligado em todas as áreas. Poderíamos abrir portas e janelas daquela casa, mas isso não é possível para a biosfera, para o ar ou as águas do nosso planeta.

Outro aspecto do carácter mundial que a crise ambiental possui é que praticamente tudo o que ocorre nos demais países acaba nos afectando. Até algumas décadas atrás era comum a opinião de que ninguém tem nada a ver com os outros, cada país pode fazer o que bem entender com o seu território e com as suas paisagens naturais. Hoje isso começa a mudar. Vai ficando claro que explosões atómicas russas ou norte-americanas, mesmo realizadas no subsolo ou em áreas desérticas desses países, acabam mais cedo ou mais tarde nos contaminando pela propagação da radiação.

Também a poluição dos mares e oceanos (e até dos rios, que afinal desembocam no mar), mesmo realizada na litoral de algum país, acaba se propagando, atingindo com o tempo outros países. As enormes queimadas de florestas na África ou na América do Sul não dizem respeito unicamente aos países que as praticam; elas fazem diminuir a massa vegetal sobre o planeta ( e as plantas, pela fotossíntese, contribuem para a renovação do oxigénio do ar) e, o que é mais importante, liberam enormes quantidades de gás carbónico na atmosfera, fato que acaba por atingir a todos os seres humanos. Inúmeros outros exemplos poderiam ser mencionados. Todos eles levam à conclusão de que a questão do meio ambiente é mundial e é necessário criar formas de protecção da natureza que sejam planetárias, que não fiquem dependentes somente de interesses locais - e as vezes mesquinhos - dos governos nacionais.

POLÍTICA E MEIO AMBIENTE

A crise ambiental vem suscitando mudanças na política. Não apenas as preocupações ecológicas cresceram enormemente nos debates e nos programas de políticos e de partidos, como também novas propostas surgiram. Até mais ou menos a década de 60 era o raro partido político, em qualquer parte do mundo, que tivesse alguma preocupação com a natureza. Hoje esse tema ganha um certo destaque nos programas, nas promessas eleitorais, nos discursos e algumas vezes até na acção dos diversos partidos, em muitas partes do mundo. Multiplicaram-se os ecologistas, as organizações e os movimentos ecológicos, assim como os partidos denominados verdes que defendem uma política voltada basicamente para uma nova relação entre a sociedade e a natureza.

Como infelizmente é comum em nossa época mercantilizada, também no movimento “verde” há muito oportunismo: às vezes a defesa do meio ambiente resulta em promoção pessoal e mesmo em altos ganhos. É o caso das empresas que visam apenas ao lucro com a venda de produtos ditos naturais. Podemos lembrar ainda os constantes shows musicais cuja renda se destinaria aos indígenas ou aos seringueiros da Amazónia - que em geral até hoje nunca viram um centavo desses milhões de dólares. Apesar de tudo isso, não se pode ignorar a renovação que a problemática ambiental ocasionou nas ideias políticas.

Até alguns anos atrás falava-se em progresso ou desenvolvimento e aparentemente todo mundo entendia e concordava.

O que provocava maiores polémicas eram os meios para chegar a isso: para alguns o caminho era o capitalismo, para outros o socialismo; certas pessoas diziam que um governo democrático era melhor para se alcançar o progresso, outras afirmavam que só um regime forte e autoritário poderia colocar ordem na sociedade e promover o desenvolvimento. Mas o objectivo era basicamente o mesmo: o crescimento acelerado da economia, a construção de um número cada vez maior de estradas, hospitais, edifícios, aeroportos e escolas, a fabricação de mais e mais automóveis, a extensão sem fim dos campos de cultivo. A natureza não estava em questão. O único problema de fato era a quem esse desenvolvimento beneficiária: à maioria ou a minoria da população.

Usando uma imagem, podemos dizer que o progresso era um trem no qual toda a humanidade viajava, embora alguns estivessem na frente e outros atrás, alguns comodamente sentados e outros de pé. Para os chamados conservadores (isto é, a “direita”), isso era natural e inevitável: sempre existiriam os privilegiados e os desfavorecidos. Para os denominados progressistas ( ou seja, a “esquerda”), essa situação era intolerável e tornava necessário fazer uma reformulação para igualar a todos. Mas todas as pessoas concordavam com a idéia de que o trem deveria continuar no seu caminho, no rumo do “progresso”; havia até discussões sobre a melhor forma de fazer esse trem andar mais rapidamente.

A grande novidade da crise ambiental é que ela suscitou a seguinte pergunta: Para onde o trem está indo? E a resposta parece ser: Para um abismo, para um catástrofe. De fato, ao enaltecer o progresso durante séculos, imaginava-se que a natureza fosse infinita: poderíamos continuar usando petróleo, ferro, manganês, carvão, água, urânio, etc. à vontade, sem problemas. Sempre haveria um novo espaço a ser ocupado, um novo recurso a ser descoberto e explorado. A natureza, vista como um mero recurso para a economia, era identificada com o universo, tido como infinito.

Mas hoje sabemos que a natureza que permite a existência da vida e fornece os bens que utilizamos - a natureza para os homens, afinal - ocorre somente no planeta Terra, na superfície terrestre. E ela não é infinita; ao contrário, possui limites que, apesar de amplos, já começam a ser atingidos pela acção humana. Não há espaço, atmosfera, água, ferro, petróleo, cobre, etc. para um progresso ilimitado ou infinito. É necessário portanto repensar o modo de vida, o consumo, a produção voltada unicamente para o lucro e sem nenhuma preocupação com o futuro da biosfera. Essa é a grande mensagem que o movimento ecológico trouxe para a vida política.

A QUESTÃO AMBIENTAL DA NOVA ORDEM MUNDIAL

Durante a ordem mundial bipolar a questão ambiental era considerada secundária. Somente os movimentos ecológicos e alguns cientistas alertavam a humanidade sobre os riscos de catástrofes ambientais. Mas a grande preocupação dos governos - e em especial da grandes potências mundiais - era com a guerra fria, com a oposição entre o capitalismo e o socialismo. O único grande risco que parecia existir era o da Terceira Guerra Mundial, uma guerra atómica entre as super-potências de então. Mas o final da bipolaridade e da guerra fria veio alterar esse quadro. Nos anos 90 a questão do meio ambiente torna-se essencial nas discussões internacionais, nas preocupações dos Estados - e principalmente dos grandes centros mundiais de poder - quanto ao futuro.

Já antes do final dos anos 80 percebia-se que os problemas ecológicos começavam a preocupar as autoridades soviéticas, norte-americanas e outras, mas sem ganharem muito destaque, Houve em 1972, na Suécia, a Primeira Conferência Mundial sobre o Meio Ambiente, promovida pela ONU e com a participação de dezenas de Estados. Naquele momento, a questão ambiental começava a se tornar um problema oficial e internacional. Mas foi a Segunda Conferência Mundial sobre o Meio Ambiente, a ECO-92 ou RIO-92, realizada no Brasil vinte anos depois da primeira, que contou com maior número de participantes (quase cem Estados-nações) e os governos enviaram não mais técnicos sem poder de decisão, como anteriormente, e sim políticos e cientistas de alta expressão em seus países.

Isso porque essa segunda conferência foi realizada depois do final da guerra fria e o desaparecimento da “ameaça comunista” veio colocar a questão ambiental como um dos mais importantes riscos à estabilidade mundial na nova ordem. Além disso, os governos perceberam que as ameaças de catástrofes ecológicas são sérias e precisam ser enfrentadas, e que preservar um meio ambiente sadio é condição indispensável para garantir um futuro tranquilo para as novas gerações.

Mas a problemática ambiental suscita várias controvérsias e oposições. Os países ricos voltam suas atenções para queimadas e os desmandamentos nas florestas tropicais, particularmente na floresta Amazónica, a maior de todas. Já os países pobres, e em particular os que têm grandes reservas florestais, acham natural gastar seus recursos com o objectivo de se desenvolverem.

“Se os países desenvolvidos depredaram suas matas no século passado, por que nós não podemos fazer o mesmo agora?”, argumentam. Alguns chegam até afirmar que essa preocupação com a destruição das florestas tropicais ou com outras formas de poluição nos países subdesenvolvidos ( dos rios, dos grandes centros urbanos, perda de solos agrícolas por uso inadequado, avanço da desertificação, etc.) nada mais seria que uma tentativa do Norte de impedir o desenvolvimento do Sul; a poluição e a destruição das florestas, nessa interpretação, seriam fatos absolutamente naturais e até necessários para se combater a pobreza. Outros ainda - inclusive países ricos, como o Japão, a Suécia ou a Noruega - argumentam que é uma incoerência os Estados Unidos pretenderem liderar a cruzada mundial contra a poluição quando são justamente eles, os norte-americanos, que mais utilizam os recursos naturais do planeta.

Todos esses pontos de vista têm uma certeza razão, e todos eles são igualmente limitados ou parciais. Os actuais países desenvolvidos, de fato, em sua maioria depredaram suas paisagens naturais no século passado ou na primeira metade deste, e isso foi essencial para o tipo de desenvolvimento que adoptaram: o da Primeira ou da Segunda Revolução Industrial, das indústrias automobilísticas e petroquímicas. Parece lógico então acusar de farsante um país rico preocupado com a poluição actual nos países subdesenvolvidos. Mas existe um complicador aí: é que até há pouco tempo, até por volta dos anos 70, a humanidade não sabia que a biosfera podia ser irremediavelmente afectada pelas acções humanas e existiam muito mais florestas ou paisagens nativas no século passado do que hoje.

Nas últimas décadas parece que o mundo ficou menor e a população mundial cresceu de forma vertiginosa, advindo daí um maior desgaste nos recursos naturais e, ao mesmo tempo, uma consciência de que a natureza não é infinita ou ilimitada. Assim, o grande problema que se coloca nos dias actuais é o de se pensar num novo tipo de desenvolvimento, diferente daquela que ocorreu até os anos 80, que foi baseado numa intensa utilização - e até desperdício - de recursos naturais não renováveis. E esse problema não é meramente nacional ou local e sim mundial ou planetário. A humanidade vai percebendo que é uma só e que mais cedo ou mais tarde terá que estabelecer regras civilizadas de convivência - pois o que prevaleceu até agora foi a “lei da selva” ou a do mais forte - , inclusive com uma espécie de “Constituição” ou carta de gestão do planeta , o nosso espaço de vivência em comum. É apenas uma questão de tempo para se chegar a isso, o que provavelmente ocorrerá no século XXI.

A BIODIVERSIDADE

Um elemento que ganha crescente destaque dentro da questão ambiental é a biodiversidade, ou diversidade biológica ( de espécies animais e vegetais, de fungos e microrganismos). Preservar a biodiversidade é condição básica para manter um meio ambiente sadio no planeta: todos os seres vivos são interdependentes, participam de cadeias alimentares ou reprodutivos, e sabiamente os ecossistemas mais complexos, com maior diversidade de espécies, são aqueles mais duráveis e com maior capacidade de adaptação às mudanças ambientais. Além disso, a biodiversidade é fundamental para a biotecnologia que, como já vimos, é uma das indústrias mais promissoras na Terceira Revolução Industrial que se desenvolve actualmente.

A humanidade já catalogou e definiu quase 1,5 bilião de organismos, mas isso é muito pouco: calcula-se que o número total deles na Terra chegue a no mínimo 10 biliões e talvez até a 100 biliões! E a cada ano milhares de espécies são exterminadas para sempre, numa proporção que pode atingir 30% das espécies totais dentro de três décadas, se o actual ritmo de queimada e desmandamentos nas florestas tropicais ( as mais ricas em biodiversidade), de poluição nas águas, etc. continuar acelerado. Isso é catastrófico, pois essas espécies foram o resultado de milhões de anos de evolução no planeta, e com essa perda a biosfera vai ficando mais empobrecida em diversidade biológica, o que e perigoso para o sistema de vida como um todo.

Não podemos esquecer a importância económica e até medicinal de cada espécie. Por exemplo: as flores que cultivamos em jardins e os frutos e hortaliças que comemos são todos derivados de espécies selvagens. O processo de criar novas variedades, com cruzamentos ou com manipulação genética, produz plantas híbridas mais frágeis que as nativas, mais susceptíveis a doenças ou ao ataque de predadores, que necessitam portanto de mais protecção para sobreviverem e, de tempos em tempos, precisam de um novo material genético para serem corrigidas e continuarem produzindo colheitas. Por isso, precisamos ter a maior diversidade possível, principalmente das plantas selvagens ou nativas, pois são elas que irão fornecer esse novo material genético.

Os organismos constituem a fonte original dos princípios activos* dos remédios, mesmo que estes posteriormente sejam produzidos artificialmente em laboratórios. Os antibióticos, por exemplo, foram descobertos a partir do bolor ( fungos que vivem em matéria orgânica por eles decomposta); e a aspirina veio originalmente do chá de uma casca de árvore da Inglaterra. É por isso que há tanto interesse actualmente em pesquisas de florestas tropicais ou dos oceanos, em mapeamento genético de organismos. A grande esperança de um novo tipo de desenvolvimento, menos poluidor que o actual, está principalmente na biotecnologia: produzir fontes de energia ou plásticas a partir de bactérias, alimentos em massa a partir de algas marinhas, remédios eficazes contra doenças que matam milhões a cada ano originados de novos princípios activos de microrganismos ou plantas, etc.

A biodiversidade, assim, é também uma fonte potencial de imensas riquezas e o grande problema que se coloca é saber quem vai lucrar com isso: se os países ricos, que detêm a tecnologia essencial para descobrir novos princípios activos e fabricá-los , ou se os países detentores das grandes reservas de biodiversidade, das florestas tropicais em especial. O mais provável é um acordo para compartilhar por igual as descobertas e os lucros, mas ainda estamos longe disso. Os países desenvolvidos, como sempre, têm um trunfo na mão, a tecnologia; mas alguns países subdesenvolvidos, os que têm grandes reservas de biodiversidade, têm agora outro trunfo, uma nova forma de matéria-prima que não está em processo de desvalorização, como as demais ( os minérios e os produtos agrícolas).

OS MOVIMENTOS ECOLÓGICOS

Nos países desenvolvidos, que se constituem como “sociedade de consumo”, a poluição tende a alcançar graus elevados. A publicidade intensa voltada para os lucros das empresas, convida as pessoas a consumirem cada vez mais. As embalagens de plástico, lata ou papel tornam-se mais importantes que o próprio produto. A moda se altera rapidamente para que novos produtos possam ser fabricados e lançados no mercado. A cada ano que passa as mercadorias são feitas para durarem cada vez menos, para não diminuir nunca o ritmo de crescimento: um automóvel hoje é fabricado para durar no máximo quinze anos; as habitações construídas actualmente têm duração muito menor que as do passado e o mesmo se pode dizer das roupas, além de vários outros produtos.

Mas é justamente nesses países desenvolvidos que os movimentos ecológicos, as reivindicações populares por um ambiente melhor estão mais avançados. Isso porque a tradição democrática nessas nações é mais antiga e mais forte. Uma das principais formas de se avançar com a democracia, hoje, consiste em lutar por uma melhor qualidade de vida, o que já vem ocorrendo com as associações de consumidores, que lutam por seus direitos, com as organizações de moradores, que reivindicam certas melhorias em seus bairros ou lutam contra a instalação de alguma indústria poluidora, etc.

Além disso, os cidadãos de certos países exigindo - e, em boa parte, conseguindo - a aprovação de leis que combatam a poluição e facilitem os processos judiciais contra empresas que poluem o ambiente. Tudo isso leva os governos desses países desenvolvidos - que, normalmente, têm uma certa preocupação com eleições e votos - a se voltarem para a questão do meio ambiente, com planos de reurbanização de certas cidades, com a intensificação da fiscalização sobre as empresas poluidoras e com alguns tímidos projectos de reflorestamento ou preservação das poucas matas originais que restam.

A CONSERVAÇÃO DA NATUREZA

1. RECURSOS NATURAIS E CONSERVADORISMO

Constituem recursos naturais todos os bens da natureza que o homem utiliza, como o ar, a água e o solo. Costuma-se classificar os recursos naturais em dois tipos principais: renováveis e não renováveis.

Os recursos naturais renováveis são aqueles que, uma vez utilizados pelo homem, podem ser repostos. Por exemplo: a vegetação (com o reflorestamento), as águas em geral (com excesso dos lençóis fósseis ou artesianos), o ar e o solo (que pode ser recuperado através do pousio, da protecção contra erosão, da adubação correta, da irrigação, etc.)

Os recursos naturais não renováveis são aqueles que se esgotam, ou seja, que não podem ser repostos. Exemplos: o petróleo, o carvão, o ferro, o manganês, o urânio, a bauxita (minério de alumínio), o estanho, etc. Uma vez utilizado o petróleo, por exemplo, através da produção - e da queima - da gasolina, do óleo diesel, do querosene, etc., é evidente que não será possível repor ou reciclar os restos.

Essa separação entre recursos renováveis e não renováveis é apenas relativa.

O fato de um recurso ser renovável, ou reciclável, não significa que ele não possa ser depredado ou inutilizado: se houver mau uso ou descuido com a conservação, o recurso poderá se perder. Por exemplo, degradação ou destruição irreversível de solos, desaparecimento de uma vegetação rica e complexa, que e substituída por outra pobre e simples, etc. E mesmo o ar e a água, que são extremamente abundantes, existem em quantidades limitadas no planeta: a capacidade deles de suportar ou absorver poluição, sem afectar a existência da vida, evidentemente não é infinita. Dessa forma, mesmo os recursos ditos renováveis só podem ser utilizados a longo prazo por meio de métodos racionais, com uma preocupação conservacionista, isto é, que evite os desperdícios e os abusos.

Conservadorismo ou conservação dos recursos naturais é o nome que se dá à moderna preocupação em utilizar adequadamente os aspectos da natureza que o homem transforma ou consome. Conservar, nessa caso, não significa guardar e sim utilizar racionalmente. A natureza deve ser consumida ou utilizada para atender às necessidades do presente dos seres humanos, mas levando em conta o futuro, as novas gerações que ainda não nasceram, mas para as quais temos a obrigação de deixar um maio ambiente sadio.

Foi somente a partir da degradação do meio ambiente pelo homem - e da extinção de inúmeras espécies animais e vegetais - que surgiu essa preocupação conservacionista. O intenso uso da natureza pela sociedade moderna colocou, especialmente no nosso século, uma série de interrogações quanto ao futuro do meio ambiente: Quando se esgotarão alguns recursos básicos, como o petróleo ou o carvão? Como evitar a destruição das reservas florestais que ainda restam em nosso planeta e ao mesmo tempo garantir alimentos e recursos para crescente população mundial? O que fazer para que não ocorra a extinção total de certas espécies ameaçadas, como as baleias? Como os países subdesenvolvidos poderão resolver seus problemas de pobreza, fome e subnutrição sem depredar a natureza? O conservadorismo procura responder a essas e outras questões semelhantes conciliando o desenvolvimento económico com a defesa do meio ambiente, por meio da utilização adequado dos bens fornecidos pela natureza.

2. O PATRIMÓNIO CULTURAL - ECOLÓGICO

Somente a utilização racional dos recursos naturais não basta. O conservadurismo é uma atitude necessária mas insuficiente. Além do uso racional da natureza, isto é, pelo maior tempo possível e beneficiando o maior números de pessoas, é necessário também preservá-la, resguardá-la tal como ela ainda existe em certas áreas. Daí ter surgido a ideia de património cultural e ecológico da humanidade. Trata-se de paisagens culturais ou obras de cultura que possui um valor inestimável; por exemplo, um rico ecossistema, uma cidade ou um monumento que retratem ou simbolizem uma época ou uma civilização. São exemplos de património ecológico: o Pantanal Mato-Grossense (que possui a fauna mais rica e variada do continente americano), a Amazónia, a floresta do Congo na África, a Antárctida. Como patrimónios culturais podemos citar a Grande Muralha da China, as pirâmides do Egipto as cidades de Meca e Jerusalém.

Por que surgiu a necessidade de preservar ou resguardar certas áreas ou obras, tanto culturais como naturais? E por que se fala em património cultural-ecológico?

Coma industrialização e a chamada vida moderna, tudo se transforma, tudo é constantemente modificado em nome do “progresso”. As memórias do passado e a diversidade criada pela natureza são destruídas a cada dia. Não se respeita nem a História - as tradições e obras das gerações anteriores - nem a natureza (os ecossistema em diversidade).

Para que as futuras gerações tenham uma ideia da riqueza do que foi produzido no planeta, para que sobrevivam amostras de todos os valores produzidos pela natureza ou pela História, é necessário definir esses patrimónios, que são áreas consideras intocáveis, protegidas, resguardadas contra a ambição do lucro do comércio. O estabelecimento de áreas tombadas ou protegidas pelo poder público um avanço na defesa da natureza e das obras artísticas, arquitectónicas ou urbanísticas importantes do passado. Sem essa protecção, tais obras estariam condenadas à destruição para dar lucro a alguns.

Por Equipe MonografiasBrasil.com

domingo, 1 de janeiro de 2012

Dicas de Saude

Um Bom Ano 2012 e começo-o bem, Sabendo que:

  • Comer uma colher de sementes de sésamo diariamente fortalece o cabelo.
 
  • Para os homens: 1 colher de sopa de sementes de abóbora por dia, ajuda a prevenir doenças da próstata.


  • Segundo os ensinamentos da Medicina Tradicional Chinesa, ao andar descalço em casa, sobretudo no chão frio, irá enfraquecer a energia dos rins. Esta condição de desequilíbrio irá dificultar a capacidade de engravidar. Caso seja o seu caso, evite andar descalço em casa e experimente todos os dias, durante 15 minutos, colocar os pés em água quente com sal integral.

  • Lavar o cabelo com shampoo de urtiga ajuda a combater a oleosidade capilar.

  • O chá de Gengibre poderá ajudá-lo a melhorar a sua circulação evitando que os pés e as mãos fiquem frios. Aplicado externamente, ensopando uma toalha, poderá aliviar uma forte dor, como por exemplo a dor ciática. Tenha-o sempre em sua casa!

  • O chá preto e o chá verde contêm bioflavonoides, componentes que protegem os vasos sanguíneos prevenindo os Acidentes Vasculares Cerebrais. Beba quatro chávenas por dia! Se for hipertenso vigie a sua tensão arterial e veja se sofre alterações. 

  • As mulheres que fumam e tomam contraceptivos orais – pílula, podem aumentar a tendência para o seu sangue coagular, aumentando o risco em três vezes mais, de terem doenças cardiovasculares e circulatórias mesmo quando se trata de mulheres jovens.

  • A acne do adulto poderá ter associado um padrão psicológico, especialmente comum nas mulheres muito exigentes, energéticas e perfeccionistas, que se debatem constantemente com velhos assuntos da adolescência.

  • O leite quando misturado com o chocolate e principalmente com o café, impede que o cálcio seja absorvido e por outro lado formam-se umas estruturas denominadas oxalatos de cálcio que podem aumentar o risco de pedras nos rins.

  • Fadiga, depressões, anemias e doenças cardiovasculares, são evitadas pelo consumo de algas na alimentação. Introduza-as na sua alimentação.

  • O excesso de irritabilidade e fúria, tem uma relação directa com o funcionamento do fígado, dificultando o funcionamento do mesmo, ou revelando que este não está a trabalhar muito bem. Este conhecimento que chega até nós através da Medicina Tradicional Chinesa, vai de encontro com a nossa popular frase: “Estás com maus fígados”! 

  • Se aumentar o consumo de nozes, vai promover um melhor funcionamento cerebral, aumenta a sua capacidade de concentração e memória. As nozes são ricas num tipo de gordura, que é muito importante para o funcionamento do nosso organismo. A sua saúde intestinal vai ser também beneficiada. Coma 3 nozes por dia!

  • O reumatismo, a gota, o cancro, a apendicite, entre outros, são em grande parte causados pelo consumo regular de carne vermelha.
Fonte:  http://clinicadavinci.com

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Pessoas Especiais

Pessoas e "Especiais" trilham na vida caminhos "Especiais", são muito amadas ou muito odiadas... não há nada a fazer, são apenas elas próprias.
Os fracos nunca fizeram história.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O MUNDO ESTÁ EM GUERRA NUMA "DEMOCRACIA" E CHEIO DE MEDO...

Por esse Mundo fora  noutras civilizações, o que chamam de Ditadores são abatidos sem piedade e mostrados na Televisão aos povos em nome de uma liberdade e democracia. Guerras, povos e países destruídos,  para depois os BONS o reconstruírem. Mas na Europa uma onda de terror é vivida por todo o lado. As vozes calam-se o povo tem MEDO, é subjugado e não sabe a cor do inimigo.

Sabemos apenas que Governos e Governantes  são mantidos na base do " Ou estás comigo ou estás contra mim".
O MUNDO ESTÁ EM GUERRA NUMA "DEMOCRACIA" E CHEIO DE MEDO...
VIVA A LIBERDADE!!
Parabéns Inimigo sem Cara o Povo tem medinho.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Grande mulher...

Meu marido diz que sou uma grande mulher, (não em altura) mas com génio. Na verdade não suporto injustiça, defendo as vitimas da mesma e detesto quem se julga mais que o outro. Exijo o respeito por mim  como a que tenho pelos os outros, e não sou definitivamente fácil de levar. Não tenho nada contra os ricos a nem contra os pobres, tenho contra os corruptos e ladrões que roubam para o luxo e vicio. Não posso ver agressão mas sou capaz de agredir se estiver perante um agressor a uma vitima. Odeio a mania da grandeza em gente que partiu do nada e ganhou uns tostões.Desprezo pessoas que maltratam animais e as que olham os outros de nariz empinado, como se uma coisa se tratasse. Detesto politica, políticos e fanáticos e pedófilos. Mandava executar os corruptos. Para mim não existe raça ou cor, existem comportamentos maus e bons, o resto são seres humanos. Todos deveriam ter direito a saúde a trabalho e a justiça. Meu lema é se te pedirem não dês, oferece trabalho, a não ser que seja alguém doente ou muito velho para trabalhar. Dar é um péssimo hábito, quem se habitua a receber sem trabalhar passa a não querer outra coisa. A melhor maneira de ajudar alguém é dar-lhe trabalho não esmola. Já me despedi em tempos de um emprego por ver tratar empregados pouco dignamente (que não fui eu), já dei com os papeis na cara de um chefe que pensava que por ser chefe se podia fazer a mim, em frente a toda uma equipa e de outros chefes, e arrasei com ele em frente a todos.Já mandei um sogro comer a fortuna dele e bati a porta por não aceitar ceder por dinheiro. Odeio viver em função da sociedade. Odeio o actual sistema e nem com os problemas de saúde que tenho actualmente me rendo. Tenho pena da maior parte dos Portugueses que se  curvam a esta cambada de sanguessugas sem lutar e exigir o respeito que cada um merece.
No mundo há riqueza suficiente para satisfazer as necessidades de todos, mas não para
alimentar a ganância de cada um. (Gandhi)

sábado, 5 de novembro de 2011

Saiba mais sobre fungos

A praia já acabou por este ano mas é bom que saiba.
Praias
Encontrados fungos e bactérias num quinto das amostras de areias recolhidas em cinco anos
Um quinto de 495 amostras de areias recolhidas durante cinco anos em 33 zonas balneares revelou fungos e bactérias, entre elas a E.coli, embora estes microrganismos surjam em valores abaixo dos máximos admitidos na maioria das praias


Os resultados constam de um relatório sobre a Monitorização da Qualidade das Areias em Zonas Balneares, uma iniciativa da Associação Bandeira Azul da Europa, realizada a nível laboratorial pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

Trata-se do primeiro estudo longitudinal sobre esta matéria e que avalia a qualidade das areias de 33 zonas balneares portuguesas, entre 2006 e 2010.

Ler mais: http://aeiou.visao.pt/encontrados-fungos-e-bacterias-num-quinto-das-amostras-de-areias-recolhidas-em-cinco-anos=f622437#ixzz1cs7fQ5oB

Porque o saber não ocupa espaço e ter cuidado nunca fez mal a ninguém.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

No Curso de Medicina, o professor dirige-se ao aluno e pergunta

Sempre a tempo de aprender, nunca é tarde demais, ora leia:
"No Curso de Medicina, o professor dirige-se ao aluno e pergunta: - Quantos rins nós temos? - Quatro! Responde o aluno. - Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles que têm prazer em gozar sobre os erros dos alunos. - Traga um molho de feno, pois temos um asno na sala - ordena o professor ao seu auxiliar. - E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre. O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o 'Barão de Itararé'. Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre: - O senhor perguntou-me quantos rins 'nós temos'. 'Nós' temos quatro: dois meus e dois seus. Tenha um bom apetite e delicie-se com o feno.
 A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento! Às vezes as pessoas, por terem mais um pouco de conhecimento ou acreditarem que o tem, ou por estarem num posto hierárquico superior, acham-se no direito de subestimar os outros... Haja feno para essa gente!!!!!"


Nem mais... ao ler isto hoje no facebook, pedi para roubar e senti-me realizada por um momento. E não quis deixar de postar para todos se rirem, como  eu me fartei de rir na sequência do que se passou comigo ! Se segue o meu blogue compreenderá o que eu quero dizer. Ria-se também pois está a ser filmado.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Os Donos da Verdade são pessoas QUADRADAS E ULTRAPASSADAS

 Ora bem é do conhecimento de quem vem ao meu blogue que sou uma "doente crónica e assumida". Não sabia?  Eu levei anos a saber, e se não sabia agora já sabe! Percorri um longo caminho e sofri muito sobe o olhar de meu marido, entre a duvida do exagero da minha parte e a certeza de que tinha uma mulher com um gravíssimo problema e que esteve perto da morte,   embora o dinheiro que gastamos e os profissionais de saúde que percorremos não havia uma resposta. Internada várias vezes, e milhares de exames feitos, cheguei mesmo a ser operada em nome deste " problema desconhecido", palavras como tenha paciência , tenha calma e outras estúpidas conversas tive de aturar da classe médica e não só...de amigos e mesmo de familiares.

Muito embora tanto sofrimento, não conseguia melhoras, tão pouco um diagnostico! Para além de me ser diagnosticado alergias e nem por isso graves, a fungos mais concretamente e nada demais! O facto, é que cada dia mais, passava a minha vida nos consultórios dos médicos, fazendo exames e analises, tinha mesmo que agendar as horas para não sobrepor as marcações coisa, que eu já fazia na minha vida profissional. Cheguei a ter três marcações num dia, já que as especialidades que tinha consultar eram várias e colidiam com os exames. Fui á exaustão. A temperatura de meu corpo caía e  cada dia tinha menos força, as dores saltavam daqui para ali...e verdade, o dinheiro era cada dia menos e a vontade de sair da cama também.

Ah! Mas se engane que era por estar deprimida...a minha luta pela vida tinha começado e tive quase de obrigar os profissionais de saúde a me tratarem, alias isso ainda continua a acontecer... porque admitir que não sabem, não conhecem, não sabem tratar...são poucos que o admitem.
Aí quando a homeopatia entrou na minha vida e que o publiquei, ainda mais problemas tive no meio dos clínicos que nem curavam nem queriam certamente me dar o direito de eu procurar a ajuda, já que não a conseguiam  dar-ma na nossa medicina.
Começaram a entrar no meu blogue e a ler o que eu escrevia e a guerra começou... Mas eu que não sou pessoa de me render, chamo de QUADRADOS E ULTRAPASSADOS a estes "profissionais" que nunca aceitam nada, que não seja provado por por A+B mesmo que seja confirmado no doente. As queixas de um doente não são ouvidas, e o doente só é ouvido como eles dizem " Se virem" ora se o doente adoece  hoje, e vai ao médico na semana que vem ou no fim  do mês, ou porque o dito" médico não tinha consulta" ou o doente "não tinha dinheiro está frito".

Escrevo isto porque, o fiquei farta de ouvir: "eu não vi"... como se as queixas do doente não significassem nada.  Não  esqueçam, as suas dores ou seus males têm de ser visíveis e os exames que existem têm de ser suficientes para o declarar doente. Ora bem... meus males não eram visíveis, tão pouco existem exames concretos para o mesmo, a não ser que comecei a fazer infecções sistémicas...mas que depois de tratadas não ERAM NADA,o facto é que eram constantes,  uma seguida da outra e surgiram depois de uma cirurgia . Foi assim que depois de me queixar 2 anos ao Professor Palma Carlos dos intestinos e das picadas e dores que sentia e que foram ignoradas, acabei dando entrada no Hospital do SAMS com uma infecção Intestinal que quase me levou á morte, entrei no piso de cirurgia de onde achei que não sairia mais, (isto com um quadro para trás já de anos de a ser acompanhada por outros que não ele). Estive na consulta do senhor á tarde que não me ligou, descompôs-me porque lhe fiz perguntas, pois era lá estava a tratar-me. Desesperada de lá sai assim... sem assistência e mal tratada, ofendida e desmoraliza, a sorte deste senhor naquele dia foi o meu estado ou teria levado um bom estalo naquela cara, cheguei a pensar depois da situação a fazer queixa do senhor na Ordem dos Médicos. já que eu saiba nunca o convidei para comer comigo á mesa,  para se dar a uma confiança daquela de me elevar a voz e ofender. Sei hoje de outra médica que trabalha a sue lado e o sabe imitar muito bem infelizmente, como já escrevi noutro texto. Efectivamente o senhor tinha entrado no meu blogue certamente e ficou mal disposto por eu colocar em causa seus conhecimentos ( achou ele...talvez), por em simultâneo eu consultar medicina homeopática.  Foi isso de certeza absoluta, porque outra maneira nada poderia justificar seu comportamento a não ser loucura ou a caduquice. Paralelamente, fiz testes aos alimentos e ás incompatibilidades alimentares e lembro de isso o deixar furioso já que lhe mostrei os exames e nunca o escondi. No entanto muitos médicos da nossa medicina já me haviam recomendado fazer estes testes. Os testes tal como muitos outras medidas naturais e homeopáticas  são até recomendados, por médicos da nossa medicina com a cabeça e o cérebro aberto a outras medicinas, que não apenas a nossa . Homeopatia bem praticada e por profissionais competentes é uma grande ajuda em doentes cuja a vida vai ser levada a tomar drogas. Estas, provocam outras doenças por vezes mais graves do que as já adquiridas. Eu senti esse bem estar no meu corpo, muitas vezes. Reconheço no entanto que a homeopatia é pouco pratica, dispendiosa e demorada, não obstante faz muito bem e ajuda muito e não ganho nada com essa afirmação uma vez que a nossa medicina saí mais barata. Isto se o quadro for grave, porque se for pela prevenção da doença evitando a mesma é bem mais económica. Se tivermos de fazer cirurgias, para além do sofrimento não há dinheiro que chegue a não ser que fique anos há espera da morte, no publico. Evitar a doença é o melhor caminho e a nossa medicina trata apenas a doença provocando outras doenças.
Mas quando a vida está em risco fazemos tudo por ela e temos o direito e o dever de o fazer como de escolher para nós  o que sentimos que nos faz melhor. A homeopatia que não é um milagre, mas o que é um milagre?  E a nossa medicina é?Não não é! Se é, porque não curam tantos doentes que andam por aí com doenças que se chamam "crónicas"?
Pois a mim homeopatia fez-me muito bem e tem me ajudado muito, foi neste quadro todo o que mais me ajudou, não receio afirma-lo. Já agora a médica que mais me têm dado a mão e ajudado ao longo deste tempo foi exactamente essa médica de homeopatia/clínica Geral, tal como meu médico assistente que me acompanhou nesta empreitada e que em certa altura admitiu não me saber tratar o que eu acho muito digno da parte dele. Aliás eu disse-lhe a ele que mesmo assim me tem ajudado bastante e está no meu coração, pois nunca me virou as costas, como outros fizeram, mesmo porque tem uma mente aberta e não é quadrado.

Não vejo porque os médicos não unem conhecimentos e  medicinas para ajudar um doente. Já que para mim todas são aceitáveis quando bem aplicadas e que uma não prescinde da outra e todas fazem falta!
O que não nos faz falta mesmo são médicos que entraram em medicina apenas para fazer dinheiro e usar isso como uma fábrica de produção  €, sem olhar a quem.
Quando se trata de um doente que não sabem o que tem, e se negam a fazer uma carta esclarecedora do problema do doente para dirigi-lo noutra direcção. Para mim essa é uma prática que deixou de existir eu acho... ou apenas existe num quadro restrito de profissionais, pois  não se querem  comprometer. Para mim é medo da concorrência e medo de perder para o outro, medo de dizer que não consegue tratar, ou que não é da sua competência ao mesmo tempo não interessa espantar a caça. Falta de profissionalismo, profissão errada!
Acho mesmo que deveriam ser submetidos pelos colegas, avaliando suas capacidades e obrigá-los a se actualizar quando começam a ficar com o rabo apenas na cadeira a passar receitas sem depois saber o que o doente que vai para casa sente, como estão fazendo aos professores. Aqui faz muito mais falta pois trata-se de vidas!
"Os DONOS da VERDADE, são PESSOAS QUADRADAS E ULTRAPASSADAS ".
Os nossos profissionais de saúde deviam de ser obrigados a fazer um curso de sensibilização e humanismo e a psicologia devia de ser uma disciplina obrigatória. Que me desculpem todos os que não se enquadram no perfil, mas eu já sofri demais nas mãos deste tipo de gente.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Importante a todos os doentes Crónicos que por aqui passam! Leia com ATENÇÃO

Meus amigos doentes e alérgicos que passam no meu blogue  e são muitos. Se por acaso descrevem o vosso caso na Net ou o expuserem publicamente na intenção de ajudar outros doentes NÃO O FAÇAM! Porquê? Ora bem , façam muita atenção:
- Ontem foi me negado assistência Médica e expulsa do consultório da Dra Margarida Medina em Paço de Arcos, porque ela alegou que fazia 8 meses eu não aparecia para me tratar, e que eu tinha a mania que sabia tudo, e que ela estava no seu direito de escolher os seus doentes. Ora eu nunca fiz mais nada do que fazer perguntas do meu estado educadamente tal como ela me devia responder, e esclarecer no mesmo tom. Apresentei-me a ela com uma crise de sinusite (ou qualquer outra coisa, já que eu nunca sei o que tenho) mas tenho estado mal, mas que é normal de há muito, não de agora e que eu sempre procurei  ajuda e me tratei á risca e todos sabem! Ultimamente tive muitos outros problemas e parei a vacina, alguns meses, mas  ela não me deixou explicar começando a me BERRAR aos ouvidos como antigamente os professores faziam aos alunos no tempo da ditadura, numa prova de desrespeito por mim como pessoa e nem se fala como doente. Ora isto acontece-me pela 2ª vez, uma pelo Prof. Palma Carlos, outra pela sua formanda pois estudou com ele e trabalha com ele e ambos têm o mesmo tipo de atitude altruísta onde o doente parece um boneco e não pode se expressar na iminência de ser enxovalhado. A situação deixou-me outra vez de boca aberta pois jamais me deparei com tamanho desrespeito pela minha pessoa, mulher adulta e mãe de filhos, em ambas as vezes e mais na qualidade de doente crónico. Logo eu, que como sabem a tantas pessoas os recomendei.
Meus amigos! Toda esta atitude está claramente relacionada com o que eu escrevo AQUI neste blogue. Escrevo me o que vai na alma e tenho passado percorrido e estudado. Que é a minha verdade e experiência e a minha longa história, uma enciclopédia infelizmente mas também muita sabedoria. O que escrevo e relato não é dirigido a todos e não faço referência a nomes a não ser hoje, certo? FALAR SOBRE A MINHA SITUAÇÃO é um direito que me assiste e muitos são os que me agradeceram pois andavam perdidos e encontraram aqui a sua luz.
Mas a questão aqui é comer calada e não abrir boca ou seja tipo ditadura! Pensei que essa mentalidade médica já tinha passado. Quem me conhece sabe que eu não admito faltas de respeito para com a minha pessoa, pois também não o faço a não ser que me faltem primeiro a mim. Venho por isso aqui pedir-vos desculpa a todos os que para lá encaminhei,  pois desconhecia que  se por acaso tivéssemos uma dúvida, ou achássemos que nos estávamos a dar mal e parássemos para ver se era do tratamento (o que julguei ser um direito meu como doente que estava a cada dia pior e queria saber se era da vacina) e no meu "blogue" o colocasse, (está entre aspas porque nunca fui muito directa no assunto) desse à doutora, que eu nunca jamais, pensei abandonar,  me negasse tratar e mais,  se desse ao direito de se dirigir a mim aos BERROS. Deixando-me sair de lá sem assistência sabendo ela, ser eu uma doente de risco. Fica aqui o esclarecimento, para saberem o que vos espera se colocarem dúvidas sobre o tratamento ou tornarem público o que se passa convosco na esperança de ajudar outros. O que pode incomodar  "alguns" profissionais de saúde, que nos tentam tirar o direito da expressão. Quero aqui referir, como já o fiz algumas vezes, que em muitas situações já me dei mal com médicos, no sentido "do tratamento" nunca desta maneira desrespeitadora para comigo, assim como já me dei bem com muitos também. Na saúde nunca poderei  prescindir dos conhecimentos médicos por isso os procuro, mas tenho  o direito dever e obrigação, depois de muito já ter sofrido e gasto como doente e pessoa de ver o que é melhor para mim. O dever de um médico é assistir o  doente, saber ouvi-lo e esclarecê-lo, e tratá-lo (ao que ela me respondeu que eu não iria entender os termos médicos. Passei a minha vida no meio deles), não de me saltar aos berros em cima, dizendo que eu estava pior por ter parado e me tratamento e que agora vinha falar mal do mesmo (na verdade não falei nem bem nem mal) pois ela estava morta por me cair em cima e disparou. Começou a berrar comigo e claro eu respondi no mesmo tom, dizendo que baixasse o tom pois eu não lhe admitia, não faltaria eu ficar calada como uma criança que é repreendida pela mãe. Haja DEUS este mundo está perdido.

ATENÇÃO:  Eu não estou pior por ter parado a vacina (para todos aqueles que me perguntavam e eu não respondia) eu apenas continuo a fazer crises que já fazia antes e sempre fiz.  E que de dois anos para cá, passei a ter problemas que nunca jamais havia tido antes da vacina e que eventualmente poderiam ser uma reacção da vacina, já que nem todos os corpos reagem da mesma maneira e eu faço a vacina faz anos e meu estado agravou com a dose elevada da vacina (quando atingiu 35). E que os problemas a que me refiro são de pele e olhos que eu não fazia antes da vacina, ao que a Doutora não me deu oportunidade de esclarecer. Assim, cada um  que tome atitude que achar  melhor, já que eu também nunca mais me vou referir a estes assuntos mas vou tomar as medidas que acho necessárias sobre elas. Quanto à vacina conheci pessoas que se deram bem e melhoraram, como também conheço quem piorou tal como eu ficaram com outras reacções. Eu apenas quis saber se parando uns tempos me sentia melhor, pois quase ceguei com a infecção nos olhos e só parando o saberia. Ninguém é dono da Verdade e ouvir as queixas do doente é importante. Mas ali ninguém ouve e se reclamar é insultado. Não comigo, por isso passem bem eu vou procurar Médicos com M grande muito embora, eu tenha meus médicos (de outras especialidades) que jamais me deixaram e jamais me deixarão, médicos com nível e educação que nunca agiram nem agirão assim. Se é doente crónico já sabe... CUIDE-SE,  pois poderá ter de levar sua vida a ter que tolerar a má ou boa educação, ordens e disposição dele ou dela que pode ser porreiro e educado ou NÃO. Fique atento às características de seu médico tal como quando escolhe o seu/ sua Companheiro/a que vai acompanhar sua vida. Pode ser uma boa ou má escolha.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Mensagem de uma mal humorada

Hoje recebi uma mensagem de uma pessoa amiga que dizia que eu andava mal humorada e depressiva. Na verdade mal humorada ando de facto. Já depressiva não! Muito embora isso fosse uma boa desculpa para me encherem de depressivos e dizer que afinal o problema era da minha cabeça. Seis meses...seis meses, foi o tempo que me andei arrastando com uns óculos que um médico dos serviços do SAMS me passou errados. Várias consultas para rectificar os óculos que o senhor não admitiu ter errado. Para além de muitas dores de cabeça,  muito tempo sem ver quase nada, e muito dinheiro gasto, pensando que a situação era outra,  com se isso não bastasse em simultâneo sofri uma fiscalização do fisco, que achou  que gasto muito na minha  saúde e tentou torcer-me o mais possível (aquela velha das finanças dos Anjos ganhou uma inimiga), e como não bastasse, uma divida que a segurança social me  arranjou  de 10 600,00 €  que não existia  e que tive de provar umas três vezes, incompetentes, (deslocar á minha cidade) onde tenho a Segurança Social para provar que a mesma não podia existir. Será isto possível? Quanto aos óculos tive de levar o caso a direcção dos serviços de oftalmologia  do SAMS  (médicos?).  Chega para alguém andar mal disposta e depressiva? Ah não? Então na mesma altura eu estava mudando de uma casa que havia 4 anos, estava debaixo de obras, permanentemente cheia de pó e barulho,com uma renda altíssima para não levar com mais uma obra enorme que a porca da senhoria ia fazer (sim porca porque me enganou desde o inicio, já que eu jamais poderia viver no meio de obras, porque sou altamente alérgica). Caí na burrice de mudar para outra  pertinho mas que estava simpática de aspecto e havia acabado de sofrer obras, e  que mês e meio depois quase me desabou e caiu em cima, quando daquela enxurrada nos fins do mês de Maio.A casa rachou toda e choveu como na rua, os tectos dos andares de cima desabaram  e a humidade é permanente no ambiente que ninguém aguenta viver lá dentro, nos Anjos também, não adianta... as casas ali são caras e estão todas a cair  de podres (por dentro o resto é disfarço) muito bem pintadas, mas um cancro para a saúde. Tudo isto sem entrar em pormenores claro,( bombeiros policia que tive de chamar etc e tal) a senhoria faz-se de parva, este o mundo de gente que temos suja e incompetente . AHHHH CHEGA ou querem mais?

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Alergias nos animais

Sobre alergias nos animais, um tema bastante interessante, uma vez que cada dia mais se sente este quadro nos animais, e nada conseguimos fazer por eles, mesmo acompanhando o seu sofrimento, e os veterinários ignorando por nada saberem fazer neste sentido.

Papo sobre alergias

quinta-feira, 9 de junho de 2011

A tal Sociedade se afaste de pessoas como Eu...

Pessoa altamente bem disposta e extrovertida, de bom relacionamento, sou contudo de extremos. A alegria, o carinho, amor e a raiva, fazem parte da minha maneira de ser.
Acho que sinto tudo ao extremo... a vida para mim é algo que tem de ser vivido e não sei andar ao sabor da maré. Para mim é preto ou é branco!

Ora eu que já vi a vida do outro lado, pois um coma fez-me ficar ausente durante semanas, para contra tudo e contra todos, regressar cheia de força.

Habituei-me a valorizar mais as coisas e viver intensamente, estimar e respeitar mas acima de tudo, exigir o mesmo das outras pessoas. E aí é que tudo se complica...

Na minha juventude, costumavam me dizer que eu vivia numa sociedade, como tal tinha de agir de acordo com ela. Nunca o fiz. Eu ria, porque desde que eu respeitasse os outros eles me respeitassem a mim, não era hábito meu me justificar perante essa sociedade.

Sempre agi de acordo com minha consciência. Hoje tenho a certeza de que ela era óptima! A sociedade é que afinal estava errada.
Ao que perante uma sociedade, cheia de futilidades, interesseira,  e onde predomina a hipocrisia, o fascismo,  e os ladrões de fato, que atrás de grandes poltronas, comandam seus negócios corruptos e se aproveitam dos  fracos. Eis que aí surge o meu maior problema, esse é meu fraco... ODEIO pessoas que não respeitam o OUTRO.

Cada dia gosto mais de pessoas que não vestem moda...  mas aquilo que sua personalidade pede, sem obedecer a padrões. Com opinião definida, com personalidade. Que não usam aquele corte de cabelo, que toda a gente usa, porque é moda. Que vivem num mundo mais saudável e justo.
Cada dia gosto mais dos animais pela sua natureza simples e amorosa. Cada dia gosto mais do mar onde as pessoas não vão todas ao mesmo tempo como rebanhos, que andam todos na mesma enfiada. Cada dia gosto mais de pessoas... que não se deixam dominar e não se vedem por um sistema ou a troco de dinheiro, e sim pela razão e honestidade. De pessoas que não se dobram por qualquer coisa, que não se rendem aos que julgam ter o mundo nas mãos e que não andam cá por ver andar os outros.

Viva a música que é bela e nos abstrai da porcaria que está a sociedade. Viva os anti-sociais! E que a tal sociedade se afaste e pessoas como eu...pois tal como disse no início sou de extremos, sinto forte e vivo intensamente... tudo!
Agora saiam da frente que eu vou PASSAR!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Semanário O Diabo: Primeira Página, edição de 19 de Abril de 2011

Semanário O Diabo: Primeira Página, edição de 19 de Abril de 2011: "Até as nossas praias o FMI quer vender!"
Que se passa que eu já não imaginasse faz tempo? Acabando com a agricultura do Algarve e com as pescas para não restar outro meio de sobrevivência? Vamos recebe-los a tiro Algarvios? Até já consigo cheirar no ar...

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Doenças raras

Estima-se que as doenças raras afectem 600 mil a 800 mil portugueses. No mundo, são conhecidas 7200 e todas as semanas surgem cinco novas.
O quer faz o nosso País, os nossos médicos por situações deste tipo? É triste a realidade. Tudo tem de ter um nome e preferência conhecido, porque mesmo a nível familiar as pessoas preferem ignorar a verdade. Não é cómodo e fazer um diagnóstico comprometedor de um mal desconhecido que pode não ser levado a sério pelos colegas é desconfortável e dizer que não conhece não fica bem á classe médica...pode ser desprestigiante...

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Candida Albicans e os Sorrisos Bonitos e Próteses mamarias, Vacina aos Fungos

 A quem interessar estive para suspender a vacina devido ás reacções que venho fazendo de pele e que jamais havia feito. Meu mal era respiratório e garganta. Era... não é mais! Ainda respiro mal, mas estou melhor dessa parte.

O pior agora são as reacções que jamais havia feito e que passei a fazer após a aplicação da vacina para alergia a fungos. A verdade é que se não é da vacina é de quê? Tinha uma pele de fazer inveja a muita menina jovem antes da vacina e agora está um caos, meus olhos...receio deixar de ver, sempre secos e inflamados, manchas na pele e comichões...

Alergia a fungos eu tenho...o meio ambiente está muito agressivo...os Invernos e Verões foram horriveis, tudo bem ...mas depois de três anos e meio a fazer vacina, estou a ficar pior e a ter aquilo que nunca tive antes da mesma (?)
Passei a vacina para metade da dose, posso estar a fazer reacção alérgica...eu não chamaria isto mais de reacção alérgica mas,...lá cedi em continuar a vacina com metade da dose.

Estes dias de chuva e humidade e um passeio á zona de Oeiras com muita humidade mostrou-me logo que eu não estou melhor em nada e que tenho gasto meu dinheiro inutilmente, pelo menos até ao momento presente com os acréscimos que descrevi anteriormente. Dermatologia é o seguinte passo, não sei para quê...na verdade estudei com dermatologistas e sei o que elas pensam acerca de certos problemas e os tratamentos inúteis que têm para certos problemas.

Continuo a dizer que na unica coisa que se vai evoluindo é na área da MEDICINA é a cirurgia estética e sorrisos bonitos.
Culpa do povo e da futilidade das pessoas. Mas aguentem-se quando começarem a fazer reacções por cândida nas próteses mamarias e nas lindas facetas e espectaculares sorrisos. Não tem sorriso bonito nem mamas artificiais que vos salve porque os médicos percebem Zero do assunto.

Claro que ninguém fala dessas coisas na Tv nem nas revistas cor de rosa do mundo maravilhoso. A maior parte destes exames dão negativos e o sofrimento só começa aí....

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

VACINA HOMEOPÁTICA vinda da Inglaterra recomendada

Olá AMIGOS, MANDEI VIR UMA VACINA HOMEOPÁTICA DE de Inglaterra recomendada por minha médica de homeopatia para a cândida albicans.
Consoante o resultado e os efeitos da mesma sobre a cândida albicans e fungos postarei aqui os resultados da mesma. Esta é uma novidade, estou a mandar vir de uma farmácia de Inglaterra, pela net.
Não quero no entanto passar-lhes informações sem ver os resultados antes Ok?
A vacina da cândida albicans 100% da nossa medicina tradicional que já dou à três anos e ainda não me fez resultado algum.
Sei no entanto de pessoas que já ficaram bem melhor com ela, por isso muita calma.
Temos de ser nós a defendermos-nos num país onde as alergias a fungos e as infecções causadas pelos mesmos, têm sido até agora ignorados e desconhecidos pela classe médica e governos. Muito se fala de alergias a isto e aquilo, mas nada se sabe quando o assunto é Alergias a fungos e á Cândida Albicãns, para eles esse é um mal de doentes de sida ou de cancro e essa não é a realidade actual. Especialistas das várias especialidades deste país não sabem nada de nada deste problema, uma verdadeira vergonha. desconhecem ou querem fazer parecer que não conhecem por não saber tratar. Já nos animais e na internet o assunto é sobejamente conhecido por todos. Não sei bem qual o objectivo de ignorarem tanta gente gravemente doente ou seja até sei...
Outra coisa que eu não entendo muito bem, e aí também tenham cuidado, é como pessoas que sofrem ou dizem sofrer deste problema  vêm depois com livros e soluções milagrosas para ganhar dinheiro. Se tivessem vontade de ajudar quem precisa, passariam a informação como eu faço, sem fins lucrativos, sem tanta publicidade milagrosa. Sinceramente eu ainda não encontrei esse verdadeiro milagre e muito tenho lutado, estudado, e procurado...porque por trás disto tudo está uma coisa que se chama mudança do clima,alterações climatéricas do planeta assim como da alimentação sem qualidade derivado do mesmo e da dita medicina tradicional que nos encheu de antibióticos que destroem tudo no nosso organismo , o bom e o mau.
Por essa mesma razão cada dia existem mais pessoas a sofrer deste problema, muitas no escuro sem saber o que é e desesperadas.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Alergias vão continuar a aumentar nos próximos 10 anos

Mais de um terço da população portuguesa sofre de alergias, um sofrimento muitas vezes silencioso por não estar diagnosticado e faltarem medidas preventivas, alertam os especialistas, prevendo um aumento da prevalência destas doenças até 2020.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

Os dados e as tendências para a próxima década são apresentados hoje no Livro Branco sobre o Futuro da Imunoalergologia, numa iniciativa da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia, em parceria com a BIAL e o contributo de centenas de peritos.

“É consensual que a prevalência das doenças alérgicas continuará a aumentar e em 2020 poderá afectar cronicamente – com sintomas quase diários – uma percentagem ainda mais elevada da população”, segundo o estudo.

O aumento mais significativo é esperado nas situações de rinite alérgica, alergia a medicamentos e a alimentos, particularmente nas crianças.

Os ambientes, tanto o exterior como o interior, são apontados como os factores de risco com mais tendência a aumentar.

Os especialistas salientam que este ano se verificaram as concentrações de pólenes mais elevadas desde que são registadas, como foi o caso das gramíneas (fenos).

Porém, a maioria dos peritos consideram que, em geral, a qualidade de vida dos doentes tenderá a melhorar até 2020, embora de forma moderada.

Por outro lado, mais de um quarto dos especialistas inquiridos considera que vai piorar a qualidade de vida dos doentes com alergia medicamentosa, alimentar e asma.

Os encargos económicos com estas doenças deverão aumentar também, nomeadamente os custos de assistência, mas irão traduzir-se “numa melhoria na qualidade de prestação”.

De uma forma geral, os custos diretos decorrentes de hospitalizações, consultas, medicação e exames para tratamento tenderão a aumentar, “especialmente no que refere à asma, rinite alérgica, eczema atópico e alergia medicamentosa e alimentar”, concluem.

O relatório cita dados do Eurostat de 2007 para ilustrar o panorama: “O custo da rinite na União Europeia alcançou 4,7 milhões de euros por ano, enquanto o custo da asma foi avaliado em 29 mil milhões de euros anualmente”.

Globalmente, tratar a população asmática tem um custo cerca de quatro vezes superior relativamente à população em geral.

Uma estimativa do custo total anual da asma em Portugal aponta para um valor superior a 117 milhões de euros, correspondendo os gastos com medicação a cerca de 20 por cento do total e os dias de trabalho perdidos a mais de 60 milhões de euros.

“Análises do impacto económico da asma revelam que a maioria dos custos se relaciona com a falta de controlo da doença”, concluem.

Para reduzir os custos, os médicos recomendam a assistência por especialistas e uma maior aposta na prevenção e sensibilização.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Alguém realmente sabe o que é ser alérgica a Fungos? Médicos Sabem?

Alguém realmente sabe o que é ser alérgica a Fungos? Médicos sabem?
Eu sei, e posso explicar o que muitos médicos da nossa clínica em geral deviam saber.
Especialistas desconhecem e se for preciso gozam com o doente, que se diz doente alérgico a fungos e portanto poderá ser também alérgico á cândida albicans,(habitante do nosso organismo,que também é um fungo).

Quando se fala de cândida ou de candidiase, logo se associa a doenças sexualmente transmissíveis, sida, cancro. Nunca no entanto se fala no que os medicamentos como os antibióticos passados frequentemente pelos médicos e outros podem fazer com o nosso sistema imunitário.
Muitos estudos estão sendo são feitos para entender e os efeitos negativos da cândida albicans no nosso organismo, muitos estudos científicos são possíveis de encontrar mundo fora e de encontrar na Net. Mas muitos poucos são os médicos que se informam (de tanto se dedicarem á sua especialidade) além daquilo que estudaram, por isso não identificam a pessoa que sofre por candidiase crónica no organismo, ou que é alérgica á mesma.

Esse é um tema que eu posso debater muito bem. Certamente alguns até podem encontrar este meu testo e rir, chamando-me de ignorante, porém eu estou fazendo o mesmo para esses médicos que se riem enviando seus doentes para o psicólogo, por puro desconhecimento e ignorância.

Felizmente já tem médicos que estão se dedicando a isso porém o tempo que se perde é precioso, para um doente que está com alergia á cândida albicans e que está a fazer crises constantes de cândida, sem ser diagnosticada.

Batida nesta matéria. Muita noite perdida lendo e pesquisando sobre este assunto, chegando mesmo a ficar caída sobre o meu pc de cansaço. Muita matéria lida, muito médico consultado, anos de pesquisa e tratamentos, vários internamentos, muita assistência em urgência, muitas especialidades consultadas, muitas infecções,várias doenças diagnosticadas(que afinal não tinha), muito sofrimento até chegar aqui, pior, passei mesmo pela mesa de operações.

Desde sempre fui apologista de que o clínico geral e os médicos de medicina interna eram os melhores médicos para nos tratar.
Mas com as especialidades cada vez mais isso se está perdendo, já que a partir de determinada altura o corpo do homem começou a ser sub-dividido em partes e assistido por diferentes especialidades, que não ligam o nosso corpo como um todo.

Se meu organismo está todo desequilibrado e eu sinto uma dor de barriga logo sou encaminhada para a gastro que entretanto não quer saber se eu tenho problemas respiratórios por exemplo. Ora todos sabemos que se temos uma gripe, (que é um assunto familiar), ficamos com vários sintomas no nosso organismo, como dores musculares, febre, falta de ar etc. Então porque nos subdividem tanto? Como pode assim ser diagnosticada uma doença pouco conhecida, quando o doente anda de galho em galho? Agora mesmo, os médicos estão perdendo o hábito que tinham de passar uma simples carta de recomendação para o outro especialista...uns passam um medicamento outro passa outro...como alguém fica curado assim?

Não, algo vai mal nesta medicina! Fui operada na Ordem Terceira por um Alergologista, aos seios perinasais, que me mandou para casa num estado lastimoso dizendo que eu já estava bem e não tinha nada. Sentia-me cada dia pior,passei três meses sentada na cama com falta e ar, recorri a ele várias vezes depois da operação e nada nem para outra especialidade me enviou. Porém cada dia meu caso agravou-se mais.

(continua no próximo capitulo, porque está é uma verdadeira novela impossível de descrever num dia só)